A revista Veja desta semana afirma, na seção Veja essa, que “o clássico ‘O Barquinho’, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, foi eternizado na voz de Nara Leão”.
É uma afirmação errada. Continue lendo “Veja errou sobre Nara – e errou feio”

Por Sérgio Vaz e Amigos
A revista Veja desta semana afirma, na seção Veja essa, que “o clássico ‘O Barquinho’, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, foi eternizado na voz de Nara Leão”.
É uma afirmação errada. Continue lendo “Veja errou sobre Nara – e errou feio”
Um título jornalístico pode, ao mesmo tempo, expressar uma verdade mas transmitir uma idéia completamente errada dos fatos. Continue lendo “Mau jornalismo”
A volta do título Jornal do Brasil às bancas é em princípio um fato positivo, que deveria ser saudado e festejado por todas as pessoas de bem, todos os cidadãos que apreciam a democracia. Continue lendo “O novo JB chega com ginástica mental”
Quando adolescente, em Belo Horizonte, ele tinha a fama de chegar às reuniões de um cineclube com um exemplar do Cahiers du Cinéma debaixo do braço. Isso na década de 60, numa cidade ainda bastante interiorana. Discutia as tendências da Nouvelle Vague, falava sobre qualquer diretor de vanguarda… Continue lendo “Lauro Machado Coelho: cultura e integridade”
O jornalista Ancelmo Gois afirmou nesta sexta-feira na sua coluna em O Globo que “a participação do presidente Michel Temer em Davos, na Suíça, passou quase despercebida”. Continue lendo “Irresponsible news”
Flash: O JORNALISMO VEIO A FALECER.
(não segue ampliação)
Poderosos meios de comunicação fizeram terrorismo. Tentaram criar um ambiente inflacionário – algo perigosíssimo em um país que viveu afundado em inflação crônica por mais de três décadas. Continue lendo “Jornalismo, histeria, terrorismo”
Nos anos 70, a ditadura militar e seu representante maior na Bahia, Antônio Carlos Magalhães, asfixiaram de todas as maneiras o Jornal da Bahia, o único que fazia oposição ao governador. Continue lendo “O PT esmaga o jornal Correio”
Fantástico: O Globo desta quinta-feira, 22/6, traz na primeira página uma notícia positiva sobre o Brasil sem usar qualquer tipo de adversativa. Que eu saiba, é a primeira vez que isso acontece desde o dia 18 de maio, quando o jornal iniciou sua Cruzada para derrubar o governo e publicou a manchete “Temer é gravado ao dar aval a compra de silêncio de Cunha”. Continue lendo “Fantástico: uma notícia positiva na capa do Globo!”
Já faz algum tempo que parece claro para as pessoas com alguma informação e lucidez que o Brasil está mergulhado na mais profunda crise econômica, política e moral da sua história. Tem me impressionando, no entanto, que a imprensa está igualmente chafurdando num fundo de poço inimaginável. Continue lendo “Mais perdida que cego em tiroteio”
Por diversos motivos, o principal deles o fato de ser a absoluta líder de audiência no país, a Rede Globo é odiada por muita gente, e não é de hoje.
Há quem veja nela “a inimiga número 1 do Brasil”. Continue lendo “Por que essa Cruzada das Organizações Globo?”
As empresas jornalísticas têm o absoluto direito de tomar partido. Assim como toda e qualquer empresa. Assim como toda e qualquer pessoa física. Só que quando as empresas jornalísticas tomam partido, é fundamental que expliquem ao respeitável público por que o fazem. E que não misturem o que é opinião com o que é informação. Continue lendo “As Organizações Globo piraram”
Neste domingo, 2, fez um ano que o Sandro Vaia partiu. Piscamos o olho e já faz um ano. No meu desconsolo, lembrei de um caso dos bons tempos do Jornal da Tarde. Continue lendo “Sandro decide a parada”
The Washington Post, um dos mais influentes jornais dos Estados Unidos e do mundo, com 140 anos de história, introduziu em seu site, na quarta-feira passada, a mensagem “Democracy Dies in Darkness”, que também estará estampada na versão impressa, abaixo de sua marca. Antecipou-se na compreensão do breu anunciado. Continue lendo “A democracia morre na escuridão”
O jornalismo moderno reprimiu a veia literária de redatores e repórteres de meados do século passado. Acabou com o nariz de cera, então em uso. O nariz era um preâmbulo cheio de estilo, para criar o clima – e finalmente entrar na notícia. Continue lendo “Do nariz de cera ao lead sumário”