Brasil na Copa do México

Havia uma juventude barulhenta no avião que levou este repórter, então na revista Afinal, a Guadalajara, no México, para cobrir os jogos do Brasil na Copa de 1986. Mas também lá estava uma distinta senhora, com duas filhas. Ora, ninguém menos do que a esposa do jogador Sócrates, que fez a gentileza de me conceder uma entrevista.

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Tomou?

Os mais novinhos provavelmente não irão se lembrar da famosa propaganda da Parmalat que marcou época nos anos 90. Os “mamíferos”: bebês fantasiados de bichinhos tomavam leite ao som da musiquinha que ficava martelando na cabeça das pessoas noite e dia. Difícil esquecer o gambá perguntando, no final, ao gatinho: “Tomou?” Continue lendo “Tomou?”

Aconteceu na sala de imprensa

Ora, um rosto jovem onde só havia profissionais tarimbados? O lugar era a Sala de Imprensa da Central de Polícia, no centro da cidade, em São Paulo. Boa escola para quem ingressara havia pouco no jornalismo. E assim que o recém-chegado começou a botar as asinhas de fora, como se dizia, redigindo textos mais longos, os colegas se espantaram. Continue lendo “Aconteceu na sala de imprensa”

“Perca” de Tempo!

Falar que o “julgamento” marcado para a última terça-feira no STF foi perda de tempo não tem o mesmo peso do que o popular “perca” de tempo, que estava na boca de todos que esperavam uma resposta suprema para o imbróglio vorcarez em que se meteram alguns membros da nobre casa. Continue lendo ““Perca” de Tempo!”

O frio… sem cuidado vira uma fria

Senhoras e senhores, o autor destas mal digitadas linhas tem a dizer que neste tempo frio só vai abandonar as cobertas de sua cama para fazer pipi. Sejam compreensivos. La vecchiaia é bruta, a velhice é feia, já dizia conhecido dito sobre o fato – e não há remédio que resolva a situação (embora umas doses de um bom scotch poderiam quebrar bem o galho).

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R. de reportagem

Naqueles velhos tempos, tudo era singelo no exercício do jornalismo. Máquina de escrever, laudas de papel… O que fez, por exemplo, este enviado especial da Folha de S. Paulo a Corumbá, para cobrir o confinamento do ex-presidente Jânio Quadros, em 1968? Ora, no quarto de hotel datilografei meu texto. Depois liguei de um telefone da portaria o número da assim chamada “cabine”, no jornal. Continue lendo “R. de reportagem”

Coisos no ar

A Globo passou a semana entrevistando os candidatos à Presidência da República, aqueles da série A que estão que estão pleiteando o primeiro lugar junto com os cavalinhos do Fantástico, pondo em xeque suas declarações e suas intenções. Continue lendo “Coisos no ar”

Fatos da vida

Ah, as definições…

Quebrou a cara. Antes era o sujeito que tentava um negócio mas nada conseguia. Hoje, é o que anda pela rua com a cara enfiada no celular e não vê o poste.

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