O jornalismo brasileiro perdeu esta semana Ulysses Alves de Souza, que participou das equipes que criaram o Jornal da Tarde, em 1966, e da revista Veja, em 1968. Continue lendo “Ulysses Alves de Souza”
Más notícias do país de Dilma (6)
“Esse assunto sobre a evolução do patrimônio de Palocci está encerrado com as explicações dele”, decretou Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, na quarta-feira, 19 de maio.
Como disse o Garrincha para o Feola, faltava só combinar com os russos. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (6)”
Ente que mente
Avalista da estabilidade econômica nos primeiros anos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci sempre foi mais bem quisto pelo capital do que por boa parte de seus companheiros de legenda. Chegou a ser acusado de neoliberal, o que até 2002 era pecado imperdoável dentro das hostes petistas, pelo menos da boca para fora. Continue lendo “Ente que mente”
Atalhos e trilhas
Uma vez, em uma escola, uma garota – treze, quatorze anos –, saia curta, cabelos compridos, olhos atentos, jeito de quem sabia das coisas, quis saber se eu me considerava diferente dos outros mortais.
— Outros mortais? Continue lendo “Atalhos e trilhas”
Os cem anos de meu pai
Ele queria estar aqui hoje. Cercado pelos que amou. Chegou mesmo a nos pedir que o ajudássemos a chegar vivo ao dia 16 de maio de 2011. A única contribuição que poderíamos lhe dar era nossa demonstração constante de afeto e companheirismo. Era um desejo puro repleto de alegria de viver. Continue lendo “Os cem anos de meu pai”
A Espécie Humana. Capítulo 41
pai, leia uma história antes de nós dormirmos. uma história de vida.
uma história? vou então ler uma que eu traduzi do Esperanto.
como se chama?
O pássaro todo maravilha. Continue lendo “A Espécie Humana. Capítulo 41”
Femme fatale, sombras do gozo
O feminino sempre foi o obscuro da psicanálise. Freud inquietou-se a ponto de esbravejar: “o que quer a mulher?”, impossível resposta, afiançou Lacan, traduzindo a pergunta para um mais possível: O que quer uma mulher? Continue lendo “Femme fatale, sombras do gozo”
É só explicar, sr. ministro
Francenildo Pereira, o caseiro da República de Ribeirão Preto, casa em Brasília onde Palocci e sua turma faziam algumas travessuras, foi obrigado a explicar os R$ 38.860 que apareceram em sua conta corrente depois que ele testemunhou que o ministro frequentava a casa. Continue lendo “É só explicar, sr. ministro”
Más notícias do país de Dilma (5)
“O Brasil precisa de um Estado meritocrático e profissional”, discursou Dilma Rousseff na quarta-feira, 11 de maio, ao instalar a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (5)”
Dribles e firulas
Ao contrário do que se tentou fazer parecer, a votação do Código Florestal que dominou os debates nas últimas semanas está e sempre esteve longe de esquentar a cabeça da presidente Dilma Rousseff. Continue lendo “Dribles e firulas”
Era uma vez
Quando eu era criança, ouvi muitas histórias.
Algumas tinham reis, rainhas, príncipes, princesas, fadas, madrastas, bruxas, castelos, carruagens, cavalos. Casamentos. Continue lendo “Era uma vez”
Tocar na banda
Quantos são os cantores e compositores no Brasil? Alguém sabe? Já foram cadastrados? Pergunto porque de vez em quando leio ou ouço afirmações como esta: “Cantores e compositores defendem criação de órgão para fiscalizar Ecad”. Continue lendo “Tocar na banda”
Sonho meu
Não o da bela canção de Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho, mas aquele ou aqueles que nos chegam em uma madrugada fresca de outono, sem muita lógica, sem avisar. Uma cena que invade nosso sono noturno e traz lembranças de pessoas e coisas passadas, arquivadas no fundo do baú da memória. Continue lendo “Sonho meu”
A Espécie Humana. Capítulo 40
na manhã seguinte, durante o café:
vovô, o diabo existe?
existe. diabo é o nome da burrice humana. Continue lendo “A Espécie Humana. Capítulo 40”
Os bons companheiros
Embora nascidos no mesmo berço social-democrata, PT e PSDB mamaram em tetas de mães diferentes e se criaram como dois irmãos pouco fraternos, disputando o poder aos arreganhos, entre tapas e beijos – em verdade, muito mais tapas do que beijos, e consolidando-se como os dois pólos extremos do cenário político nacional. Continue lendo “Os bons companheiros”
