Bruce Springsteen acredita em música. Na força da música. Na crença de que a música é poderosa, e pode fazer diferença. Continue lendo “Obrigado, Bruce”
O tempo não passa
Gostei muito de um texto que li nos jornais, de autoria de Carlos Heitor Cony. Para ele, os ministros novos do Supremo, que não participaram do julgamento do mensalão e agora querem influir em suas consequências, estariam emendando um soneto que não escreveram. Continue lendo “O tempo não passa”
Paixão pela MPB
Há os cínicos e os believers. Não gosto dos primeiros. Admiro os do segundo grupo.
Os believers lutam, batalham, empreendem. Continue lendo “Paixão pela MPB”
A ignorância de Welles reinventou o cinema
Passos Coelho quando chegou ao governo sabia tudo. Orson Welles quando chegou a Hollywood não sabia nada. Continue lendo “A ignorância de Welles reinventou o cinema”
Em vez de Justiça, a minudência
Por uma minudência, por um entendimento a respeito de uma pequena tecnicalidade, o ministro Celso de Mello cometerá uma gigantesca, amazônica, abissal asneira. Continue lendo “Em vez de Justiça, a minudência”
A nova trincheira de Gabeira
No início deste ano Fernando Gabeira lançou um novo livro de memórias, Onde está tudo aquilo agora?, pela Companhia das Letras, e declarou, nas páginas finais, que “chegara a hora de deixar a política como profissão”. Continue lendo “A nova trincheira de Gabeira”
Más notícias do país de Dilma (116)
Duas reportagens e dois artigos publicados nos últimos sete dias demonstram cabalmente por que a imprensa livre é fundamental – e também por que o PT jamais abandona a idéia que querer controlá-la. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (116)”
Bem-vindos ao clube
Um amigo me contou que L. e E. acabam de ser avós. Entraram para o clube.
Uso apenas as iniciais para preservá-los. Há quem se exponha demais, como eu mesmo; há quem prefira não se expor, e eles devem ser respeitados. Continue lendo “Bem-vindos ao clube”
Os mascarados
Máscara é um disfarce. Um jeito de esconder, velar a verdade, desinformar.
Na infância, encantava-me com o Zorro e o Batman, heróis das histórias em quadrinho e dos filmes em série do cinema. Continue lendo “Os mascarados”
Hollywood raramente se engana e nunca se cala
Para fechar a silly season, e ao fim de dois anos de aturado labor intelectual, autorizo-me uma lista fútil. São episódios que, de certos filmes, teriam feito filmes diferentes. Outros, bem mereciam ter dado um filme. Continue lendo “Hollywood raramente se engana e nunca se cala”
Mais médicos e mais tolos
Os médicos cubanos produzidos em série chovem aos borbotões e o governo implementa o seu programa Mais Médicos desmentindo o que dissera antes – que desistira de importar cubanos – porque o governo sempre acaba fazendo o que quer e convencendo a sociedade que tudo o que faz é para o bem do povo. Continue lendo “Mais médicos e mais tolos”
Más notícias do país de Dilma (115)
Nos últimos sete dias, não houve uma má notícia gigantesca, espetacular, como um grave apagão atingindo diversos Estados do País ou a chocante demonstração de sujeição às vontades de um governante bolivariano.
Houve, isso sim, um número imenso de más notícias como já virou usual no país de Dilma Rousseff. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (115)”
“Caminhando” e a cegueira ideológica
Quarenta e cinco depois, a cegueira ideológica continua perseguindo a canção “Caminhando”, que Geraldo Vandré compôs em 1968. Continue lendo ““Caminhando” e a cegueira ideológica”
Um governo de traição nacional
A história e a política estão cheias de grandes tiradas, de declarações que mudaram o rumo do mundo e que inflamaram o desejo e o sonho de milhões durante décadas ou séculos. “Obviamente, demito-o!” “De l’audace, toujours de l’audace, encore de l’audace!” “We shall fight on the beaches…” “Os proletários não têm nada a perder senão as suas grilhetas!”… Continue lendo “Um governo de traição nacional”
O jornalismo humanista de Anélio Barreto
”Quem gosta de reportagem é repórter”. A frase, de um diretor de jornal neste século 21, procura demonstrar que o progressivo desaparecimento das grandes reportagens autorais no jornalismo contemporâneo corresponde a um crescente desinteresse dos leitores, que estariam preferindo se informar por meio de notícias curtas e “objetivas”, mesmo porque para a grande maioria das pessoas o tempo é cada vez mais escasso e não dá para ler textos extensos. Continue lendo “O jornalismo humanista de Anélio Barreto”


