É um caso para estudo em escolas de administração. Pelo avesso. Ensina tudo sobre o que não se deve fazer. Este é o resumo desta desastrada intervenção da Presidente Dilma na Petrobrás. Mas uma coisa se diga: foi coerente. Improvisada e insensata do começo ao fim. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (3)”
Pirueta na corda bamba
Depois das piruetas dos trapezistas do Gran Circo Planalto para disfarçar os números fiscais escabrosos, depois das peripécias no globo da morte para transformar déficit em superávit, depois do trabalho extraordinário dos clowns para varrer a sujeira da Petrobrás para debaixo da serragem do balanço sem auditoria, o grande lance da função estava reservado para os domadores. Continue lendo “Pirueta na corda bamba”
Nunca houve governo tão incompetente (2)
A maior empresa do Brasil estava ontem completamente acéfala. Se precisasse de alguém para tomar uma decisão relevante, não haveria. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (2)”
Para onde vai o Parlamento?
Qual caminho seguirá o parlamento brasileiro, após a vitória de Eduardo Cunha, na Câmara Federal? Continue lendo “Para onde vai o Parlamento?”
Os aloprados de Dilma
Como já diziam as favas contadas, Dilma Rousseff perdeu o primeiro embate na Câmara dos Deputados. E perdeu feio. Continue lendo “Os aloprados de Dilma”
Godard na “Casa dos Segredos”
“Quando se virou a página, virou-se a página.” É o que sai da boca de Godard. Mas o brilho triste dos olhos que Anna Karina fixa na boca dele desmentem-no. Estão, lado a lado, num plateau de televisão. Vinte anos depois de se terem divorciado. Vinte anos sem se terem voltado a ver. Continue lendo “Godard na “Casa dos Segredos””
“Podia passar mais rápido, por favor?”
O discurso de dona Dilma na primeira reunião ministerial de seu segundo governo e o ansiado balanço da Petrobrás, que vieram à luz no mesmo dia, sofrem de mal idêntico: inutilidade. Continue lendo ““Podia passar mais rápido, por favor?””
A batalha da propaganda
Presa em seu labirinto, guerreando contra suas convicções e tropeçando no teleprompter, a presidente da República reuniu o maior ministério da história do Brasil e possivelmente o maior do mundo, para ler sua arenga incolor, sem som e sem fúria, significando nada. Continue lendo “A batalha da propaganda”
O sonho não acabou
A história tem dessas coincidências felizes. Vinte e quatro horas após o “Martin Luther King Day”, e às vésperas dos 50 anos do “Domingo Sangrento”, Barak Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, conclamou seu país a virar a página dos últimos 15 anos. E promover uma economia que gera aumento de renda e oportunidade para todos. Continue lendo “O sonho não acabou”
Mudos
A presidente Dilma Rousseff está muda. O ex Lula, idem. Há mais de um mês nenhum deles dá um pio. Receio de cobranças sobre a adoção de medidas econômicas ortodoxas, que contrariam o que foi dito em campanha? Difícil crer. Continue lendo “Mudos”
O Cristo redentor de Pasolini
Era eu. Numa mão um livro, na outra uma metralhadora Vigneron. O livro era pequeno e vermelho. Boa para a guerrilha urbana, a metralhadora fora recuperada à FNLA, diziam-me os camaradas. Nunca a disparei, se me desculpam começar a crónica com um anticlímax. Continue lendo “O Cristo redentor de Pasolini”
O sorriso do doutor Levy
Em ‘Torresmo à Milanesa’, Adoniran e Carlinhos Vergueiro falam de dois operários que na hora do rango pegam suas marmitas e sentam num canto para comer e “conversar sobre isso e aquilo, coisas que nóis não entende nada…” Continue lendo “O sorriso do doutor Levy”
Espelho, espelho meu: que PT sou eu?
O PT está vivendo uma aguda crise existencial e procura, dentro de sua própria psique, a verdadeira identidade que o trouxe até aqui, ao início de seu quarto mandato consecutivo no comando do Poder Executivo. Continue lendo “Espelho, espelho meu: que PT sou eu?”
Longe de Davos, perto de Evo
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, desembarca esta semana em Davos, na Suíça, com a tarefa de convencer a elite da economia mundial que o Brasil, agora, entrará nos eixos. Continue lendo “Longe de Davos, perto de Evo”
Aproveitemos para caçar ursos
Era homem para dobrar a natureza. E mulheres, dizem. Mesmo que só o tenham amado metade das que amou, ou com quem se deitou, já daria para fazer um gracioso cordão humano à volta dos estúdios da Fox ou da Warner. Continue lendo “Aproveitemos para caçar ursos”



