
CAPÍTULO VII – OLHARES CONSENTIDOS
No dia seguinte, ao visitar o local sem que ninguém suspeitasse deles, souberam do resultado: a locomotiva parou a poucos metros da ponte de ferro, mas ninguém morreu. Pior foi o que aconteceu com Francisco Colares, Diáz, apelidado de “Fraquito”, um espanhol baixinho e magrinho. Ele bateu com a testa no encosto de um dos bancos de madeira e por sorte não sofreu fratura craniana, apenas um longo corte que levou muitos pontos. Ele estava indo visitar a mulher, tia Matilde, irmã de dona Alice, mãe de “Quinzinho”, internada em Ribeirão Preto para se tratar de uma fratura na bacia resultado de uma queda na calçada da vasca onde lavava roupa. Ou seja, em vez de visita-la, “Fraquito” acabou lhe fazendo companhia no mesmo hospital. Continue lendo “O Filhote. Capítulos VII a IX”