Más notícias do país de Dilma (70)

Às vezes parece que, além da esperança, a profissão do brasileiro é a credulidade. Fernando Collor inventou-se como um caçador de marajás; a maioria dos brasileiros acreditou nele. O marqueteiro Duda Mendonça inventou para Celso Pitta, o escolhido de um de seus bons clientes, Paulo Maluf, um brinquedinho chamado fura-fila; a maioria dos paulistanos acreditou nele. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (70)”

Más notícias do país de Dilma (69)

De todas as barbaridades que os lulo-petistas perpetraram nesta semana depois que a revista Veja publicou a reportagem em que Marcos Valério afirma que Lula sabia de tudo sobre o mensalão – e foram muitas as barbaridades –, a mais espantosa, creio, foi a declaração do deputado André Vargas (PT-PR). Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (69)”

Más notícias do país de Dilma (68)

Existe uma pequena diferença de modus operandi entre o lulo-petismo e seu aliado Fernando Collor de Mello. Este último achou que poderia roubar todos os elefantes do circo, sem que ninguém percebesse. Já o lulo-petismo roubou o circo inteiro – e tem a absoluta certeza de que ninguém se importa com isso. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (68)”

Os tapumes de Dilma

Só insanos poderiam criticar a decisão do governo federal de reduzir o custo da energia elétrica em 16,2% para consumidores residenciais e em 28% para a indústria. Melhor seria, porém, se o anúncio não fosse usado como moeda eleitoral e as novas tarifas começassem a valer já. Continue lendo “Os tapumes de Dilma”

Más notícias do país de Dilma (67)

Nesta semana, o presidente do PT “disse com todas as letras que o Poder Judiciário, neste caso representado por seu tribunal maior, se submete ao papel de ‘instrumento’ da oposição; que cada um dos ministros que até agora declararam voto de condenação aos réus petistas está a serviço de uma ‘elite conservadora, suja e reacionária’”. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (67)”

Renúncia vazia

Poucas horas depois de ser condenado por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, o deputado João Paulo Cunha renunciou à candidatura a prefeito de Osasco, Região Metropolitana de São Paulo. Mas não abriu o bico quanto ao seu mandato parlamentar. Continua deputado. Continue lendo “Renúncia vazia”

Levando um jeito de nação

Osasco vai ter que arrumar outro prefeito, o ato de ofício não é prova indispensável para configurar delito de corrupção, o ministro Peluso aposentou-se deixando um límpido exemplo de clareza e honradez e a presidente Dilma fez o seu gesto de dama de ferro e colocou o sindicalismo chantagista do funcionalismo público em sua cadeira do dragão. Continue lendo “Levando um jeito de nação”

Tá tudo dominado

As transações entre o Banco do Brasil, seu ex-diretor Henrique Pizzolato, a Visanet e o publicitário Marcos Valério – incluindo os embaraçosos R$ 326 mil em espécie – colocaram o BB no olho do furacão. Continue lendo “Tá tudo dominado”