a gente foi-se juntando aos poucos;
peludos, grunhidos selvagens.
entre berros e pauladas
fomos entendendo o poder da união. Continue lendo “Lembrando de uma frase de uma canção de Silvio Rodríguez”

Por Sérgio Vaz e Amigos
a gente foi-se juntando aos poucos;
peludos, grunhidos selvagens.
entre berros e pauladas
fomos entendendo o poder da união. Continue lendo “Lembrando de uma frase de uma canção de Silvio Rodríguez”
A indignação que atos de repressão, cerceamento de liberdades, prisões arbitrárias e assassinatos por discordância a regimes autoritários provoca à maioria dos mortais parece pouco incomodar o governo do presidente Lula. O vexame de Cuba nesta semana foi só mais um exemplo. Continue lendo “Atração fatal”
Era um simples vilarejo onde alguns moravam e outros passavam. Era um vale ao pé da montanha, a Serra do Curral. Desenharam aqui a capital republicana, cidade planejada, sonhada para ser perfeita. Operários a construíram: paredes, casas, ruas e avenidas. E foram morar na periferia. Funcionários públicos ocuparam os lugares nobres. Continue lendo “Minha cidade em dois tempos”
Em julho, comemoram-se cem anos de nascimento do criador de um trem que não existiu. Embora tenha existido… Falamos de João Rubinato, nascido em Valinhos, em 1910, de família pobre. É ele o autor do grande sucesso do repertório nacional “Trem das Onze”. Embora, na verdade, o autor seja Adoniran Barbosa, morto em São Paulo, em 1982. Continue lendo “O trem que não existiu, mas existiu”
Há alguns meses – setembro, outubro – um e-mail de Leonel Prata me contava que ele estava trabalhando na edição de um livro sobre a obra do Chico. O Buarque, é bom que se esclareça. Afinal, convivemos com Chicos e mais Chicos, todos merecidamente conhecidos. Continue lendo “Uma canção de Chico, outra também”
Premiado no Festival Paulínia de Cinema de 2009 como melhor documentário, Só dez por cento é mentira tem conquistado elogios e aplausos onde é exibido. Pedro Cezar, seu diretor, fez um filme lúdico sobre o recluso Manoel de Barros, poeta sul-mato-grossense respeitado nacional e internacionalmente como um dos mais originais do século passado e mais importantes do Brasil. Continue lendo “O encanto de descobrir Manoel de Barros”
Alberto Dines – um dos nomes mais importantes da história do jornalismo brasileiro – foi censurado pelo portal Último Segundo, do iG. Há cinco anos Dines escrevia um artigo semanal para o portal; semana passada, para publicação na sexta, dia 27 de fevereiro, ele escreveu sobre a viagem de Lula a Cuba e a morte do preso político Orlando Zapata Tamaya. Continue lendo “O artigo de Alberto Dines que foi censurado”
Durante a Segunda Guerra, os grandes astros de Hollywood dos anos 30 e 40 costumavam visitar as bases americanas espalhadas pelo mundo. Chegavam discretamente em vôos especiais das Forças Armadas americanas, faziam o que tinham que fazer e, discretamente, iam embora. Segundo a crença geral, o moral dos soldados crescia com a simples aparição dos artistas. Continue lendo “O dia em que Lana Turner se apaixonou por um piloto brasileiro”
Não sou muito fã das pessoas que são fãs fanáticas, tietes, groupies. Acho isso um tanto bobo, um tanto adolescente, um tanto histérico. Continue lendo “O corpo do preso político ainda estava quente, e eles tietavam o ditador assassino”
O espetáculo de corrupção explícita protagonizado pelo governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e seus comparsas conseguiu fazer um milagre que santo algum imaginaria possível: obrigar o Executivo, o Legislativo e o Judiciário a se coçarem para dar resposta aos brasileiros, fartos de tanta ladroagem e malversação do dinheiro público. Continue lendo “Arruda ajuda”
Em nações onde impera a liberdade de imprensa o poder é sempre vigiado e cobrado, independentemente de sua coloração ideológica. No Brasil dos nossos dias, a oposição mais lúcida e conseqüente que está sendo feita ao governo Luiz Inácio Lula da Silva – superior em larga medida à dos partidos políticos – está nas páginas de jornais e revistas do País. Continue lendo ““Democratização da informação””
Num concurso para ver quem bebia mais cachaça e não caísse, o meu querido amigo era um David diante de um Golias. Um gringo pra lá de forte, musculoso, largo e alto era seu adversário. Uma potência em deglutir destilados. Continue lendo “As águas rolaram”
Dona Mariquinha
era uma donzela.
Sempre arrumadinha,
sempre na janela. Continue lendo “Historinha das Minas Gerais”
“O capitalismo, que exclui 4 bilhões de seres humanos
de seus benefícios básicos, não é mesmo capaz de suportar
o fato de 11 milhões de habitantes de um país
pobre viverem com dignidade e se sentirem espelhados
no saudável e alegre Buena Vista Social Club”
(Frei Betto, Correio Braziliense, 4/12/09,”A blogueira Yoani e suas contradições”) Continue lendo “Buena Vista Social Club”
Esta semana lembrei do Código de Trânsito Brasileiro, sancionado pelo Fernando Henrique Cardoso em fins da década de 1990. O presidente vetou inúmeros penduricalhos e exigências plantados por lobbies. Mas ficou um, inesquecível: o kit de primeiros socorros. Continue lendo “Kits: da tesoura à camisinha”