Morávamos quase na esquina de uma agradável avenida de Guarulhos, que corre ao lado do bosque municipal. Trânsito moderado, uma grande paz. Caminhava-se pela calçada, ao lado do bosque, ouvindo o trinar dos pássaros. A idade nos tirou de lá (casa tem escada), e colocou em um apartamento. Ainda bem! Continue lendo “Só vai quem ainda não morreu”
Curtas e Grossas!
Como costumo usar esse espaço para comentar os assuntos que deram mais tititi nas redes sociais, pensei até em deixar de escrever essa semana pra não passar mal diante dos temas nojentos que circularam pela telinha. Continue lendo “Curtas e Grossas!”
O cara não passeia – viaja a trabalho!
Soube de fonte fidedigna (Mary Zaidan, a mulher dele) que Sérgio Vaz anda sem vontade de viajar. Estranhei… quem não gosta de sair um pouco de casa e desfrutar as delícias de novos ares em plagas (perdão) distantes? Em dado momento percebi tudo. O que acontece com Sérgio Vaz é que ele não é um turista, um viajante, um itinerante – ele é um enviado especial. Vai a trabalho. Continue lendo “O cara não passeia – viaja a trabalho!”
Vaginação
No dicionário, a palavra vaginação é sinônimo de imaginação.
Não tem nada a ver com a vagina mencionada pelo canalha José de Abreu, quando abriu a tampa do seu esgoto para atacar Regina Duarte.
Mas tem a ver com sua vaginação sórdida. Continue lendo “Vaginação”
Tempos modernos demais
Fui a um encontro de amigos, em um restaurante, e minha foto saiu na internet! Imagine se eu estivesse na lista vermelha da Interpol. “Tempos modernos”, disse meu filho Paulo. Pois eu preferia os do Charlie Chaplin! Continue lendo “Tempos modernos demais”
Catástrofes!
Corona vírus se espalhando pelo mundo, países inteiros pegando fogo, enchentes destruindo tudo o que tem pela frente, Abraham Weintraub no Ministério da Educação…! É muita desgraça acontecendo ao mesmo tempo. Continue lendo “Catástrofes!”
O Brasil aos olhos do repórter
Meus filhos resolveram que o pai deles vai ter reportagens suas publicadas em um e-book. Equipe de edição: Mônica, editora; Danilo, diagramador (é designer gráfico); e Paulo, apoio na preparação dos textos. Há apenas um detalhe. Mônica quer a notícia por trás da notícia. Como fiz para levantar os dados, o trabalho de campo… Muito interessante. Continue lendo “O Brasil aos olhos do repórter”
Negócio da China
Janeiro, calor, férias escolares, neta cocu campiano como diz o caipira, então melhor achar alguma coisa pra fazer. Continue lendo “Negócio da China”
A escola de samba do capitão
Como quem pode, pode, ele tem todo direito de decidir criar uma escola de samba para desfilar na avenida. O carro principal teria a forma de um palanque, com um microfone que ele empunharia durante o desfile, não para cantar (embora, na empolgação pudesse fazê-lo), mas para falar. Continue lendo “A escola de samba do capitão”
Jornalistas Coalas!
“O jornalista é uma espécie em extinção.”
“Jornalistas precisam ser cuidados pelo Ibama.” Continue lendo “Jornalistas Coalas!”
E se não houvesse jornalista para ouvir o capitão?
Bolsonaro passa os olhos pelo clipping com notícias de jornais e encontra uma que o desagrada especialmente. “Esses jornalistas são uns ***”, xinga, enquanto dá um soco na mesa. Aquilo fica entalado na garganta, tem que despejar o quanto antes nos jornalistas que o esperam à saída do Palácio.
Continue lendo “E se não houvesse jornalista para ouvir o capitão?”
O Papa é Pop?
Entra ano, sai ano e a tacanhez de certas mentes humanas continua a mesma.
Isso ficou bem evidente nesse primeiro dia de 2020, que foi marcado por um cacete quase que generalizado no Papa Francisco nas redes sociais. Continue lendo “O Papa é Pop?”
Apesar de você amanhã há de ser outro dia
Em 1970, o compositor Chico Buarque, revoltado com a falta de liberdade imposta pela ditadura militar, gravou essa música endereçada ao general Garrastazu Médici. E quando a ficha dele caiu, proibiu a execução da canção em todas as rádios do país. Ela só voltou a ser tocada em 1978, quando o general Ernesto Geisel, um pouco mais liberal que os colegas ditadores que o antecederam, assumiu a Presidência da República. Continue lendo “Apesar de você amanhã há de ser outro dia”
A deliciosa tradição do capeletti
Nos meus treze, catorze anos, comprei madeira e construí um cavalete, com séria intenção de fazer desenhos a carvão. O cavalete sustentava uma prancha de uns setenta por sessenta centímetros, que recebia a folha de papel. Desenhos, mesmo, fiz poucos. Mas minha mãe, Elza, gostou muito da prancha. Continue lendo “A deliciosa tradição do capeletti”
Pela Porta dos Fundos!
Ia começar o texto falando da rachadinha do Flávio, mas sei que esse assunto incomoda muita gente que acredita que uma rachadinha a mais, uma rachadinha a menos neste país é coisa pra se deixar pra lá. Continue lendo “Pela Porta dos Fundos!”


