O texto abaixo foi publicado no número 91 da revista Afinal, com data de capa 27 de maio de 1986. Era assinado por Sérgio Vaz, com Luci Vasconcelos.
Continue lendo “No tempo em que a menina Fernanda conquistou Cannes”

Por Sérgio Vaz e Amigos
O texto abaixo foi publicado no número 91 da revista Afinal, com data de capa 27 de maio de 1986. Era assinado por Sérgio Vaz, com Luci Vasconcelos.
Continue lendo “No tempo em que a menina Fernanda conquistou Cannes”
Neste 366º e último dia de 2024, fiquei sabendo que 2025 é 45 ao quadrado – um “ano-quadrado-perfeito”. Isso porque ele é igual ao quadrado da soma de todos os 10 algarismos. Assim, ó: (0 + 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 + 9)² = 2025. Continue lendo “Feliz Ano Quadrado Perfeito”
Já em férias – que tirei por conta própria – do fogão, da lava-roupa, das vassouras, dos rodos, das pias entupidas, dos boletos (paguei tudo adiantado pra achar, por um período de tempo, que não tenho contas a pagar. Ô Glória!), só contemplando esse marzão besta, ora azul iluminado pelos raios do sol, ora cinzento como é cinzento um dia chuvoso, e pensando num tema para o último texto do ano. Continue lendo “Volto em Edição Extraordinária!”
Nos últimos dois anos, o Banco Central sobre a presidência de Roberto Campos Neto esteve sob fogo cerrado de Lula. Neste apagar das luzes de 2024, o presidente voltou novamente suas baterias contra a elevação da taxa de juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Continue lendo “Galípolo sob pressão”
Em um país tão perverso, no qual o imprescindível equilíbrio das contas públicas esbarra em um Parlamento que limita o reajuste real do salário mínimo e ao mesmo tempo libera o fura-teto nos ganhos dos privilegiados de sempre, é difícil se imbuir do espírito do Natal. Nem os mais otimistas, entre os quais me encaixo, encontram ânimo diante da sucessão de escárnios perpetrados em todas as esferas e níveis de poder. Mas é Natal, então, escoro-me na ficção do bom velhinho, a quem se remetem desejos – mesmo os impossíveis. Continue lendo “Querido Papai Noel”
De um lado, um mercado terrorista; do outro, um Congresso chantagista; e num terceiro lado desse triângulo nada amoroso tem um ajuste fiscal a fazer, herdado de um presidente que gastou dinheiro público a rodo para se reeleger e deixou a conta para o governo seguinte. Continue lendo “Grana!”
A prisão do general Braga Neto – o primeiro militar de patente máxima a ir para o cárcere em um regime democrático no Brasil – levanta uma questão que não é semântica: afinal, estivemos diante de uma tentativa de golpe de militares ou de um golpe militar? Continue lendo “Golpe militar ou de militares?”
Tem uns gênios da raça dizendo que a tentativa de golpe não é crime. O crime, então, seria o golpe propriamente dito? Não! Ainda não. O golpe só seria crime se fracassasse! Ora, e por quê? Continue lendo “Gênios”
Jornalista de chapéu, como nos velhos e elegantes tempos, podia ser visto nos dias de hoje, não por exibição de elegante indumentária, mas para proteção contra o sol escaldante de tantas regiões de nosso País. No caso deste que vos escreve, tratava-se de peça esportiva, de uso comum em praias e lugares despojados de sombra.
A Câmara de Vereadores de Porto Alegre, que deveria se preocupar com a reconstrução da cidade após as enchentes devastadoras de maio passado, aprovou ontem um projeto de lei que estabelece a censura aos professores nas escolas municipais. Continue lendo “Sem cabeça”
Quando Fernando Henrique Cardoso e Jacques Chirac, então presidente da França, anunciaram no Rio de Janeiro, em 1999, o início das negociações para o acordo Mercosul-União Européia, o mundo era inteiramente diferente dos dias atuais. A globalização da economia estava em marcha ascendente, as cadeias produtivas globais estavam em formação, a China não era uma ameaça à hegemonia econômica dos Estados Unidos, não havia a possibilidade de uma nova guerra mundial e a democracia se afirmava como grande valor vitorioso ao final do século 20. A guerra fria, por sua vez, era coisa do passado. Continue lendo “Acordo Mercosul-União Européia é resposta ao protecionismo”
Em uma noite de insônia, peguei ao acaso um dos livros da minha estante. Um Sherlock Holmes, que nem lembrava possuir. Trazia memórias do Dr. Watson, com o relato de como, recém-chegado da Índia, o médico acabou indo morar com o famoso detetive, e se envolveu com seu trabalho. Continue lendo “Sherlock Holmes come mosca”