No condomínio onde moro, imperam a lei e a ordem. A convocação da administradora para assembléia de condôminos começa assim: “De ordem do senhor síndico…” Continue lendo “Muita lei, muita ordem”
O botão liga-desliga
Como é a vida. O País em chamas, e acordo de um cochilo com um pensamento. Tenho saudades do botão liga-desliga. Não aquele que você aperta, mas o que é uma pequena alavanca. Para frente liga, para trás desliga. E alguns ainda faziam cléc. Continue lendo “O botão liga-desliga”
Tempos de dedos lépidos sobre telas sensíveis
Como um deputado, estive no interior e fui acompanhado em todos os passos pela assessoria. Não fui inaugurar obra, nem receber comenda na Câmara Municipal, mas a cobertura foi grande. O problema é que eu nem suspeitava da minha situação de noticiável. Continue lendo “Tempos de dedos lépidos sobre telas sensíveis”
Vai reclamar com o bispo!
No somenos, o telefone toca e este seu amigo, imprudentemente, atende com cortês “alou”. Entra uma gravação, voz acusadora de mulher: “Seu canalha, você não pagou a conta do celular. Cometeu crime hediondo e vamos mandá-lo para a masmorra.” Continue lendo “Vai reclamar com o bispo!”
Bairro que tem procissão
Os colegas que me visitaram na antiga casa certamente se lembram do endereço a poucos metros de uma avenida arborizada, às margens do bosque municipal, pertinho do centro. Um privilégio… Continue lendo “Bairro que tem procissão”
Faltam o Dia do Smartphone, o dia do WhatsApp…
O Facebook solta uma insurgência de Sérgio Vaz contra os dias comemorativos. Vocifera o bom amigo contra a existência do dia da mulher, do índio, e outros. A meu ver, injustamente. Continue lendo “Faltam o Dia do Smartphone, o dia do WhatsApp…”
O analógico e o digital
1 – O senhor Fábio Leite de Moura Fonseca se mostrava um homem feliz, quando o entrevistei, em algum dia de 2013. Era quem cuidava do grande relógio do Mosteiro de São Bento, no centro paulistano. Trazia ajustado e azeitado o maquinário em vias de completar cem anos (1914), fabricado por J.Mannhardt, de Munique. Continue lendo “O analógico e o digital”
Mais música
Quando a pessoa tem o dom, não tem jeito.
Valdir Sanches me mandou uma mensagem que é uma deliciosa crônica. Seria egoismo guardar só pra mim. Pedi a autorização para publicar, e aí vai. (S.V.) Continue lendo “Mais música”
Verifique as letras
Na ida ao litoral, há duas semanas, dei com uma placa de sinalização que existe há anos. Está na Rodovia dos Imigrantes, alguns metros antes de começar a descida da serra: Verifique os freios. Continue lendo “Verifique as letras”
O homem não nasceu para morar em apartamento
A idiossincrasia pode ser um sentimento pernicioso, concordo. Por que, de todo o universo, haveria de acometer um modesto vivente do Hemisfério Sul, avançado em anos, e fazer brotar em sua cabeça uma idéia definitiva? Ei-la: o homem não nasceu para morar em apartamento. Continue lendo “O homem não nasceu para morar em apartamento”
Para complicar nossa vida
Concluí que existe, nas fábricas de eletrodomésticos, o DPCVC – Departamento para Complicar a Vida do Consumidor. Veja o caso do forno elétrico que comprei. Os botões de regulagem são pretos, sobre fundo preto. Esses botões têm uma bolinha, uma marca em alto relevo, para indicar o ponto em que vai a regulagem. Continue lendo “Para complicar nossa vida”
Coitado do orientador!
Se um pivete resolver atacar meu amigo Elói Gertel, no calçadão de Pitangueiras, no Guarujá, se dará mal. Elói pode pôr-se a correr. É maratonista, com presença em competição nos States e na Europa. Cito Pitangueiras porque mora lá. Continue lendo “Coitado do orientador!”
Tubanga, jaburu, crocodilagem. Puro paulistanês
Em 2002, Valdir Sanches publicou no Jornal da Tarde uma reportagem sobre o Museu da Língua Portuguesa, hoje um sucesso absoluto, que estava, na época, ainda sendo planejado. Continue lendo “Tubanga, jaburu, crocodilagem. Puro paulistanês”
Encantador mundo novo
Este texto poderia ter sido mandado pelo WhatsApp. Digo isso apenas para mostrar que faço uso dos modernos recursos da informática, e me encanto. Continue lendo “Encantador mundo novo”
Botam um milhão e meio na conta, e nem avisam…
Fechei o jornal, e estremeci. E se…? Continue lendo “Botam um milhão e meio na conta, e nem avisam…”

