Reflexões de menino

Noites de pensar. Não sei quando fui invadido por uma melancolia, uma inquietação que ainda não era uma dúvida, como viria a ser mais tarde. Não sei se estava na infância ou já avançara aos tempos da adolescência.

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Más notícias do país de Dilma (62)

Com um único comentário, Dilma Rousseff mostrou sua gigantesca, monstruosa, apavorante pequenez. Na sexta-feira, 27 de junho, após a espetacular abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, a presidente saiu-se com a seguinte asneira: “O Brasil fará melhor. Vai levar uma escola de samba e abafar”. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (62)”

E um dia comem-nos

Era em Luanda e tinham nos olhos um abor­re­ci­mento escan­di­navo. No meu Liceu, que agora se chama Mutu Ya Kevela, havia jaca­rés. Nada­vam num tan­que fundo e tinham uns bons metros de areia para se aque­ce­rem ao céu aberto do pátio. Continue lendo “E um dia comem-nos”

Russomano, ironia do destino?

Enquanto o país se prepara para divertir-se com as Olimpíadas, que já começaram, e o julgamento do mensalão, que começa na semana que vem, as picuinhas da política provincial ganham seu tempero de pimenta de biquinho: não ardem muito, não queimam a língua e nem ajudam muito no sabor. Continue lendo “Russomano, ironia do destino?”

Gol dos mensaleiros. No tapetão

Embora muitos confundam, o Tribunal de Contas da União (TCU) não é uma instância da Justiça. Ainda bem. Caso contrário, a decisão de isentar o Banco do Brasil pelas transações com a DNA, uma das agências de publicidade de Marcos Valério, causaria a maior balbúrdia jurídica da história. Continue lendo “Gol dos mensaleiros. No tapetão”