Os tiros atingiram a…
Levou dois tiros na…

Por Sérgio Vaz e Amigos
Eu quero, agora, cantar Curitiba,
cidade branca, limpa e sadia,
pedindo à Musa que me não proíba. Continue lendo “Curitiba, Curitiba”
Sei, sei, sei: tem aquele axioma que diz que decisão do Supremo não se discute, se cumpre. E há as tecnicalidades jurídicas. O advogado referiu-se à alínea C do parágrafo 4, mas esse assunto deveria ser tratado na alínea Z do parágrafo 7, então seu pedido não vale, está negado – e páf, bate-se o martelo.
Tem tudo isso, e eu não sou jurista, sequer bacharel em Direito pela Faculdade de São José do Pito Acesso – mas a decisão do Supremo Tribunal Federal de manter a censura ao jornal O Estado de S. Paulo é, no mínimo, espantosa, chocante. Continue lendo “É espantoso, chocante: o Supremo legitima a censura”
“No despotismo iluminado de ontem e de hoje, a figura do homem servo, mas feliz, substitui aquela que nos é familiar através da tradição do pensamento grego e cristão do homem inquieto, mas livre. Qual das duas formas de convivência está destinada a prevalecer no futuro próximo ninguém está em condições de prever”. Continue lendo “Não serve à democracia uma nação de servos felizes”
Este foi um Campeonato Brasileiro para a gente lembrar pra sempre. Pontos corridos, que é o jeito mais justo, o mais equilibrado. E com emoção até os 49 minutos do segundo tempo do último jogo. Continue lendo “Um domingo para lavar a alma”
Na entrevista, cercado à saída do gabinete.
– Deputado, o senhor foi gravado em vídeo pela Polícia Federal recebendo R$ 100 mil de um lobista, o que tem a dizer?
– O vídeo é falso, trata-se de uma montagem. Continue lendo “Homem público exemplar”
Alguns podem achar que condenação da ex-prefeita Luiza Erundina é um tema vencido, mas não é.
Pode não despertar tantas paixões como a decisão esquizofrênica do STF no caso Cesare Battisti, de repercussão internacional, no qual o governo brasileiro escancara seu entendimento errático de Justiça. Continue lendo “Pesos e medidas”
É dado como certo que os jornais impressos vão morrer. Mais do que isso: é dado como certo que a morte dos jornais tem até dia marcado para acontecer. Há apenas algumas dúvidas sobre a exatidão das datas. Continue lendo “Os jornais e a cacofonia da internet”
Eu sei que estava nos bastidores do Teatro Paramount (hoje Teatro Abril, na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, em São Paulo) e corria o ano da graça de 1967. Não me perguntem, por favor, qual era o mês (fazia frio) e muito menos o dia. Na verdade, eu tinha tenros 20 anos de idade e era repórter de uma revista chamada inTerValo, da Editora Abril, a única no país sobre televisão. Continue lendo “Recordações de uma final de festival”
– Boa tarde, sou Carlos, o assistente social. Vim ajudá-la. Qual foi seu crime?
– Leitão assado.
– É grave. Continue lendo “Boca de crime”
Toda discriminação é odiosa. Seja motivada pela cor da pele, pela origem dos povos, pelo credo, opção sexual, condição social ou matiz política.
Mas a luta segmentada, sectarizada contra a discriminação privilegia apenas um determinado grupo e, portanto, acaba por perpetuá-la. Continue lendo “Um dia para não comemorar”
Gostaria que o neto ou a neta que não sei se vou ter pudesse um dia – mesmo que velhinho, ou velhinha – caminhar por praças, avenidas, parques, ruas, com os nomes de Dora Kramer, Merval Pereira, Ricardo Noblat, Carlos Alberto Sardenberg, Miriam Leitão, Roberto Pompeu de Toledo, José Roberto Guzzo, Arnaldo Jabor. Continue lendo “Yo pisaré las calles nuevamente”
Roberto Carlos é demais. É um fenômeno absolutamente extraordinário. Não há nenhum outro como ele. Ao longo do show de Roberto no Maracanã, fiz mil comentários com Mary, atrapalhando que ela visse e ouvisse Roberto. Continue lendo “Grande Rei Roberto”
Em Porto Alegre, ao contrário de no Brasil do jogo do bicho, não vale o que está escrito. E a maior atração da cidade é – como dizem a respeito da macheza da gente daquele estranho país ao Sul de Santa Catarina – uma ficção. Ou, no mínimo, uma gigantesca dúvida. Continue lendo “Porto Alegre, uma fascinante cidade onde não vale o que está escrito”
26/10/2008, domingo: São Paulo me enche de orgulho. A cidade que eu escolhi para viver baniu Marta Suplicy do mapa – e isso me enche de orgulho, me lava a alma. Continue lendo “São Paulo me enche de orgulho, me lava a alma”