A semana está recheada de gafes nacionais e internacionais e elas estão dando muito o que falar.
Vamos começar pela que vem de fora. Continue lendo “Sem Papas na Língua”

Por Sérgio Vaz e Amigos
A semana está recheada de gafes nacionais e internacionais e elas estão dando muito o que falar.
Vamos começar pela que vem de fora. Continue lendo “Sem Papas na Língua”
A estrepitosa, monumental, vexaminosa interferência do governo Lula na Petrobrás na questão dos dividendos extraordinários dos acionistas acabou ofuscando um outro escândalo. Mais um, entre tantos escândalos que ocorrem na maior empresa brasileira sempre que o lulopetismo está instalado no Palácio do Planalto. Continue lendo “Um prejuízo de meio bilhão para a Petrobrás. Mais um”
Agora que a trolha está bem perto, os golpistas estão recorrendo à semântica para tentar escapar da dita cuja. Andam dizendo que golpe é tanque na rua, porque sem tanque na rua não tem golpe. E como não teve tanque na rua, não teve golpe. Continue lendo “A trolha”
A descoberta do pré-sal gerou no segundo governo Lula um clima de Brasil Grande Potência. O próprio presidente estimulou a onda ufanista, alardeando que a vasta reserva de petróleo situada na profundeza marítima representava o passaporte para o futuro. Do ufanismo para a megalomania foi um pulo. Nascia a Sete Brasil, empresa fadada, nos planos mirabolantes do presidente, a ser uma “campeã nacional”, capaz de alavancar nossa indústria naval e ser uma das maiores, senão a maior empresa do mundo em quantidade de sondas contratadas. Continue lendo “Sete Brasil, o fim de um delírio”
Além de armar golpistas erigidos a patriotas, a farra armamentista do desgoverno anterior armou bandidos com a mesma facilidade de quem dá pirulitos para crianças na porta do colégio. Continue lendo “Armas aos bandidos”
De uns tempos a esta parte, o venerável Estadão tem, muito moderninho, adotado a gíria. É comum usar o “ficar de olho”, até em chamada de primeira página. Da minha parte, está tudo bem, embora… Continue lendo “De olho no Estadão”
Um discurso firme, duro, a favor da Ucrânia, a nação soberana invadida, atacada, violentada pelo ditador carniceiro do Kremlin. Um ataque firme, duro, ao magnata insano, doente, criminoso, que tem imensas chances de voltar a presidir a democracia que tentou destruir nos seus últimos dias na Casa Branca, incentivando a invasão do prédio do Parlamento – seguido de estrepitosas vaias dos atores, diretores, roteiristas, fotógrafos da Meca do cinema mundial à figura nojenta. Continue lendo “Uma bela, bela festa”
O governador de São Paulo Tarcisio de Freitas mudou de estilo e de tom. Em uma só semana, casou três movimentos na mesma direção: vazou sua pretensão – algo que ele nega – de trocar seu atual partido, o Republicanos, pelo PL do padrinho Jair Bolsonaro; enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de criação de escolas cívico-militares, tema caro ao público do ex, e abandonou a persona moderada que lhe assegurou trânsito no eleitorado avesso às paixões extremas. Continue lendo “Tarcísio encarna Bolsonaro”
Vencedor do prêmio Jabuti de 2021, o mais importante da literatura brasileira, e traduzido em 16 idiomas, o livro O Avesso da Pele, de Jefferson Tenório, é a mais recente vítima da onda distópica que varre o mundo e se instalou no Brasil. Tudo começou quando viralizou nas redes sociais o vídeo de uma diretora de uma escola de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, acusando o livro de conter palavras de “baixo calão”, atentatórias à moral e aos bons costumes. Continue lendo “O avesso da pele e a distopia cabocla”
De que adianta comemorar o Dia Internacional da Mulher, se neste país a mulher não pode ser dona do próprio corpo? Continue lendo ““Meu corpo, minha escolha””
Cuba jogou a toalha. Diante da brutal escassez de alimentos, o governo cubano formalmente pediu ajuda humanitária à ONU para fazer frente ao seu programa de leite subsidiado para crianças de até sete anos. O programa, adotado nos anos 60, sempre foi uma das vitrines da Cuba de Fidel Castro e era símbolo dos avanços sociais promovidos pelo regime fidelista. Em nome de tais avanços, justificava-se o modelo de partido único, a repressão e a supressão das liberdades públicas e individuais Continue lendo “Como Poeira ao Vento”
Um recorte que me chamou a atenção no velório do outro domingo na Paulista foi a referência a Israel, com direito a fala de um dos discurseiros e a bandeiras israelenses agitadas pelo gado assistente. Continue lendo “Legado da morte”
O Senado deve se debruçar a partir desta semana sobre o novo Código Eleitoral, que, mais uma vez, traz à baila o fim da reeleição e a coincidência de datas das eleições federais, estaduais e municipais, além de mudanças na regulação de prestação de contas e nas inelegibilidades. A matéria, examinada pela Câmara em 2021, de repente ganhou urgência extraordinária, com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) decidido a votá-la ainda no primeiro semestre, como se fosse de extrema relevância para o país. Esforço inútil, que não aperfeiçoa o sistema e só ratifica o quão distante os representantes estão dos eleitores. Continue lendo “O eleitor em último lugar”
Mesmo com risco de ser preso a qualquer momento pelo comprovado envolvimento com os ataques de 8 de janeiro, Jair Bolsonaro insistiu em testar sua popularidade convocando uma manifestação para o último dia 25 na principal avenida de São Paulo. O evento reuniu 185 mil participantes segundo a USP, de 600 mil a 750 mil de acordo com a Secretaria de Segurança Pública e até 300 milhões conforme postagens de fãs ardorosos que não sabem que o Brasil inteiro tem 203,1 milhões de habitantes. Continue lendo “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua!”
Por quatro anos a educação foi palco de uma guerra cultural intensa. Prioridades distorcidas das gestões do MEC, no governo Bolsonaro, trouxeram inúmeros prejuízos ao processo de aprendizagem dos alunos. Com a posse da nova gestão no Ministério da Educação, imaginava-se que esse tempo ficaria para traz. Reconhecia-se a qualificação do novo ministro e de sua secretária executiva para focar na verdadeira agenda educacional: ensino integral, novo ensino médio, alfabetização na idade certa, e ensino profissionalizante articulado com o ensino médio. Continue lendo “A educação como refém da disputa política”