Quando Madre Paulina, a santa brasileira, foi canonizada, beatificada ou algo parecido, em cerimônia no Vaticano, o presidente Fernando Henrique esteve lá. Assistiu à missa solene com a presença do Papa e, algumas pessoas garantem, até comungou. Continue lendo “Certa noite, no Alvorada”
Café na esquina, lembra?
Mãe e filho entram no táxi:
— Você leva a gente pra Vila Mariana, por favor?
— Qual rua? – pergunta o motorista, tomando a direção do bairro. Continue lendo “Café na esquina, lembra?”
Respeitem o livrinho
Vinte e quatro anos depois do golpe militar e político que nos afundou em uma ditadura, reestabelecido o poder civil, os brasileiros se concentraram na elaboração de uma nova constituição, democrática, para o país. Continue lendo “Respeitem o livrinho”
Frank, Ella, Billie… tudo pro lixo
Há algum tempo… uns dez anos, vinha acariciando a idéia de trocar meu equipamento de som. Para ser sincero, o que tentei foi encontrar novas caixas acústicas para o antigo, um Gradiente velhão, de três décadas. Continue lendo “Frank, Ella, Billie… tudo pro lixo”
As cartas conversavam
Minha mãe, que se foi há alguns anos, sempre gostou de uma boa conversa.
Especialistas em signos, luas, sóis e mapas astrais talvez pudessem explicar sua extraordinária vocação verbal. Até quando escrevia, conversava. Continue lendo “As cartas conversavam”
No bar do Careca
Meio-dia de sol e céu azul, vou pela sombra no rumo do bar do Careca, onde vou buscar um vidro de pimenta malagueta que ele curtiu e guardou para mim. Continue lendo “No bar do Careca”
Os homens da fronteira
Viajar é mais, eu vejo mais, já disse em parceria com Toninho Horta. Mas quando não se trata de um jipe antigo rodando pelos caminhos de Minas e sim de um percurso em que se atravessa a linha divisória de países, a experiência nem sempre é tranqüila. Continue lendo “Os homens da fronteira”
Mr. Davenport
Malcolm Davenport, marinheiro inglês a caminho do Caribe, naufragou no Atlântico próximo da foz do Rio Amazonas no comecinho do século passado. Bom nadador, foi o único a se salvar, ajudado por precário salva-vidas a que se agarrou com unhas e dentes. Continue lendo “Mr. Davenport”
Pequenas preciosidades
Um pouco antes de começar essa crônica, remexendo em velhos livros, encontrei um de Murilo Rubião, escritor mineiro que só vi uma vez, quando fui à Imprensa Oficial de Belo Horizonte, que ele dirigia, entregar um trabalho ao escritor Jaime Prado Gouvêa. Continue lendo “Pequenas preciosidades”
As flores do bem, as flores do mal
O perigo pode morar nas flores, é o que constatei recentemente. Quando alguém abre a porta e, do outro lado, surge um braço carregando um buquê, é certo que corações se derretam. Quem envia expõe sua gentileza e homenageia quem recebe com o melhor de sua humanidade. Continue lendo “As flores do bem, as flores do mal”
Favre e o sonho
A grande verdade é que nós, os seres humanos, fomos feitos para a fábula. Poucos conseguem se inserir nela, alcançá-la, porém todos buscam, e a prova mais evidente disso é o imenso sucesso das dezenas de loterias que a Caixa Econômica Federal explora. Continue lendo “Favre e o sonho”
Felizes são os peixes
Café tomado, dentes escovados, roupas e bolsa em relativa ordem, percorro com calma, do meu jeito, os 11 ou 12 quarteirões que me separam de um dos meus mais antigos amigos paulistanos. Continue lendo “Felizes são os peixes”
Certa manhã nas areias de Copacabana
Vinte anos de idade, meio confuso diante do que estava acontecendo nos últimos dias, eu fora poucas vezes ao Rio de Janeiro. O desconhecido, as pessoas, o mar, a cidade enorme me assustavam. Continue lendo “Certa manhã nas areias de Copacabana”
Mal rompe a manhã
É esquisito, mas, ás vezes, tenho a sensação de que já fui feliz. Completamente. Continue lendo “Mal rompe a manhã”
Viajando no Padre Antonio Vieira
Viajei com meus amigos para Bilbao, para enfrentar um desafio e buscar uma vitória. Enfrentamos os obstáculos e conquistamos o que queríamos, ao final de três longos dias de muita conversa e chuva. Continue lendo “Viajando no Padre Antonio Vieira”
