Ao que parece, ao ler as declarações de dona Dilma sobre o escandaloso processo de compra da Pasadena Refinery e os depoimentos de Graça Foster e Nestor Cerverò ao Senado Federal sobre o assunto, o objetivo dos ambiciosos inimigos do Brasil é nos rebaixar. Continue lendo “Pois sim!”
Bonjour, Madame Pluvier
A lenda da Sra. Pluvier, uma militante devotada inventada pela imaginação criadora do ator e cantor franco-italiano Yves Montand, ainda que criada na França em 1956 — há 58 anos, portanto — está mais atual do que nunca. Continue lendo “Bonjour, Madame Pluvier”
Escracho
Aos gritos de “fascista”, “projeto de ditador” e “tucano”, três militantes da juventude petista hostilizaram o ministro Joaquim Barbosa, na saída de um restaurante em Brasília. Continue lendo “Escracho”
O dono da luz
Já uma vez aqui contei que Orson Welles, convidado para realizador, desconhecia a gramática cinematográfica e não teve vergonha de ir falar com os velhos cineastas. E disse que Welles foi ter com o melhor director de fotografia de Hollywood, uma competência técnica e artística que, fosse ele marujo, salvaria o Titanic. Disse e menti. Continue lendo “O dono da luz”
Uma entrevista para arquivar
Lula, tão econômico em entrevistas durante seus oito anos de governo, nesta terça-feira 8 de abril resolveu falar – não foi propriamente uma entrevista, foi mais um papo que durou 3h32m10s, segundo o You Tube. Continue lendo “Uma entrevista para arquivar”
O rio da minha aldeia
O problema não é fazer ou deixar de fazer. O problema é noticiar. Continue lendo “O rio da minha aldeia”
PAC, PAC, PAC
As obras dos PAC 1 e 2 continuam empacadas, boa parte delas só existe no papel. Ainda assim, sem qualquer constrangimento, nem mesmo um leve rubor, a presidente Dilma Rousseff anunciou que lançará o PAC 3 em agosto, dois meses antes da eleição. Cumprindo à risca o cardápio dos marqueteiros de sua campanha, insiste na troça. Continue lendo “PAC, PAC, PAC”
É Robert Altman e são cinco da manhã
MASH, o filme que me faz aqui falar de Altman, é de 1970. E foi nesse ano que eu o vi em Luanda, no cinema São Paulo, apesar do IMDB o dar como estreado em Portugal apenas em Setembro de 74. Que se lixe, em Angola estreou antes. Estreou logo. E eu vi-o, com o puto Toninho, que recebia bilhetes à borla do “Província de Angola”, e os partilhava com os amigos — e nesse dia tocou-me a mim. Continue lendo “É Robert Altman e são cinco da manhã”
Memória Viva
Na segunda-feira 31/3 eu estava ocupada e perdi o início do programa Roda Viva, na TV Cultura.
Quando vim para a salinha e liguei ao mesmo tempo o computador e a TV, ouvi uma voz que reconheci de imediato: Almino Affonso. Continue lendo “Memória Viva”
Tragédias e farsas
Prometo que não vou citar o Marx do 18 Brumário e dizer que a História se repete a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. Embora a tentação seja grande, muitos já o fizeram, e a obviedade pode ser cansativa, às vezes. Continue lendo “Tragédias e farsas”
Impróprio para menores
Governante algum gosta de ter uma CPI futucando seus podres. Muito menos em ano de eleição. Portanto, é natural que a presidente Dilma Rousseff e aqueles que ainda lhe são fiéis tentem evitar a investigação congressual das imoralidades bilionárias cometidas contra a Petrobrás e o País. Continue lendo “Impróprio para menores”
Uma saga anti-Pinóquio
Um nariz, um simples nariz, é a adunca distância a que podemos ficar da glória. Basta ver a terrível história de Everett Sloane. Continue lendo “Uma saga anti-Pinóquio”
O fetiche da CPI
A CPI é um fetiche da política brasileira. Entre as várias lendas nem tão lendárias que se institucionalizaram a seu respeito está a frase de autor desconhecido: “Sempre se sabe como uma CPI começa mas nunca se sabe como termina”. Continue lendo “O fetiche da CPI”
Quantas Pasadenas?
Então é assim: conselheiros da administração da Petrobrás aprovam transações de muitos milhões de dólares – compras, vendas, fusões, investimentos – sem ler contratos, sem conhecer cláusulas, sem ter noção dos ganhos e danos de um negócio. Continue lendo “Quantas Pasadenas?”
Sempre que gritam Stella, é por ela que gritam
A camisola interior rasgada, uma alça deitada abaixo, o cabelo desgrenhado, por quem é que julgam que Marlon Brando grita em A Tramway Named Desire? Continue lendo “Sempre que gritam Stella, é por ela que gritam”



