Quinze dias fora do país, saio pela cidade para ver a paisagem conhecida. Preciso comprar um filtro para a água da geladeira. Na loja especializada me informam que o produto está em falta, a fábrica não o envia há tempos. Continue lendo “De volta a Belo Horizonte”
O fígado de Prometeu

O monstro gentil foi uma fraqueza, um interlúdio lírico. O monstro, para ser monstro, é besta, ectoplásmico, garras e lâminas. O monstro é feio, o monstro é mau. Continue lendo “O fígado de Prometeu”
Central Única Pró-Mensaleiros?
“Não pode ser um julgamento político. Se isso ocorrer, nós questionaremos, iremos para as ruas”. Continue lendo “Central Única Pró-Mensaleiros?”
Más notícias do país de Dilma (59)
“Lula perdeu o rumo e Dilma nem procurou o seu. Ele começou, mas se perdeu no caminho e desistiu das reformas estruturais dirigidas a reduzir o custo Brasil. Ela, nem isso. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (59)”
O garoto que furtou meu iPod
Na mesma semana em que um casal de moradores de rua da Zona Leste de São Paulo encontrou um saco plástico com R$ 20 mil e avisou a polícia, um garoto pobre, mas com um bom futuro pela frente, furtou da minha casa um iPod. Continue lendo “O garoto que furtou meu iPod”
Sobre Os Maias de Eça
Uma das muitas características fascinantes de Os Maias é a forma com que Eça de Queiróz lida com o tempo, a cronologia. Continue lendo “Sobre Os Maias de Eça”
“Put yourself in others’ shoes,” Obama said
It makes for a good story when the celebrity everyone wants to hear talks of how difficult things were in the beginning. It wasn’t different with Obama. Continue lendo ““Put yourself in others’ shoes,” Obama said”
As cidades que se danem
A eleição é municipal. Mas nem parece. Quem manda nelas são caciques que pouco se interessam pelas demandas locais, mas pelo quanto vencer em 2012 pode valer para 2014. Continue lendo “As cidades que se danem”
Gaviões de Penacho contra Vermelhinhos

Quatro aviões para derrubar uma ditadura e impor uma Constituição? Era do que dispunham os revolucionários de 1932, logo após 9 de julho – há oitenta anos. Continue lendo “Gaviões de Penacho contra Vermelhinhos”
Em Portugal
Em Portugal me sinto em casa. Não é só a língua comum, mas o ambiente, as pessoas. Até comemoro com eles os gols de sua seleção: “purtugal”. Continue lendo “Em Portugal”
O mais belo dos filmes
Ao João Bénard, ao Manuel Cintra Ferreira
A porta abre-se para a direita, os violinos entram pela esquerda e a madura silhueta de uma mulher recorta-se contra a luz do deserto. A mulher, passos hesitantes, dançados, vai da porta para a varanda tosca, a câmara atrás dela. Continue lendo “O mais belo dos filmes”
Maus dias para a casa de Rio Branco
Punhos de renda é uma boa metáfora para a diplomacia. Significa suavidade, bons modos, boa educação, lhaneza de trato e acima de tudo fidelidade a compromissos assumidos. Continue lendo “Maus dias para a casa de Rio Branco”
Más notícias do país de Dilma (58)
Claro que a crise é global. A questão é ver como cada país reage a ela. E o governo do lulo-petismo vem reagindo mal, muito mal. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (58)”
Esperanto? Pra quê? (4) Qual é a cultura do mundo?
Você já ouviu falar em Shakespeare? Camões? Balzac? Goethe? Tagore? Garanto que já. A cultura internacional faz pipocar aqui e ali nomes que aparecem e não mais se apagam. Continue lendo “Esperanto? Pra quê? (4) Qual é a cultura do mundo?”
The gentle touch of Brazilian housecleaners
Got a clean house?
Chances are those nicely dusted surfaces have the touch of a Brazilian. Continue lendo “The gentle touch of Brazilian housecleaners”

