Dilma Rousseff jogou a batata quente nas mãos do Congresso Nacional. Continue lendo “Toma que o filho é seu”
Nunca houve governo tão incompetente (20)
O jornalista José Casado sintetizou tudo em três palavras, no título de seu artigo no Globo desta terça-feira, 1º de setembro: “O Estado quebrou”. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (20)”
O estrangeiro
Gosto do estrangeiro, do homem e da mulher sós, sem ninguém que lhes fale a língua. Gosto do francês de Aljezur, da implacável alemã, patroa do recepcionista que eu fui num hotel do Lobito, do zairense da Caparica, mais expatriado do que o Chewbacca do Star Wars. Continue lendo “O estrangeiro”
Lula, o esvaziado
Luiz Inácio Lula da Silva escolheu a cidade de Montes Claros, sexto município mais populoso de Minas Gerais, para, mais uma vez, atrair holofotes sobre a possibilidade de ser candidato à sucessão de sua pupila Dilma Rousseff. Continue lendo “Lula, o esvaziado”
“Não é da sua conta”
A mim me dá a maior tristeza lembrar que Collor já foi presidente da República do Brasil. Acho uma humilhação termos tido essa figura no posto mais alto da Nação. Saber que depois de tudo ele ainda voltou para o Senado Federal é de amargar. Continue lendo ““Não é da sua conta””
A culpa é da bola
Num acesso de modéstia e autocrítica, a presidente Dilma confessou a três jornais que seu grande erro foi ter “demorado muito para entender a gravidade da crise”. Continue lendo “A culpa é da bola”
Nunca houve governo tão incompetente (19)
Então a presidente da República “confessou” – se é que o verbo se adequa ao caso – que não sabia da situação da economia. “Eu não imaginava. Fui surpreendida.” Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (19)”
Caiu na real?
Até ontem se vendiam ilusões. De forma exaustiva, a presidente Dilma Rousseff repetia: a crise é passageira e a retomada do crescimento se dará logo, logo. No máximo, admitia 2015 como o ano da “travessia”. Tudo, no entendimento do governo, era uma questão de vontade política, como se a economia fosse movida pela fé. Continue lendo “Caiu na real?”
Carta a Marlon Brando
O escritor Jack Kerouac tinha uma cara suficientemente boa para cinema. Bem podia ter sido o que Montgomery Clift sofridamente foi em From Here to Eternity. E, não tivesse já morrido, até podia ser a cara de um dos recrutas de Stanley Kubrick em Full Metal Jacket. Tinha uma bela cara de homem, maçãs do rosto coradas a audácia e dúvidas. Continue lendo “Carta a Marlon Brando”
Nunca houve governo tão incompetente (18)
O governo de Dilma, perdão, o desgoverno de Dilma, como diz o principal editorial do Estadão deste domingo, 23 de agosto, é tão absolutamente incompetente que consegue a proeza de cometer o gesto político suicida de pagar a primeira parcela do 13º salário à própria presidente e a seus ministros – e anunciar ao país que não tem como pagar a primeira parcela do mesmo 13º para os aposentados e pensionistas. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (18)”
Janot e o diabo
Entre comemorações e temores diante da denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a já esfacelada base governista será colocada novamente à prova. E falhará. Continue lendo “Janot e o diabo”
Esconde-esconde
Marina está adorando esse negócio de esconde-esconde. A-do-ran-do. Continue lendo “Esconde-esconde”
Sobre tesouras e thesaurus em Brasília
O ministro Edinho Silva (não, não sou amiga dele, esse é seu nome, Edinho) no dia seguinte à manifestação estrondosa de domingo 16, aquela que se destacou por ter um único foco, o “Fora PT, Lula e Dilma”, deu a seguinte declaração: Continue lendo “Sobre tesouras e thesaurus em Brasília”
O protesto e a jabuticaba
Um protesto a favor do governo já é em si uma jabuticaba.
Um protesto a favor do governo com palavras de ordem contra a política econômica desse mesmo governo deve ser um cupuaçu. Ou uma mangaba. Continue lendo “O protesto e a jabuticaba”
Uns acreditam. Outros levam algum
Definitivamente, não são os números que importam mais.
Logo depois das manifestações de Fora Dilma, Fora PT, Lula na cadeia do domingo, e nos jornais do dia seguinte, falou-se muito de números. Ah, teve mais gente do que no dia 12/4 mas muito menos gente do que em 15/3! Continue lendo “Uns acreditam. Outros levam algum”


