Hoje me deu vontade de ouvir “I’m so restless”. Não uma vontadezinha: uma baita vontade, dessas irremediáveis.
Minha mãe dizia que vontade é coisa que dá e passa. A rigor, a rigor, é bem verdade. Continue lendo “Mas, senhor D, I’m so restless”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Hoje me deu vontade de ouvir “I’m so restless”. Não uma vontadezinha: uma baita vontade, dessas irremediáveis.
Minha mãe dizia que vontade é coisa que dá e passa. A rigor, a rigor, é bem verdade. Continue lendo “Mas, senhor D, I’m so restless”
“Viajando num trem rumo ao Oeste, dormi e sonhei um sonho que me deixou triste, sobre mim mesmo e os primeiros poucos amigos que tive. Com os olhos meio úmidos observei a sala em que eu e meus amigos passamos muitas tardes, onde juntos nos protegemos de muitas tempestades, rindo e cantando até as primeiras horas da manhã.” Continue lendo ““Sonhei um sonho que me deixou triste””
É absolutamente fascinante como são contemporâneas duas das mais belas canções que jamais foram feitas sobre a solidariedade, o ombro amigo. Continue lendo “Odes à solidariedade”
Entre a primeira e a segunda canção que Joan Baez apresentou em seu primeiro show na cidade de São Paulo há uma distância de exatos 44 anos.
Continue lendo “Joan, enfim”
Não é muita gente no Brasil que sabe, mas Pete Seeger é uma das figuras mais fundamentais da música popular americana, e portanto do mundo. Sua estatura, importância e influência só podem ser comparadas às de monstros como Louis Armstrong no jazz, George e Ira Gershwin na grande canção, Elvis Presley no rock ou Bob Dylan no conjunto de quase todos os gêneros da música feita nos Estados Unidos. Continue lendo “Pete Seeger, o imprescindível”
Hoje fiquei sabendo, ao ler um texto de Marina Vaz no Caderno 2 do Estadão, que Flávio Tris está lançando seu primeiro CD. Continue lendo “Velhinho pré-antigo”
Tenho dupla naturalidade: sou paulistano-carioca. Nasci em São Paulo, em 1937, mas vivo no Rio desde 1940. Nem sempre nos damos conta das diferenças entre as duas cidades, na linguagem, na alimentação, no modo de ser e encarar as coisas. Mas elas existem. Continue lendo “O Trem das Onze em Israel”
Quando, em setembro de 1981, Paul Simon e Art Garfunkel fizeram seu monumental show de reencontro no Central Park de Nova York, diante de meio milhão de pessoas, 11 anos após terem se separado, cantaram, ainda no início do espetáculo, logo após “April come she will”, a música “Wake up, Little Susie”, para alegria da multidão. Continue lendo “Bye, bye, Phil Everly”
Hoje pela primeira vez prestei atenção à letra de uma determinada música, “About the children”.
É uma melodia belíssima, e uma letra impressionante. Está no meu iTunes, e portanto já devo ter ouvido antes, em casa, ou caminhando. Mas nunca tinha prestado atenção a ela. Continue lendo “Depois que o amor acaba, volume 2”
Ouvi agora, por causa de um comentário da Mary, os dois últimos discos de Nara Leão, e me lembrei da frase “You always come back to the basics”. Continue lendo “Sobre Nara – e o básico, o clássico, o eterno”
Uma vez um amigo meu se viu numa situação curiosa, fascinante mesmo: em uma cidade que não era a dele, ficou interessado por duas colegas de trabalho, ambas belas, competentes, atraentes. Continue lendo “É melhor ser alegre que ser triste”
Quando é que vamos aprender que a cor da pele não significa absolutamente nada, não tem importância alguma? Continue lendo “A música é uma arma quente contra o racismo”
Cheguei em casa excitado, feliz feito pinto no lixo, feito Fê diante de Marina, porque trazia um novo suporte físico. Another Self Portrait (1969-1971) – The Bootleg Series Vol. 10. Continue lendo “Sobre suportes físicos – e Dylan”
Primeiro eu digo que sou filho de Juiz de Direito e aprendi, desde menino, a valorizar esse tipo de gente que se dedica a resolver conflitos e aplicar, com conhecimento e sensatez, a Justiça. Mais que a lei, a Justiça, pois a legislação que foge do bom direito não deve prosperar, tem de ser revogada. Continue lendo “O livrinho e o Supremo”
O primeiro show que Yusuf/Cat Stevens apresentou no Brasil – no sábado, 16 de novembro, no Credicard Hall, lugar para umas 7 mil pessoas – foi absolutamente impressionante por uma série de razões. Continue lendo “Obrigado, Yusuf”