Finalmente um jornal resolve falar de uma das coisas mais irritantes que pode haver para quem utiliza muito a ponte aérea RJ/SP/RJ: o célebre reposicionamento da aeronave. Não é o meu caso, graças a Deus. Raramente tenho ido à minha terra. Continue lendo “O prazer de viajar…”
Os mais próximos do dr. Ruy
O pior dia nos 47 anos de trabalho de Maria de Lourdes a surpreendeu na quinta-feira passada. O que pior que a morte do patrão que tanto venerava, o doutor Ruy, enterrado “ontem”, poderia ainda lhe acontecer? Continue lendo “Os mais próximos do dr. Ruy”
Georges Moustaki, volume 2
Por Moustaki vesti pela primeira vez na vida um smoking, eu, que tenho ódio de terno, e me enfiei num avião para uma viagem a Paris, eu, que detesto viajar. Continue lendo “Georges Moustaki, volume 2”
Dilma navega trôpega
A CPI da Petrobrás, requerida com assinaturas de 120 deputados da base aliada, 52 do PMDB, partido que ocupa a vice-presidência da República, não deve prosperar. Será barrada pelo presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), assim como o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) impediu que a MP dos Portos caducasse. Continue lendo “Dilma navega trôpega”
Boa letra
Daqui a pouco ninguém mais terá a caligrafia de nossas mães. Aquelas letras claras e bem elaboradas contornando nossa admiração de filhos. Como desenhar as palavras como elas?, esse era o desafio. Na escola bem que tentávamos, diante do carinho e da paciência das professoras do primário. Continue lendo “Boa letra”
Casou-se alguém quando Salazar morreu?
Uma mulher pode fazer tudo: pensar, falar, cantar, calar-se até de vez em quando. Foi o que me ensinou Sacha Guitry. Um povo não. Um povo cala-se, mesmo por um instante, e há um ruído quadrúpede a escavar as ruas, uma explosiva brancura a furar os tímpanos. Continue lendo “Casou-se alguém quando Salazar morreu?”
Georges Moustaki
Georges Moustaki não era, nunca foi um grande astro, de imensa popularidade. Não tinha a gigantesca fama de Jacques Brel ou Gilbert Bécaud. Mas tinha – e creio que terá sempre – uma legião de admiradores apaixonados. Era um gigante, um monstro da canção francesa, da música do mundo. Continue lendo “Georges Moustaki”
Meus discos: Odetta Sings Dylan
Poucos compositores foram tão exaustivamente regravados quanto Bob Dylan, ou tiveram discos inteiros dedicados apenas a suas composições. Creio que nem os Gershwin, Cole Porter ou Irving Berlin, os maiores autores da Grande Música Americana, tiveram tantos discos só com suas obras. Continue lendo “Meus discos: Odetta Sings Dylan”
Dúvidas seculares
O novo século, a nova década, criaram em mim algumas ansiedades.
Elvis, por fim morreu? Continue lendo “Dúvidas seculares”
Jornalista Ruy Mesquita
Ruy Mesquita morreu e li de tudo sobre ele. No mafuá das redes sociais, onde nascem as mil flores, brotaram daqui e dali pequenas e mesquinhas unhas-de-gato que mostram bem quanto estamos longe do grau de civilização em que gostaríamos de viver. Continue lendo “Jornalista Ruy Mesquita”
Cem semanas de Más notícias do país de Dilma
Cheguei hoje à compilação número 100 de notícias e análises que comprovam a incompetência do lulo-petismo como um todo e do governo Dilma Rousseff em especial sem qualquer tipo de alegria, ou de orgulho ou sequer de consciência tranquila por ter feito um bom trabalho, dado algum tipo de contribuição. Continue lendo “Cem semanas de Más notícias do país de Dilma”
Más notícias do país de Dilma (100)
Este é um governo que ruma para o passado, para o atraso. Como no tempo dos generais, bota milhões de dinheiro público para ajudar grandes empresas a se tornarem “campeões nacionais”. Como os generais, sonha com o Brasil Grande. Transforma a Caixa Econômica em sócia de frigorífico. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (100)”
Faça-se a luz!
Às vezes eu me surpreendo pensando em como Galileu, Isaac Newton, Edmond Halley, esses ‘mártires’ da inteligência acima da média, completaram suas obras sem luz elétrica… Continue lendo “Faça-se a luz!”
O dr. Ruy chegava anônimo
Ruy Mesquita morreu. Ao ler a notícia, travei. E achei estranho isso. Nunca tive qualquer relação com o dr. Ruy Mesquita, seja no jornal O Estado de S. Paulo, em que trabalhei por alguns anos, na sucursal de Brasília e em São Paulo ou fora dele. Mas claro, não era o Ruy Mesquita, mas Mario Covas, a quem assessorei por quase 10 anos, fora e dentro do Governo do Estado, que me causou a emoção que senti. Continue lendo “O dr. Ruy chegava anônimo”
O país fica muito mais pobre sem o dr. Ruy
A morte do dr. Ruy Mesquita deixa este país muito mais pobre.
E, diacho, este país anda mais pobre a cada dia. Continue lendo “O país fica muito mais pobre sem o dr. Ruy”

