A memória nos revela, como filme, pedaços esquecidos de nossa vida. Eu me vejo, calças curtas em Diamantina, saindo de um parque de diversões e o som da praça tocando uma canção de Luiz Vieira, “Menino de Braçanã”: “é tarde, eu já vou indo, preciso ir embora, té manhã; mamãe, quando eu saí, disse meu filho não demora em Braçanã”. Continue lendo “A música em minha vida”
Twitters de quem não tuíta
Amigos, eis algumas idéias que me ocorreram.
Bate-boca em Brasília sobre o horário de verão. Protestam os que agem na calada da noite. Aplaudem os que agem à luz do dia. Continue lendo “Twitters de quem não tuíta”
Más notícias do país de Dilma (25)
Em apenas dez meses, seis ministros demitidos, cinco deles por corrupção. Nunca antes do lulo-petismo houve no mundo país como este. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (25)”
O Quinto Homem
A prova, onde está a prova? Continue lendo “O Quinto Homem”
Ian McEwan, o Garrincha do texto
Não tem jeito: depois que se lê Solar, é impossível resistir à tentação de dizer que Ian McEwan é o melhor escritor da atualidade. Continue lendo “Ian McEwan, o Garrincha do texto”
Controle externo dos poderes
Bebendo nas águas do desembargador Rogério Medeiros, cito quem ele cita, o jurista italiano Mauro Capelletti: “os juízes exercitam o poder e onde há poder deve haver responsabilidade. Um poder não sujeito a prestar contas representa uma patologia.” Continue lendo “Controle externo dos poderes”
Battisti, um capricho ideológico
Alguns dos principais mitos usados pelos defensores da concessão do asilo ao terrorista italiano são discutidos e derrubados pelo promotor cearense Walter Filho no livro O Caso Césare Battisti – A Palavra da Corte, cuja segunda edição (a primeira está esgotada) acaba de ser lançada. Continue lendo “Battisti, um capricho ideológico”
A bermuda folgazã
O relacionamento dos casais na velhice não é coisa fácil. As mulheres implicam muito com os maridos. Vejam meu caso (fatos reais). Continue lendo “A bermuda folgazã”
Gol contra
Sem ter sido comunicado previamente sobre o custo ou sobre as regalias concedidas para seduzir os organizadores, o brasileiro começa a descobrir, de susto em susto, cartas escondidas por detrás do orgulho de sediar a Copa 2014. E elas não são de bom agouro. Continue lendo “Gol contra”
De Nova York para Araçuaí
Eu não inventei o amor, nem o Caymmi. Mas eu fico aqui pensando se seria possível viver sem esse sentimento que faz com que tudo seja bonito, que a vida seja essa aventura maravilhosa. Continue lendo “De Nova York para Araçuaí”
Obrigado, Leon
O que pode significar uma mostra de cinema? Na minha vida, a Mostra de Cinema de São Paulo significou quase tudo. Continue lendo “Obrigado, Leon”
Os profetas de Aleijadinho
A visão é emocionante, estonteante. No topo de uma montanha, diante de bela, imponente edificação, 12 esculturas que falam de um universo de milênios atrás encaram o vale e o mundo à frente delas. Tudo, absolutamente tudo acaba, mas as 12 esculturas são perenes.
Os indignados de Wall Street
“Os movimentos de tons anárquicos como o Ocupar Wall Street podem ser valiosos, na medida em que funcionam como faíscas. Mas eles não geram alternativas sérias no modo de vida predominante. A maioria dos americanos quer ser da classe média, e está irritada porque está sendo excluída pela plutocracia. Elas não querem uma alternativa ao consumismo – eles querem ser os consumidores!” Continue lendo “Os indignados de Wall Street”
Passear, tão somente
Sábado, dez da manhã, vou passear – coisa antiga – no Mercadão, como é chamado, carinhosamente, o Mercado Central. Continue lendo “Passear, tão somente”
O estatuto do absurdo
Com uma definição elástica para classificar jovens, que se estende até os 29 anos, o Estatuto da Juventude aprovado pela Câmara dos Deputados traz mais absurdos do que o festival de meias-entradas que criou polêmica durante a semana. Continue lendo “O estatuto do absurdo”

