Quando ainda usava farda, Bolsonaro era terrorista. Planejou estourar bombas em quartéis. Preso e julgado pela Justiça Militar, passou para a reserva. Continue lendo “Um subversivo perigoso na Presidência”
Bolsonaro destrói o orgulho nacional
Em 1966, o decreto 59.153 do marechal Castello Branco, primeiro presidente militar pós-golpe, estabelecia a Campanha de Erradicação da Varíola, com vacinação em massa para 100% dos brasileiros. Após cinco anos o país já havia se livrado da doença, com erradicação reconhecida e aplaudida pela OMS em 1980. Uma revolução que só foi possível graças a cientistas da União Soviética. No auge da guerra fria. Continue lendo “Bolsonaro destrói o orgulho nacional”
Entre a obrigação e a devoção
IMPRECIONANTE!
“LIBERDADE ACABOU! Vacina OBRIGATÓRIA para TODOS os 45 milhões de Paulistas! Além de nos ameaçar, como se ele fosse o dono de um bando de cães, esse cara quer vacinar na marra crianças e bebês! SEUS FILHOS E NETOS! Na marra! ARROGANTE!” Continue lendo “IMPRECIONANTE!”
Ponto final coisa nenhuma
A vacina contra o coronavírus não será obrigatória e ponto final, decretou o presidente Jair Bolsonaro. Resta-nos a esperança de que este ponto final de agora, como o foram tantos outros, seja um mero arrebatamento da ignorância. Não voltaremos à idade da pedra, mesmo que seja necessário recorrer ao papa, ao pajé ou ao Tribunal de Haia. Continue lendo “Ponto final coisa nenhuma”
Traços de personalidade (momentos)
Frase lapidar: “Quem manda sou eu!”.
Bolsonaro é derrotado na Bolívia
Conhecido o vencedor das eleições da Bolívia, os países do continente se apressaram em parabenizar o presidente eleito, Luis Alberto Arce, do Movimento ao Socialismo – MAS. Até Donald Trump observou a liturgia da diplomacia. Houve apenas uma dissonância, o governo brasileiro, que recolheu-se ao silêncio sem disfarçar seu profundo incômodo com o resultado. Continue lendo “Bolsonaro é derrotado na Bolívia”
Nunca a Câmara Alta foi tão baixa
O Senado Federal, a dita Câmara Alta, chegou ao ponto mais baixo de sua existência. E amanhã, dia 21 de outubro, vai conseguir se afundar muito mais ainda. Continue lendo “Nunca a Câmara Alta foi tão baixa”
Bolsonaro abraça a TV Brasil
Abraços são demonstrações de afeto, de alegria ou de força nos momentos de dor. Por vezes, naufragam oportunistas. Por outras são imorais, ilegais ou ambos. Há duas semanas, o caloroso abraço entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Supremo Dias Toffoli selou a reedição dos eternos conluios brasilienses, nos quais os participantes gargalham de quem ousa mexer no arranjo. Na terça-feira, dois outros abraços, desta vez enviados ao presidente durante o jogo Peru x Brasil, também foram simbólicos, escancarando a farsa de que ele teve algum dia a pretensão de extinguir o que nasceu para ser TV Lula e agora é TV Bolsonaro.
Mentir é de praxe
Rap da Felicidade!
Eu só quero é ser feliz
Torrar grana do tráfico como eu sempre fiz
Mas preso aqui em Venceslau
Você sabe, é difícil, não consigo nem a pau!
Quero muito passear de lancha
Comer bem e encher a pança
Mas preso aqui em Venceslau
Você sabe, é difícil, não consigo nem a pau! Continue lendo “Rap da Felicidade!”
Dupla tentativa de assassinato
Consuma-se nos próximos dias mais um ato do acordão para enterrar a Lava Jato, quando o Senado aprovará o nome de Kassio Nunes para substituir o ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal. Sua sabatina será coisa para inglês ver, apesar dos indícios de fraude em seu currículo. Continue lendo “Dupla tentativa de assassinato”
Deu a louca no mundo
Lavando a Alma dos Bandidos!
“Acabei com a Lava Jato porque não tem corrupção no governo!”
Que frase é essa? Como assim? Como acabou com a única esperança do brasileiro de ver político bandido na cadeia, seu Jair? Continue lendo “Lavando a Alma dos Bandidos!”
O mercado falou mais alto
Depois de uma semana de bate-cabeças — com os ministros Paulo Guedes e Rogério Marinho quase chegando às vias de fato —, o governo parece ter tomado um chá de juízo e desistido da idéia insana de furar o teto dos gastos para financiar o Renda-Cidadã. Com o recuo, o ministro da Economia saiu da situação “balança mais não cai”, ganhando sobrevida. Continue lendo “O mercado falou mais alto”
