A preta velha

A minha preta velha tem 80 anos, está inteiraça, mas andava um pouco enferrujada. Além disso, vivia suja. No fim de semana, resolvi cuidar dela. Pedi ao meu filho Paulo que a descesse do pequeno escritório que tenho, no mezzanino. Ela pesa bastante. Continue lendo “A preta velha”

Torcida

Não sei por que guardo badulaques, bugigangas, seja lá o que for, na parte alta dos armários. Aliás, sei. Só pra cair da escada. Continue lendo “Torcida”

Um presidente, não um santo

Rios de papel antes, para profetizar; rios de papel depois, para explicar. Os analistas queimaram as barbas que colocaram de molho, os institutos de pesquisa correram atrás do prejuízo e só faltou que um de seus donos escrevesse que, afinal, eleição é uma caixinha de surpresas, onde se pode ganhar, perder ou empatar. Continue lendo “Um presidente, não um santo”