Teve um problema chato de falta de organização, mas, essa questão superada, a Olimpíada Rio 2016 começou em São Paulo com uma bela festa. O Itaquerão não lotou para os dois primeiros jogos de futebol feminino na cidade, é claro, mas estava bastante cheio, com famílias inteiras se divertindo muito, alegres, bem humoradas, bem dispostas, num clima absolutamente gostoso. Continue lendo “O povo em festa no Itaquerão”
Uma das melhores coisas da vida
Em 1972, meu quinto ano de São Paulo, eu já estava bem melhor de vida. Pude alugar o primeiro apartamento só para mim, depois de dividir quarto de pensionato e apartamentos com amigos. Tá certo que era na General Jardim esquina com Rio Branco, em plena Boca do Lixo – ainda não havia a Cracolândia –, mas era só meu, e pude comprar meu primeiro aparelho de som.
Coincidências de cidade pequena
Acontecem tantas coincidências, tantos encontros nada planejados com conhecidos, que brinco que a gente vive numa cidadezinha pequena. Continue lendo “Coincidências de cidade pequena”
A Casa Verde
Volta e meia penso que, sem a Casa Verde, Fernanda não teria nascido.
A vida é assim uma espécie de colar feito de coincidências, acasos, às vezes descasos, encontros, desencontros. Continue lendo “A Casa Verde”
O velhinho vai vacinar
Nada como um dia depois do outro, dizia minha mãe, uma eterna recitadora de frases da sabedoria popular.
Miryam Lúcia
A última vez que vi Miryam Lúcia foi em abril de 2012. Nossa, como faz tempo. Quase quatro anos, já. Um ano a mais do que Marina tem de vida. Mas, como quase tudo é relativo, quatro anos não é um tempo tão grande assim para uma amizade que durava 48. Continue lendo “Miryam Lúcia”
Marina e o mundo todo
– “Quem é aquele vovô?”, Marina perguntou para a mãe quando o carro, na Rua Caiubi, estava para cruzar a Iperoig. Continue lendo “Marina e o mundo todo”
Então, Feliz Natal
A vida vem em ondas como o mar, como disse Vinicius, e Lulu Santos copiou – ou citou, vá lá. E em dezembro as multidões nas calçadas das grandes vias das cidades parecem marés de Natal, como disse Paul Simon, e eu a cada mês de dezembro me lembro. Continue lendo “Então, Feliz Natal”
Como as velhinhas no casarão de Bouboulina
Fui hoje à 2001 da Paulista. Estava, claro, cheia como não ficava fazia muito tempo. Todo mundo comprando antes que acabe. Continue lendo “Como as velhinhas no casarão de Bouboulina”
Minha fuga da UTI
Fui colega de trabalho do pai do famoso garoto Pedrinho, aquele bebê sequestrado dentro da maternidade de um prestigado hospital particular de Brasília. Continue lendo “Minha fuga da UTI”
O Blog Informa não informa: rouba
Um tal de Blog Informa reproduziu, na íntegra, um texto meu sobre um filme – Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres. Usou as mesmas fotos que eu usei no post do meu site 50 Anos de Filmes. Não citou meu nome. Acrescentou um vídeo do Youtube, e, ao pé do texto, botou: “Fontes: 50 Anos de Filmes e Youtube”. Continue lendo “O Blog Informa não informa: rouba”
Quem manda são os pais
Marina é a coisa mais doce, mais fofa, mais gostosa que um avô poderia esperar na vida – mesmo um que já tinha tirado a sorte grande com a filha mais maravilhosa, perfeita, sim, perfeita, que poderia haver. Continue lendo “Quem manda são os pais”
Parabéns, Filha
Minha filha – que faz hoje 40 anos – é o que me dá mais orgulho, felicidade, satisfação na vida. Continue lendo “Parabéns, Filha”
O povo dança e canta nas ruas
Que maravilha, que beleza. Que dia para a gente lembrar sempre, dia histórico. Foi uma vitória de encher o peito, de acelerar o coração. O povo dança e canta nas ruas. Continue lendo “O povo dança e canta nas ruas”
Ensaio de epitáfio
Estava escrevendo um texto do qual estava gostando muito, mas muito, me sentindo muitíssimo bem, quando, ao ir pegar a terceira pequena dose de um escocês caubói, imaginei o que poderia ser meu epitáfio. Continue lendo “Ensaio de epitáfio”







