Marina em modo lareira

Outro dia fez 40 graus centígrados em um ponto da Sibéria, um dos lugares mais frios do Planeta. Neste dia 11 de janeiro, terça-feira, fez 40 graus em Buenos Aires – a segunda temperatura mais alta já registrada na bela cidade localizada no paralelo 35, muito mais próxima do Círculo Polar do que do Equador. Continue lendo “Marina em modo lareira”

Os canadenses

Prometi fazer uma relaçãozinha – e aí ficou um textinho bom. O amigo me autorizou a publicar. Lá vai:

Então, Gil. Pelo que eu sei, os maiores cantores-compositores de música popular do Canadá são mesmo Leonard Cohen, Neil Young e Joni Mitchell. Continue lendo “Os canadenses”

Marina de volta a seus pares

“Ela tá tão feliz, né?”, escreveu minha filha, em mensagem para nós por volta das 21h30, depois que mandei pra ela duas fotos de uma Marina feliz feito pinto no lixo aqui em casa hoje – a terceira quarta-feira consecutiva, após a volta das aulas presenciais, em que fomos pegá-la na saída da escols e a trouxemos pra cá, pra brincar umas horas antes de a mãe pegá-la depois do trabalho. Continue lendo “Marina de volta a seus pares”

A desinformação como método de governo

Seria melhor, é claro, não ter que ficar repetindo que a Terra não é plana e, em vez disso, nos preocuparmos com tanta coisa que de fato importa, que de fato faz diferença. É óbvio que seria melhor se pudéssemos nos concentrar nos problemas que há diante de nós, e são tantos. Continue lendo “A desinformação como método de governo”

Para nunca esquecer: o PT roubou – e roubou demais

‘Oficialmente a campanha de 2022 ainda não começou, mas na prática os partidos já estão testando os discursos para a disputa presidencial. Na estratégia do PT, a prioridade é reescrever a história do petrolão. Continue lendo “Para nunca esquecer: o PT roubou – e roubou demais”

Maria Helena

Professora, tradutora, Maria Helena era uma mulher culta. Culta, educada, cultivada. Tinha um conhecimento enciclopédico, uma cultura geral admirável, um conhecimento de literatura de deixar a gente com inveja. E sabia escrever. Tinha esse dom. Continue lendo “Maria Helena”

Maria Helena

Boa noite, minha minina.

A voz rouca, com sotaque e carinhosa, do outro lado da linha do telefone – sim, falávamos, falávamos muito ao telefone, sem essa de zap ou outro meio, apenas atentas aos minutos e ao custo dos interurbanos – já era um alento. Significava que ela estava com vontade de falar mesmo já sendo até um pouco mais tarde na noite. Continue lendo “Maria Helena”