Mea culpa.
Não, latim ninguém vai entender, fora aquele pessoal da área de Direito que já nasceu de terno e gravata, data vênia. Continue lendo “Quem? Como? Onde? Quando? Por quê?”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Mea culpa.
Não, latim ninguém vai entender, fora aquele pessoal da área de Direito que já nasceu de terno e gravata, data vênia. Continue lendo “Quem? Como? Onde? Quando? Por quê?”
Anélio foi foca, logo depois repórter, copydesk, subeditor, editor, editor-executivo, editor-chefe, chefe de jornalismo. Fez a carreira toda, do iniciozinho, do zero, até o topo, no Jornal da Tarde. Já no topo, esteve na revista Afinal, na Rádio Eldorado, e finalmente no Estadão. Mas nunca deixou de ser repórter. Continue lendo “Anélio”
Tem dia que parece que não vou aguentar esse turbilhão de sentimentos confusos e doloridos, aí escrevo. Colocando pra fora alivia algumas respirações. Continue lendo “Saudade verde musgo, úmida e pegajosa”
Muitos anos atrás, um guarda rodoviário parou o Sandro na estrada. Pobre guarda. Se soubesse o que viria pela frente, teria deixado passar. Continue lendo “Sandro Vaia”
No final da noite deste sábado e ao longo da madrugada e do dia de domingo, o Facebook e o Twitter foram tomados por elogios a Sandro Vaia, feitos por colegas, amigos e um grande número de leitores, de gente que admira seus textos. Continue lendo “Sandro Vaia por Elói, Gazzi, Mariangela, Josué, Rita, Lu…”
O texto abaixo foi publicado pelo portal do Estadão. Seu autor, Roberto Godoy, trabalhou com Sandro Vaia durante muitos anos e era muito amigo dele.
Mais adiante, reproduzo o texto de outro colega e amigo do Sandro (e meu), Pedro Fávaro Júnior. (Sérgio Vaz) Continue lendo “Sandro Vaia por Roberto Godoy e por Pedro Fávaro”
Confesso que sou da época da máquina de escrever, do telex e da telefoto (leitor jovem, vá ao Google). Não considero aqueles tempos jurássicos, como o brilhante editor Carlinhos, num vacilo, titulou matéria que fiz no Diário do Comércio; eram tempos heróicos. Continue lendo “Jornalista dos tempos jurássicos cria novo aplicativo”
Estou habituado a ver como a Folha de S. Paulo é um jornalzinho danado de metido a besta, a absoluto e único dono da verdade. Mas, mesmo assim, o título abaixo me assustou:
“Natureza da alma é dissecada em novo livro da Coleção Folha” Continue lendo “Extra, extra! A Folha dissecou a natureza da alma!”
Fúlvio, o escrivão, compreendeu a situação dos rapazes da sala de imprensa. Pediu dez minutos para tentar saber o que estava havendo. “Com cuidado, vocês sabem. Oficialmente não poderia fazer isso.”
(Para ler o capítulo anterior, clique aqui.) Continue lendo “Quando os Repórteres Usavam Revólveres (6, e último)”
Uma dúvida acometeu Rago no exato instante em que dava mais um gole, pequeno gole, de espera, em seu copo de conhaque. Castilho o passara para trás?
(Para ler o capítulo anterior, clique aqui.) Continue lendo “Quando os Repórteres Usavam Revólveres (5)”
A pessoa que escreveu o olho, o texto de abertura, logo abaixo do título da matéria de capa da revista São Paulo, da Folha de S. Paulo de 7 de junho, deveria ser demitida por justa causa. Continue lendo “Jornalistas analfabetos – ou pior ainda”
Os tacos do piso que cobriam as salas, na Delegacia de Homicídios, estalavam à medida que se andava neles. Muitos estavam soltos. Na sala de Maurício Castilho, o barulhinho irritante não cessava. O delegado andava de um lado para o outro.
O que acontece na sala de imprensa? A barulheira das máquinas de escrever cessou. Foi-se o burburinho das conversas cruzadas sobre as cabeças. Os olhares desfocam as laudas; transferem-se para a porta. Aqui, emoldurada pelos batentes, está uma deusa.
(Para ler o capítulo anterior, clique aqui.) Continue lendo “Quando os Repórteres Usavam Revólveres (3)”
Um filete de sangue escorreu sob a porta de um apartamento, num prédio muito falado no bas-fonds. O risco vermelho avançou cinco centímetros pelo corredor do terceiro andar. Era um sinal tão pequeno que demorou muito para ser notado.
(Para ler o capítulo anterior, clique aqui.) Continue lendo “Quando os Repórteres Usavam Revólveres (2)”
Rago está muito à vontade, neste fim de noite. As pernas cruzadas em cima da mesa. O corpo, jogado de tal forma para trás que a cadeira, sob impacto, apoia-se em dois pés. A única luz acesa coa claridade para um jornal, que tem à frente dos olhos. Manchete velha: SANGUE NA BOCA DO LIXO. A esta hora havia sangue novo em outra parte da cidade. Sabia muito bem disso. Continue lendo “Quando os Repórteres Usavam Revólveres (1)”