Da minha agenda:
Se eu tivesse um Rosebud, seria – não tenho dúvida alguma – a velhíssima máquina de costura Singer da minha mãe. Continue lendo “Rosebud”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Da minha agenda:
Se eu tivesse um Rosebud, seria – não tenho dúvida alguma – a velhíssima máquina de costura Singer da minha mãe. Continue lendo “Rosebud”
Nesta segunda-feira de carnaval voltei pra casa com um monte de suportes físicos, essa coisa em extinção. Continue lendo “Ainda e sempre os suportes físicos”
Desconfiado, ele não parecia muito interessado em nascer. Ainda mais num hospital público de Brasília, com os médicos em pé de guerra contra o médico Agnelo Queiroz, o ex-governador do PT que produziu um rombo de R$ 3,5 bilhões nas finanças do DF, deixando funcionários públicos e fornecedores do governo sem receber um tostão há meses. Continue lendo “Você me paga, Cabeça de Cone”
Resoluções de Ano Novo.
Algumas poucas – pouquíssimas – serão cumpridas, sairão do papel, deixarão de ser intenção para ser gesto. Continue lendo “Resoluções de Ano Novo”
Faz muitos dezembros que boto aqui reclamações contra dezembro, contra o clima de Natal, a correria, a necessidade premente, forte, urgente, violenta, de estarmos todos absolutamente felizes. Continue lendo “Eu caminhava no meio da maré do Natal”
Há seres de apartamento e seres de casa, da mesma maneira, ou quase, como há flamenguistas e fluminenses, tucanos e petistas. Como no Chile de 1973 havia os pró-Allende e os contra. Como há os Tea Party e a ala mais radical do outro lado dos democratas. Os a favor e os contra a pena de morte, ou ao direito ao aborto. Continue lendo “Seres de casa, seres de apartamento”
Hoje Mary e eu fazemos 24 anos. Parece que foi ontem. Parece que foi em outra encadernação. Continue lendo “24 anos já!”
Quando Fernanda tinha 3 anos, em 1978, Neil Young lançou Comes a Time, um dos discos dele de que mais gosto. Me apaixonei em especial por “Four Strong Winds”, composta por outro canadense, Ian Tyson, da dupla folk Ian & Sylvia. Continue lendo “Túnel do tempo”
Há quem diga que sou um bom fotógrafo. Outro dia alguém disse isso. Acho que foi o Bado. Até perguntou se eu tenho uma puta máquina. Continue lendo “Sorte de fotógrafo amador”
Hoje fiquei sabendo, ao ler um texto de Marina Vaz no Caderno 2 do Estadão, que Flávio Tris está lançando seu primeiro CD. Continue lendo “Velhinho pré-antigo”
2013 foi o ano da chegada de Marina.
Se eu fosse fazer um balanço do ano, como já fiz tantas vezes no passado, o lead não seria um problema, de forma alguma. Seria esse aí: 2013 foi o ano da chegada de Marina. Continue lendo “Preâmbulo ao balanço de 2013”
Hoje pela primeira vez prestei atenção à letra de uma determinada música, “About the children”.
É uma melodia belíssima, e uma letra impressionante. Está no meu iTunes, e portanto já devo ter ouvido antes, em casa, ou caminhando. Mas nunca tinha prestado atenção a ela. Continue lendo “Depois que o amor acaba, volume 2”
Como se não bastasse tudo o mais, ainda por cima inventamos o Natal.
Como se não bastassem o câncer, a aids, o enfarte, Continue lendo “Ainda por cima inventamos o Natal”
Muitíssimas vezes me peguei pensando que sou uma pessoa extremamente privilegiada. Tenho plena certeza disso. Tive, até aqui, uma vida muitíssimo mais cheia de coisas boas do que seria o normal de se esperar. Muitíssimo mais do que os sonhos mais loucos. Continue lendo “Sólo le pido a Dios”
Um dos verbos que mais tenho conjugado nos últimos sete meses é “netar” – e, para todos os que me conhecem, este é um fato muito óbvio. Afinal, meu maior prazer, há sete meses, é exatamente netar. Continue lendo “Eu neto, tu netas, ele neta”