CAPÍTULO I – UMA CANOA NA VOLTA DE CIMA
As gotas de orvalho ainda faziam cócegas nas folhas das samambaias quando o cortejo começou a descer o Mogi Guaçu. A canoeira formava procissão na direção da vila, rezadeiras dedilhando o rosário de contas e entoando um terço sem fim. Nas barrancas o silêncio era de pranto, que ia entristecendo mais e mais a cada piado do socó-boi, ave que não sabe cantar outra coisa que não a tristimania. Continue lendo “O Filhote. Capítulos I a III”




