Aproveitando a semana em que todos os olhos e os ouvidos estão voltados para a CPI da pandemia, uns e outros aí aproveitaram para surfar na super onda que atingiu nossas praias por estes dias. Continue lendo “Soltando a Boiada!”
Pai Zuello
Em 1990, a vidente Mãe Dinah surpreendia o País com suas previsões. Estava na tevê, e tinha coluna em jornais. Previu que o Brasil não ganharia a Copa do Mundo, tampouco Ayrton Senna o Grande Prêmio de Interlagos – o que de fato aconteceu. Previu também a morte dos músicos do conjunto Mamonas Assassinas. Outras tantas previsões, no entanto, não se confirmaram. Continue lendo “Pai Zuello”
Mix de Abobrinha!
Não, não se trata de receita do Master Chef ou de qualquer outro programa de culinária. Continue lendo “Mix de Abobrinha!”
A lauda em branco
A maior angústia de um repórter, depois de um dia de trabalho na rua, desses que não dá nem para almoçar, era, antigamente, ficar olhando para a lauda de papel em branco, ou ter a sensação de que ela olhava para ele, sem que no meio de campo surgisse a bola a ser chutada; isto é, a inspiração para cravar a primeira linha. Continue lendo “A lauda em branco”
Climão!
Dias antes do encontro de líderes mundiais organizado pelos Estados Unidos para discutir o clima, Jair Bolsonaro enviou uma carta ao presidente americano Joe Biden pedindo ajuda para fiscalizar a Floresta Amazônica.
Deve ter sido mais ou menos assim: Continue lendo “Climão!”
Caminhada
Há uma figura – um homem… um velho – que pode ser vista em solitária caminhada, quando o sol da tarde arrefece. O tipo vence uma quadra, e chega ao lago do condomínio de ares campestre onde vive. Lá estão os cisnes (são três). Navegam em formação, um atrás do outro. Na margem, há pessoas apreciando a paisagem, às vezes conversando. E pescadores. Continue lendo “Caminhada”
Eita Semaninha Ruim, Sô!
Já tem dois dias que estou tentando me inspirar em alguma notícia que valha a pena comentar, mas tá difícil. Continue lendo “Eita Semaninha Ruim, Sô!”
Com a Morte Não Se Brinca!
Não mesmo! Com a morte não se brinca de jeito nenhum.
Mas tem gente que insiste em desafiar o calendário da data marcada para cada um e atentar contra vidas ainda a serem vividas. Continue lendo “Com a Morte Não Se Brinca!”
A leitora
O que um número – 403 – pode significar na vida de uma pessoa apaixonada por livros? No caso de Dena Brandão, significa que ela leu, em seu e-book, essa quantidade de obras em 2019. Nem que tenha sido um pequeno trecho, descartado se não a agradou. O número foi mandado a ela pelo Kindle, da qual é cliente – assídua, como se vê. Continue lendo “A leitora”
O Baile!
O baile, ou os bailes que costumam acontecer no suntuoso Palácio do Planalto, têm sido bastante movimentados ultimamente, com um intenso troca-troca de dançarinos. Continue lendo “O Baile!”
Doces Olheiras!
Os acontecimentos da semana me fizeram lembrar da música “Doces Olheiras” composta por João Bosco e Aldir Blanc, especialmente o trecho que diz: “escândalos, paixões e correrias, têm sido assim os meus dias…” É só substituir “meus dias” por “dias deles” (dos ilustres representantes da República da Banânia), e tudo se encaixa. Continue lendo “Doces Olheiras!”
Agora Vai!
Oba! Mudamos o Ministro da Saúde! Sai Pazuello, entra Queiroga!
Depois da série de tropeços cometidos pelo ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o Congresso começou a fazer pressão para que ele pegasse sua mochila e fosse acampar em outro terreno. Muito justo, diante do absurdo número de mortos provocado pela Covid-19 e da inércia dele diante da gravíssima situação. Continue lendo “Agora Vai!”
Pé na Jaca!
Até que ponto a novela imita a vida ou a vida imita a novela?
Nesta semana, personagens do nosso cenário político enfiaram o “Pé na Jaca” e acabaram criando um clima de “Bang-Bang” no país, com decisões pra lá de polêmicas em assuntos diretamente ligados à vida dos brasileiros. Continue lendo “Pé na Jaca!”
Do Tocantins aos sons dos tempos do onça
Para ouvir a valsa “Carrossel”, com André Kostelanetz e sua orquestra de concerto, girei várias vezes a manivela, movi o braço com a peça onde se encaixa a agulha e baixei-os sobre o disco que girava. Gesto comum nas primeiras décadas de 1900. Se não citei uma corneta, é porque meu gramofone não tem o dispositivo. É um modelo portátil. Continue lendo “Do Tocantins aos sons dos tempos do onça”
Minha Casa Minha Vida!
Quanta gente já realizou o sonho da casa própria com o Minha Casa Minha Vida desde quando o programa foi implantando. Continue lendo “Minha Casa Minha Vida!”





