“O paradoxo de Abilene” é uma fábula clássica usada pelas consultorias de gestão de empresas que mostra como as circunstâncias podem levar um grupo de pessoas a agir de uma forma oposta às suas preferências. Continue lendo “O paradoxo de Abilene”
Muquifo
Animada pela pesquisa CNI/Ibope que lhe conferiu 43% de aprovação, cinco pontos percentuais acima do levantamento de setembro, a presidente Dilma Rousseff comemorou no estilo que lhe ensinaram: em cima do palanque. Continue lendo “Muquifo”
Só lhe falta ter piratas
Levem os rapazes ao cinema. Borrifem-se para as classificações etárias e levem as criancinhas a ver Mud, de Jeff Nichols, que em português se chamou Fuga. Continue lendo “Só lhe falta ter piratas”
The Elders
O que Nelson Mandela fez pelo ser humano jamais será suficientemente valorizado. A vitória sobre o apartheid em seu país é obra de gigante. Acho incrível quando ainda leio críticas à sua atuação como administrador. Não basta ele ter conseguido que brancos e pretos andem na mesma calçada, frequentem a mesma escola, sejam tratados pelo mesmo médico? O que hoje parece tão comum – não é? – antes de Mandela era impensável. Continue lendo “The Elders”
Palavras, gestos e atos
A palavra “estadista” nunca foi tão usada e abusada quanto nesta semana em que o mundo parou para lembrar, dançar, chorar e enterrar Nelson Mandela. Continue lendo “Palavras, gestos e atos”
Cadê o bê-a-bá?
Chavão de candidatos de todos os partidos, de vereador a presidente da República, a tal da melhoria da qualidade de ensino não consegue descer do palanque e chegar às crianças e jovens do País. Ano a ano, o Brasil continua condenando milhões à ignorância simplesmente porque não leva a sério, não quer, de verdade, debruçar-se sobre a educação. Ou melhor, em como corrigir a falta dela. Continue lendo “Cadê o bê-a-bá?”
Todos o queriam, todos o proibiam
Muitas das coisas de que o nazi Joseph Goebbels gostava são coisas de que todos gostamos. Uma delas é o filme M, que outro alemão, Fritz Lang, realizou em 1931. A sensibilidade de Goebbels derreteu-se ao vê-lo no cinema. Continue lendo “Todos o queriam, todos o proibiam”
O enguiço
O Brasil está enguiçado. Sem instrução e sem educação. Não há possibilidade de um país crescer com tanta ignorância e tanta deseducação. E tanto desamor. Continue lendo “O enguiço”
Mandela e o roqueiro
O mundo brasileiro da política se move em três dimensões paralelas, que não têm contato nem relação entre si. E mesmo esses universos se movem em várias pequenas constelações que também não se comunicam. Continue lendo “Mandela e o roqueiro”
Cadê o Lula?
Quando me acusam de cismar com o Lula, minha vontade é dizer: “e você queria que eu cismasse com quem, no que se refere ao Brasil?”. Continue lendo “Cadê o Lula?”
O pecado é publicar
Controlar a mídia ainda que tardia. Essa parece ser a missão que o ex-secretário de Comunicação de Lula, Franklin Martins, elegeu para si. Continue lendo “O pecado é publicar”
Que se lixem as atenuantes
Está escuro. Mesmo no escuro, sei bem que estou corado. É desse intenso, rubro prazer, que só se tem no escuro de uma sala de cinema, que quero falar. Confesso-me. São prazeres gratuitos, indesculpáveis. Que se lixem as atenuantes. É para ser culpado? Sou. Continue lendo “Que se lixem as atenuantes”
A igreja católica continua católica
O papa Francisco aqueceu tenros e ingênuos corações socialistas com a divulgação da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (A Alegria do Evangelho), que alguns jornais definiram como “a base para a maior reforma” da Igreja em 30 anos. Continue lendo “A igreja católica continua católica”
7 dias de novembro
Toda essa semana foi estranha. Não houve um dia em que notícias, declarações, jornais, blogs, opiniões, não me fizessem ficar irritada. Mesmo quando a notícia era positiva, ela vinha acompanhada de um detalhe abstruso, exasperante, estúpido. Continue lendo “7 dias de novembro”
A democracia de Dilma
Os aeroportos do Galeão, no Rio, e de Confins, região metropolitana de Belo Horizonte, leiloados na sexta-feira, alcançaram valores recordes superiores a R$ 20 bilhões. Mais: ambos foram arrematados por gente para lá de experiente. Continue lendo “A democracia de Dilma”



