Não fica mesmo, Tiririca?
Pois você acaba de ser desmentido nessa eleição de 4 de outubro. Continue lendo “Pior Que Tá Não Fica!”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Não fica mesmo, Tiririca?
Pois você acaba de ser desmentido nessa eleição de 4 de outubro. Continue lendo “Pior Que Tá Não Fica!”
Quando o assunto se trata de formação cultural e poetas, sempre digo que os seres da minha geração foram domesticados com a Cartilha “Caminho Suave”. Continue lendo “Curto, grosso e infelizmente verdadeiro!”
Havia uma juventude barulhenta no avião que levou este repórter, então na revista Afinal, a Guadalajara, no México, para cobrir os jogos do Brasil na Copa de 1986. Mas também lá estava uma distinta senhora, com duas filhas. Ora, ninguém menos do que a esposa do jogador Sócrates, que fez a gentileza de me conceder uma entrevista.
Os mais novinhos provavelmente não irão se lembrar da famosa propaganda da Parmalat que marcou época nos anos 90. Os “mamíferos”: bebês fantasiados de bichinhos tomavam leite ao som da musiquinha que ficava martelando na cabeça das pessoas noite e dia. Difícil esquecer o gambá perguntando, no final, ao gatinho: “Tomou?” Continue lendo “Tomou?”
Descoberta de última hora! O nome das pessoas pode indicar sua natureza.
Veja só:
Odair, faz rir. Continue lendo “Qual é o seu nome mesmo?”
Ora, um rosto jovem onde só havia profissionais tarimbados? O lugar era a Sala de Imprensa da Central de Polícia, no centro da cidade, em São Paulo. Boa escola para quem ingressara havia pouco no jornalismo. E assim que o recém-chegado começou a botar as asinhas de fora, como se dizia, redigindo textos mais longos, os colegas se espantaram. Continue lendo “Aconteceu na sala de imprensa”
Falar que o “julgamento” marcado para a última terça-feira no STF foi perda de tempo não tem o mesmo peso do que o popular “perca” de tempo, que estava na boca de todos que esperavam uma resposta suprema para o imbróglio vorcarez em que se meteram alguns membros da nobre casa. Continue lendo ““Perca” de Tempo!”
E não é no reino da Dinamarca.
É aqui mesmo no reino da Banania, e não se trata só de algo, mas de muitos algos. Continue lendo “Algo Cheira a Podre!”
Naqueles velhos tempos, tudo era singelo no exercício do jornalismo. Máquina de escrever, laudas de papel… O que fez, por exemplo, este enviado especial da Folha de S. Paulo a Corumbá, para cobrir o confinamento do ex-presidente Jânio Quadros, em 1968? Ora, no quarto de hotel datilografei meu texto. Depois liguei de um telefone da portaria o número da assim chamada “cabine”, no jornal. Continue lendo “R. de reportagem”
A Globo passou a semana entrevistando os candidatos à Presidência da República, aqueles da série A que estão que estão pleiteando o primeiro lugar junto com os cavalinhos do Fantástico, pondo em xeque suas declarações e suas intenções. Continue lendo “Coisos no ar”
Aqui temos três gloriosos lugares-comuns. Ou, como diziam uns e outros, nos antigamentes, três óbvios ululantes. Entrementes (olha a velharia…), diante de reações hostis a essas realidades bem poderíamos responder com um vá às favas! Continue lendo “Um texto, que bom! Ou não…”
Confesso que até eu tô cansada de ver o nome de Flávio Bolsonaro aqui na minha coluna, mas, gente, o rapaz rola a bola a toda hora e aí fica meio difícil não querer chutar pro gol. Continue lendo “Missão Impossível!”
Quebrou a cara. Antes era o sujeito que tentava um negócio mas nada conseguia. Hoje, é o que anda pela rua com a cara enfiada no celular e não vê o poste.