O livrinho e o Supremo

Primeiro eu digo que sou filho de Juiz de Direito e aprendi, desde menino, a valorizar esse tipo de gente que se dedica a resolver conflitos e aplicar, com conhecimento e sensatez, a Justiça. Mais que a lei, a Justiça, pois a legislação que foge do bom direito não deve prosperar, tem de ser revogada. Continue lendo “O livrinho e o Supremo”

De punhos cerrados

Vítimas da elite, ícones da luta democrática, guerreiros do povo, heróis injustiçados. Foi assim, com a mesma desfaçatez com que chamou o mensalão de caixa dois ou piada de salão, que a tríade petista José Dirceu-José Genoíno-Delúbio Soares se apresentou para iniciar o cumprimento das penas impostas pelo STF. Continue lendo “De punhos cerrados”

Assim a República chegou a São Paulo

São Paulo vivia grande expectativa, quando a noite de 15 de novembro de 1889 abateu-se sobre seus 64 mil habitantes. Da capital do País, o Rio de Janeiro, chegara a notícia de que o marechal Deodoro da Fonseca havia proclamado a República. Mas, aqui, não se tinham informações completas. Continue lendo “Assim a República chegou a São Paulo”

Na hora do chá

Há tempos não nos víamos, mas nos reconhecemos de imediato. Não há cabelo branco, rugas, artrite, dor, que impeçam uma colega de jardim de infância de reconhecer a outra. Às vezes, com as do colégio, isso é difícil, mas as do jardim… sei não, não há dificuldade alguma! Será que é por que o olhar é o mesmo? Continue lendo “Na hora do chá”