Nem os países da zona do euro, nem o baque de 38% na geração de emprego formal. Nada, mas nada está tão em baixa quanto a cotação da moral, forçada pela alta acelerada dos índices de sem-vergonhice e da cara-de-pau. Continue lendo “Moeda podre”
Mineiro: o queijo
Na mão a faca e o queijo. Não qualquer um, desses fabricados pelos grandes laticínios, feitos com leite pasteurizado, à moda norte-americana. Ou aquela coisa mole, soro puro, que faz sucesso nos supermercados e lojas sofisticadas do país. Continue lendo “Mineiro: o queijo”
De Niro não é um animal
O europeu Passos Coelho queixou-se há tempos de um murro no estômago. Com um murro em cheio na cara começa a história de Jake la Motta, em Raging Bull (*). O filme é desse nervoso genial e miudinho chamado Scorsese. Continue lendo “De Niro não é um animal”
Problemas de memória
Ele diz que não viajou no avião e depois diz que viajou mas não sabe bem se viajou porque não tem memória absoluta. Continue lendo “Problemas de memória”
Más notícias do país de Dilma (28)
A conclusão a que se chega é que a presidente Dilma Rousseff não tem moral, vergonha na cara.
Se não, vejamos. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (28)”
Em um site, o mar sem fim
Aviso aos navegantes da web. Tempo bom e vento a favor para quem estiver disposto a viajar pelos quase 7.500 quilômetros da costa brasileira, descobrir sua dramática realidade, sua beleza, riqueza cultural, tradições. Continue lendo “Em um site, o mar sem fim”
A voz do dono
Ícone da participação partidária, do estímulo ao debate entre correntes diversas e, portanto, da democracia interna, a consulta prévia para escolher candidatos majoritários do PT foi para o saco. E não só na cidade de São Paulo, onde os quatro postulantes cederam gentilmente a vaga ao pupilo da vez do ex-presidente Lula. Continue lendo “A voz do dono”
Filhos únicos
Mais de dez da noite, o ônibus deixa a rodoviária simples, no interior mineiro, e toma o rumo da maior cidade do país. Poucos metros adiante, procura o acostamento: Continue lendo “Filhos únicos”
Zamenhof?! Quem é esse cara?
1. Quando eu era menino, como todo bom brasileiro, acho, aprendi a língua do Pê. A gente falava com amigos, acreditando que ninguém entendia. Continue lendo “Zamenhof?! Quem é esse cara?”
Uma agulha no coração
Arrisco uma definição: o cinema é aquilo de que nos lembramos depois de esquecermos tudo o que aprendemos. Continue lendo “Uma agulha no coração”
Meu reino por uma causa
Um jovem é um ser imaculado por natureza, e por ser puro é inimputável. Continue lendo “Meu reino por uma causa”
Más notícias do país de Dilma (27)
Agora vai: o novo ministro do Esporte chegou com uma idéia na cabeça. Quer que a Fifa reserve uma parcela dos ingressos da Copa de 2014 para indígenas e beneficiários do Bolsa Família. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (27)”
Voltei à cachaça
Nas férias de outubro, voltei à cachaça.
A frase é a mais pura expressão da verdade, embora seja necessário dar duas explicações. Continue lendo “Voltei à cachaça”
“Eu não sabia”
Como passe de mágica, uma proposta para anistiar mensaleiros cassados apareceu na pauta da sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, presidida João Paulo Cunha (PT-SP), ele próprio um mensaleiro. Surgiu assim, do nada, de repente. E só não deu certo porque mais uma vez a imprensa, essa estraga prazeres, agiu a tempo.
A morte manda lembranças
Eu aprendi a gostar de Getúlio Macedo, sempre presente nas assembléias e nas festas dos compositores. Eis que chegou sua hora, como é inevitável: ele morreu no mês de outubro. Continue lendo “A morte manda lembranças”
