O dinheiro é o melhor do cinema. Rios de dólares fizeram sublime a estética dos filmes. Há artes pobres, mas o cinema nunca foi uma delas. Continue lendo “Chaplin contra Scorsese”
Os 13 trabalhos de Hércules
Parece que o Governo Federal finalmente voltou seus olhos para a Escola e deixou de pensar só nas universidades das quais tanto se gaba o Lula. E bolou um programa para uma Base Nacional Comum que possa atender todas as escolas brasileiras. Excelente idéia, desde que deixem espaço para que os professores dos diversos Estados e municípios do país enriqueçam a Base com temas e assuntos de interesse local. Continue lendo “Os 13 trabalhos de Hércules”
Lambuzados e otários
Não é estranho que alguns dias depois de ter dito que “o PT se lambuzou” o ministro Jaques Wagner apareça lambuzado em novas investigações da Operação Lava Jato? Continue lendo “Lambuzados e otários”
Sua excelência, a versão
Os fatos são os fatos, ou os “hechos son los hechos”, como costumam afirmar os espanhóis. Mas no governo Dilma Rousseff não é bem assim. Aliás, é inteiramente ao contrário. Os fatos não importam e sim a versão, galgada à condição de “sua excelência” pela estratégia do lulo-petismo de não largar o osso, de se manter no poder a qualquer custo. Mesmo à custa da verdade. Continue lendo “Sua excelência, a versão”
Warren Beatty e a objectificação sexual do homem
Eu tenho um bocadinho de pena de Warren Beatty. Já não lhe bastava ser tímido e inseguro, o que é até muito compreensível se nos dermos conta de que ele não tem mais de um metro e 88 de altura. Continue lendo “Warren Beatty e a objectificação sexual do homem”
Nem talismã nem patuá salvam
Festas e férias de verão. Aproveitar as comemorações natalinas, o fim de um ano e o começo do outro para impor medidas polêmicas não é novidade. Todas as esferas de governo usam e abusam dessa prática. É a época preferida para aumentar impostos e tarifas de serviços públicos. Continue lendo “Nem talismã nem patuá salvam”
O que faltou, e falta, é educação
Lula disse em Madrid ao jornal El País (11 de dezembro): “Eu sei que isto não agrada aos portugueses, mas Cristóvão Colombo chegou a Santo Domingo [atual República Dominicana] em 1492 e, em 1507, já ali tinha sido criada a Universidade. No Peru, em 1550, na Bolívia em 1624. No Brasil, a primeira universidade surgiu apenas em 1922”. Continue lendo “O que faltou, e falta, é educação”
Novas e velhas calamidades
Em mais um capítulo de sua luta tenaz contra a aritmética e a racionalidade econômica, o PT espera que o novo ministro da Economia, Nelson Barbosa, cumpra o seu dever, jogue o ajuste fiscal no lixo, faça respiração boca-a-boca nos números estragados, e leve o País ao milagre da ressurreição do crescimento. Continue lendo “Novas e velhas calamidades”
O ódio na política e a política do ódio
A divisão do Brasil de alto abaixo, as idéias raivosas que poluem as redes sociais e lamentáveis episódios de truculência e intransigência fazem relembrar, nesta virada de ano, um dos grandes filmes de Bernardo Bertolucci: 1900. Não é o caso de analisar sua genial narrativa, um pouco maniqueísta, é verdade, da luta de classes no século passado e da ascensão de duas ideologias totalitárias tão marcantes do século XX; o fascismo e o comunismo. Continue lendo “O ódio na política e a política do ódio”
Pistola à cinta
Cantora de boleros, mexicana e predadora por opção, Chavela Vargas tem uma vida desenhada para filme. E o cinema fez-lhe justiça: nos filmes de Almodóvar, que tão bem lhe pilha a música, e no documentário que lhe produziu o meu amigo Alvaro Longoria. Não são filmes, são ramos de flores. Continue lendo “Pistola à cinta”
Feliz 2017
Recessão de 3,6%, inflação de dois dígitos, bicando os 11%, mais de nove milhões sem emprego. Desastres naturais, outros nem tanto. Saúde em pandarecos, Educação ao Deus dará. Corrupção, bandalheira, escândalos em série. Caos na política, incompetência, desgoverno. Continue lendo “Feliz 2017”
Como será nosso amanhã?
O Rio, apesar das calças de veludo, está com a bunda de fora. Para a Copa, fizemos Arenas que são belas e inúteis estruturas, pois nem mais futebol temos. Agora sofremos com a praga do Ano Olímpico. Continue lendo “Como será nosso amanhã?”
Um raio em céu sereno
“No lo permitiremos”.
Não permitiremos o que, cara pálida? Continue lendo “Um raio em céu sereno”
Babel
É lei de guerra: para ser vitorioso qualquer exército precisa de uma retaguarda unida e coesa. Uma lei que também vale para o mundo da política. Mas, no caso da presidente Dilma Rousseff, a guerra está perdida. Continue lendo “Babel”
Saudades da Guerra Fria
Se a semana passada falei do Faces, de Cassavetes, do par de estalos que ele mandou um actor dar à protagonista para que ela chorasse, foi para hoje falar de Spielberg. Nem sei se consta da biografia, mas Spielberg estava lá. Continue lendo “Saudades da Guerra Fria”




