O fantasma de Celso Daniel

Na última quinta-feira, enquanto no STF o ministro relator Joaquim Barbosa votava pela condenação dos primeiros quatro dos 37 réus da Ação Penal 470, o quinto dos sete acusados pelo assassinato do então prefeito de Santo André Celso Daniel ouvia a sentença que lhe imputou 22 anos de prisão. Continue lendo “O fantasma de Celso Daniel”

Más notícias do país de Dilma (64). E também uma boa

Eles afinal decidiram privatizar. Com uma má vontade danada, com vergonha, brigando contra o dicionário, as palavras, a lógica, mas decidiram privatizar. Demoraram um bocado – patinaram durante nove anos e meio de ineficiência e corrupção, mas afinal começaram a cair na real, e decidiram privatizar. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (64). E também uma boa”

O consórcio de anjos

Os filmes de advogado são mais divertidos na TV, principalmente porque os advogados norte-americanos são muito objetivos, nunca falam “data máxima vênia” e estão sempre atrás daquilo que o Garganta Profunda recomendava a Woodward e Bernstein: follow the money- sigam o dinheiro. Continue lendo “O consórcio de anjos”

Más notícias do país de Dilma (63)

O Estadão de sábado, 4 de agosto, publicou uma bela reportagem, assinada por Paula Moura e Venilson Ferreira. A reportagem mostrava que a próxima safra brasileira de grãos deverá ser especialmente boa. E ela vem depois de um ano em que uma seca pavorosa resultou em graves prejuízos para os produtores dos Estados Unidos. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (63)”

Russomano, ironia do destino?

Enquanto o país se prepara para divertir-se com as Olimpíadas, que já começaram, e o julgamento do mensalão, que começa na semana que vem, as picuinhas da política provincial ganham seu tempero de pimenta de biquinho: não ardem muito, não queimam a língua e nem ajudam muito no sabor. Continue lendo “Russomano, ironia do destino?”

Gol dos mensaleiros. No tapetão

Embora muitos confundam, o Tribunal de Contas da União (TCU) não é uma instância da Justiça. Ainda bem. Caso contrário, a decisão de isentar o Banco do Brasil pelas transações com a DNA, uma das agências de publicidade de Marcos Valério, causaria a maior balbúrdia jurídica da história. Continue lendo “Gol dos mensaleiros. No tapetão”