O circo está chegando, com suas feras, seus leões, seus trapezistas, seus mágicos e seus palhaços. Continue lendo “O maior espetáculo da Terra”
Fenomenal patrulha
Ronaldo Fenômeno apoia Aécio Neves para a Presidência da República. Sim, ele já havia declarado isso algum tempo atrás, e disse de novo depois de fazer críticas à infraestrutura do Brasil que receberá a Copa do Mundo daqui a 15 dias. Foi chamado de oportunista, escorraçado, massacrado. Continue lendo “Fenomenal patrulha”
O ambiente exige respeito
Serviços públicos para lá de precários, preços que doem no bolso desafiando o blablablá oficial, insegurança, roubalheira, um sem fim de promessas que não se concretizam. São motivos mais do que suficientes para que a mudança seja a reivindicação primeira dos brasileiros. Continue lendo “O ambiente exige respeito”
Detestava Hemingway e Huston sabe Deus
John Ford detestava Hemingway e gostava razoavelmente da escrita complexa de Faulkner. O irlandês Liam O’ Flaherty era o seu escritor favorito. Era primo dele e Ford adaptou-lhe um romance de coragem e delação, o The Informer. Em Hemingway, o incómodo vinha do louvor fácil a uma certa mitologia masculina, estranha a Ford. Continue lendo “Detestava Hemingway e Huston sabe Deus”
Desconsolo
“Graças a Deus que estamos no estado democrático de direito e graças a Deus que os trabalhadores podem fazer greve. Mas o dano que a sociedade toda teve, de sofrimento, é irreparável”. Rilma Aparecida Hemetério, desembargadora do TRT-SP. Continue lendo “Desconsolo”
Muito além do jardim
“Devemos cultivar nosso jardim”, ensinava o Cândido de Voltaire, o aluno do dr. Pangloss, que dizia que “tudo vai pelo melhor dos mundos possíveis”. Era a única coisa que Chance Gardner, o personagem de Peter Sellers em Muito Além do Jardim, sabia fazer, além de ver televisão. Continue lendo “Muito além do jardim”
Vou de jegue
Primeiro, as promessas de mundos e fundos. Um legado nunca antes visto neste País se materializaria em mais aeroportos, portos, transporte urbano, telecomunicações. E ai dos que não acreditassem no conto. Uns danados de pessimistas, gente que aposta no quanto pior, melhor. Antipatriotas. Continue lendo “Vou de jegue”
O penico da rainha e a Cinemateca
O primeiro a falar de penicos, e evocou o da Madame de Pompadour, foi Antonioni. Estava de visita à Cinemateca. Luís de Pina, o director, coleccionava miniaturas. Mas o João Bénard lembrou-se de um, autêntico, uma preciosidade do Palácio da Pena, em Sintra. De louça portuguesa, a rainha Dona Amélia guardava-o onde ainda hoje está, debaixo da cama. Partimos em romaria turística. Continue lendo “O penico da rainha e a Cinemateca”
Uma noite na ópera
Groucho Marx, num acesso hiperbólico de auto-ironia, dizia que não frequentava clubes que o aceitavam como sócio.
Groucho Marx era um comediante e a sua profissão não apenas lhe permitia como o obrigava a ser engraçado. Continue lendo “Uma noite na ópera”
Pega na mentira
Hábito ou vício, há tempos a mentira é classificada como doença – mitomania ou pseudolalia, o transtorno da mentira. Não são raros os políticos que sofrem desse mal ou que são treinados sob a regência desses distúrbios. Continue lendo “Pega na mentira”
Mickey, o rato que já não anda por aí
Anda por aí um Rato com o nome dele. Mickey Rooney nasceu atrás de um palco, nos bastidores de um teatro. A mãe era bailarina, ou melhor, e se não formos dos que têm a mania de andar sempre em pontas, era corista. O pai, um Homem Banana, cómico que, se queria que o público se risse, tinha de dar o corpo ao manifesto. Continue lendo “Mickey, o rato que já não anda por aí”
Está tudo certo, mas não bate
Leio aqui no Blog (do Noblat) um comentário que podia ser o slogan do Brasil DilmoLuloso: “Está tudo certo, mas não bate”. O autor? Um antigo leitor que usa um apelido simpático: Juca Leiteiro. Continue lendo “Está tudo certo, mas não bate”
Flaubert e os miasmas
“Os olhos de ambos erravam por sobre os montões de pedra das construções, sobre a água repugnante do canal, onde flutuava um molho de palha ,sobre a chaminé de uma fábrica, que se erguia um horizonte; os esgotos exalavam miasmas”. Continue lendo “Flaubert e os miasmas”
A besta, a fera, o mal
Nem Aécio Neves e o PSDB, nem Eduardo Campos e Marina Silva, mas a imprensa. Esse é o inimigo declarado do PT, a fera que tem de ser vencida, ou pelo menos domada, para que o partido se perpetue no poder. Isso dito com todos os efes e erres pelo ex-presidente Lula, líder maior do petismo. Continue lendo “A besta, a fera, o mal”
A mulher nua
Em convulsão metafísica ou embalo estético, o cinema gosta da mulher nua. Fruto de minuciosa investigação, deixo-vos uma lista de temas, situações e lugares que os filmes usaram como desculpa para a despir. Continue lendo “A mulher nua”




