O DNA do PT

Dominar e controlar. Binômio caro aos totalitários, esse conceito frequenta a agenda petista com incrível assiduidade. Quer-se dominar todos os espaços, sejam eles institucionais ou não governamentais, o Parlamento, o Judiciário, as ruas. E controlar tudo o que for possível: dos meios de produção à mídia, dos preços ao cotidiano dos cidadãos, que em cada esquina esbarram na abusiva intervenção do Estado em suas vidas. Continue lendo “O DNA do PT”

Made in Brazil

O Governo LuloDilma inovou: anúncios na TV e no Rádio estimulando o Brasil a gostar da Copa, a se entusiasmar com a competição, a torcer, a enfeitar as ruas e casas e a receber bem os convidados. Garanto que os vira-latas do tempo de Nelson Rodrigues não fariam melhor! Continue lendo “Made in Brazil”

Fenomenal patrulha

Ronaldo Fenômeno apoia Aécio Neves para a Presidência da República. Sim, ele já havia declarado isso algum tempo atrás, e disse de novo depois de fazer críticas à infraestrutura do Brasil que receberá a Copa do Mundo daqui a 15 dias. Foi chamado de oportunista, escorraçado, massacrado. Continue lendo “Fenomenal patrulha”

Detestava Hemingway e Huston sabe Deus

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John Ford detes­tava Hemingway e gos­tava razo­a­vel­mente da escrita com­plexa de Faulk­ner. O irlan­dês Liam O’ Flaherty era o seu escri­tor favo­rito. Era primo dele e Ford adaptou-lhe um romance de cora­gem e dela­ção, o The Infor­mer. Em Hemingway, o incó­modo vinha do lou­vor fácil a uma certa mito­lo­gia mas­cu­lina, estra­nha a Ford. Continue lendo “Detestava Hemingway e Huston sabe Deus”

Desconsolo

“Graças a Deus que estamos no estado democrático de direito e graças a Deus que os trabalhadores podem fazer greve. Mas o dano que a sociedade toda teve, de sofrimento, é irreparável”. Rilma Aparecida Hemetério, desembargadora do TRT-SP. Continue lendo “Desconsolo”

Vou de jegue

Primeiro, as promessas de mundos e fundos. Um legado nunca antes visto neste País se materializaria em mais aeroportos, portos, transporte urbano, telecomunicações. E ai dos que não acreditassem no conto. Uns danados de pessimistas, gente que aposta no quanto pior, melhor. Antipatriotas. Continue lendo “Vou de jegue”

O penico da rainha e a Cinemateca

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O pri­meiro a falar de peni­cos, e evo­cou o da Madame de Pom­pa­dour, foi Anto­ni­oni. Estava de visita à Cine­ma­teca. Luís de Pina, o direc­tor, colec­ci­o­nava mini­a­tu­ras. Mas o João Bénard lembrou-se de um, autên­tico, uma pre­ci­o­si­dade do Palá­cio da Pena, em Sin­tra. De louça por­tu­guesa, a rai­nha Dona Amé­lia guardava-o onde ainda hoje está, debaixo da cama. Par­ti­mos em roma­ria turística. Continue lendo “O penico da rainha e a Cinemateca”

Pega na mentira

Hábito ou vício, há tempos a mentira é classificada como doença – mitomania ou pseudolalia, o transtorno da mentira. Não são raros os políticos que sofrem desse mal ou que são treinados sob a regência desses distúrbios. Continue lendo “Pega na mentira”

Mickey, o rato que já não anda por aí

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Anda por aí um Rato com o nome dele. Mic­key Roo­ney nas­ceu atrás de um palco, nos bas­ti­do­res de um tea­tro. A mãe era bai­la­rina, ou melhor, e se não for­mos dos que têm a mania de andar sem­pre em pon­tas, era corista. O pai, um Homem Banana, cómico que, se que­ria que o público se risse, tinha de dar o corpo ao mani­festo. Continue lendo “Mickey, o rato que já não anda por aí”