O jornalismo brasileiro perdeu esta semana Ulysses Alves de Souza, que participou das equipes que criaram o Jornal da Tarde, em 1966, e da revista Veja, em 1968. Continue lendo “Ulysses Alves de Souza”
Reconheceram o roubo do meu texto
Tiraram do ar o meu texto que havia sido roubado e publicado sem qualquer crédito num fórum de leitores abrigado no UOL, o Fórum do UOL Jogos. Continue lendo “Reconheceram o roubo do meu texto”
Roubaram meu texto
Roubaram um texto meu. Pegaram um texto meu e republicaram – numa página dentro do UOL, da Folha de S. Paulo – sem qualquer tipo de menção da autoria. Continue lendo “Roubaram meu texto”
As tragédias de Realengo
Os explicadores de tragédia e consertadores das portas arrombadas viveram intensos momentos de glória nas TVs, nas rádios, nos jornais e na internet depois da tragédia da escola do Realengo. Continue lendo “As tragédias de Realengo”
Historinhas de redação (9): João Werneck e o foca
– Serginho, Vivaldi escreveu mais de 500 concertos. Ainda não ouvi todos, e muitos deles ainda não ouvi tantas vezes quanto gostaria. Continue lendo “Historinhas de redação (9): João Werneck e o foca”
Historinhas de redação (8): “Vai torcer com nós!”
Era um sábado à tarde e o Toninho Boa Morte, sempre com seu terno cinza, sorriso de quem está bem com a vida, passava pelo estádio do Pacaembu. Viu a grande movimentação e perguntou quem estava jogando: Continue lendo “Historinhas de redação (8): “Vai torcer com nós!””
Antônio Carvalho Mendes, RIP
Antônio Carvalho Mendes adorava o que fazia. Só essa característica já bastaria para torná-lo um jornalista diferente da imensa maioria: em geral, os jornalistas gostariam de estar fazendo outra coisa, cobrindo outro tipo de assunto, trabalhando em alguma outra função, numa outra empresa, num outro veículo de preferência com salário melhor que o seu, é claro – ou simplesmente prefeririam não estar trabalhando. Continue lendo “Antônio Carvalho Mendes, RIP”
Apagão no país de Dilma. Apagão nas redações
O apagão de hoje em diversos Estados é tristíssimo, é chocante, é apavorante. Mas confesso: para mim, foi mais triste, mais chocante, mais apavorante constatar o apagão nas grandes redações. Continue lendo “Apagão no país de Dilma. Apagão nas redações”
Historinhas de redação (7): os olhinhos infantis
Na sua época de ouro, o Jornal da Tarde teve grandes phraseurs, mas creio que Humberto Werneck era um dos maiores, senão o maior. Continue lendo “Historinhas de redação (7): os olhinhos infantis”
Um pouco de Marcos Faerman
Para os que sempre conheceram, os que apenas conhecem, e os que sempre ouviram falar, mas não conhecem, um pouco de Marcos Faerman, o ouro da época de ouro do Jornal da Tarde. Continue lendo “Um pouco de Marcos Faerman”
Historinhas de redação (6): o fulcro do assunto, ainda
Um dos grandes diferenciais do velho Jornal da Tarde, em seus tempos gloriosos, era o lead. O problema é que, para contar esta historinha sobre Marcos Faerman, lenda do jornalismo brasileiro, é preciso fazer um nariz-de-cera, que é o anti-lead. Continue lendo “Historinhas de redação (6): o fulcro do assunto, ainda”
Historinhas de redação (5): o fulcro do assunto
– Ô Mitre, eu já escrevi 400 linhas e ainda não cheguei ao fulcro do assunto. Continue lendo “Historinhas de redação (5): o fulcro do assunto”
Fazemos reformas demais e educamos de menos
A imprensa brasileira foi ágil, extremamente ágil, diante do acordo ortográfico firmado pelas oito nações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Continue lendo “Fazemos reformas demais e educamos de menos”
Palavras, expressões, acentuações, grafias diferentes
Os quadros abaixo dão uma pequena amostra das diferenças entre o Português de Portugal e o do Brasil. Continue lendo “Palavras, expressões, acentuações, grafias diferentes”
Censura sem dor
Por que insistem em chamar de “regulação da mídia” , ou “marco regulatório”, ou “controle social da mídia” aquilo que no fundo é uma vontade –com perdão do jogo de palavras – incontrolável de controlar conteúdos? Continue lendo “Censura sem dor”
