Mãe e filho entram no táxi:
— Você leva a gente pra Vila Mariana, por favor?
— Qual rua? – pergunta o motorista, tomando a direção do bairro. Continue lendo “Café na esquina, lembra?”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Mãe e filho entram no táxi:
— Você leva a gente pra Vila Mariana, por favor?
— Qual rua? – pergunta o motorista, tomando a direção do bairro. Continue lendo “Café na esquina, lembra?”
Vinte e quatro anos depois do golpe militar e político que nos afundou em uma ditadura, reestabelecido o poder civil, os brasileiros se concentraram na elaboração de uma nova constituição, democrática, para o país. Continue lendo “Respeitem o livrinho”
há verdades
espalhadas pelo mundo.
umas escondidas e outras iluminadas e num pedestal. Continue lendo “A Espécie Humana. Capítulo 2”
“Querem infantilizar os brasileiros com essa história de pai e mãe”. Essa foi a frase politicamente mais significativa e importante que a candidata Marina Silva pronunciou em toda a campanha eleitoral. Mais importante que todas as suas quilométricas panacéias sobre sustentabilidade. Continue lendo “Brincando de casinha”
Há algum tempo… uns dez anos, vinha acariciando a idéia de trocar meu equipamento de som. Para ser sincero, o que tentei foi encontrar novas caixas acústicas para o antigo, um Gradiente velhão, de três décadas. Continue lendo “Frank, Ella, Billie… tudo pro lixo”
Caríssima, não raro maçante, mas considerada por 11 entre 10 analistas como essencial para a decisão do eleitor, a propaganda eleitoral de rádio e TV, que começa na terça-feira e se estende por 45 dias, repetirá a fórmula ultrapassada e mal-engendrada que, há anos, alimenta vícios danosos ao país. Continue lendo “O show do bilhão”
Minha mãe, que se foi há alguns anos, sempre gostou de uma boa conversa.
Especialistas em signos, luas, sóis e mapas astrais talvez pudessem explicar sua extraordinária vocação verbal. Até quando escrevia, conversava. Continue lendo “As cartas conversavam”
É sempre bom repetir: nunca estivemos tão bem. Vivemos no melhor dos mundos. Estamos melhor que a Finlândia, que a Noruega: chegamos ao paraíso, ao nirvana. Continue lendo “Aqui não tem terremoto – Volume 2”
Meio-dia de sol e céu azul, vou pela sombra no rumo do bar do Careca, onde vou buscar um vidro de pimenta malagueta que ele curtiu e guardou para mim. Continue lendo “No bar do Careca”
o entardecer silenciou as vozes do mundo. os últimos pássaros teimosos se aninham em seus berços de galhinhos e plumagem. no meio do silêncio eu espero. Continue lendo “A Espécie Humana. Capítulo 1”
A candidata Dilma Roussef disse na entrevista que deu ao Jornal Nacional, na TV Globo, que o PT, quando chegou ao governo, em 2002, teve que enfrentar uma inflação incontrolável. Continue lendo “A emoção sempre vence”
Viajar é mais, eu vejo mais, já disse em parceria com Toninho Horta. Mas quando não se trata de um jipe antigo rodando pelos caminhos de Minas e sim de um percurso em que se atravessa a linha divisória de países, a experiência nem sempre é tranqüila. Continue lendo “Os homens da fronteira”
Malcolm Davenport, marinheiro inglês a caminho do Caribe, naufragou no Atlântico próximo da foz do Rio Amazonas no comecinho do século passado. Bom nadador, foi o único a se salvar, ajudado por precário salva-vidas a que se agarrou com unhas e dentes. Continue lendo “Mr. Davenport”
Então ficamos sabendo, pela entrevista de Dilma Rousseff ao Jornal Nacional no dia 9 de agosto, que o Brasil é um dos países com maior crescimento econômico do mundo, e ao mesmo tempo não cresce mais por culpa do governo FHC, que acabou há quase oito anos; que a inflação em 2003, quando Lula assumiu, estava “descontrolada” e o país vivia em instabilidade. Continue lendo “Dilma mente, a campanha de Dilma mente”
Até o próximo debate, e há pelo menos outros quatro ou cinco planejados, muito ainda vai se falar sobre o primeiro embate televisivo da campanha de 2010. Da estréia meio trôpega, mas sem maiores tropeços de Dilma Rousseff, à confirmação do carisma quase zero do candidato José Serra, pouco ou quase nada deverá ficar na memória do eleitor. Continue lendo “Mais do mesmo”