Cheguei a São Paulo achando que ia fazer Cinema na ECA, e aí vendi chucks na Florêncio de Abreu.
Diacho: não me lembro direito o que são chucks. Continue lendo “Quando cheguei a São Paulo”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Cheguei a São Paulo achando que ia fazer Cinema na ECA, e aí vendi chucks na Florêncio de Abreu.
Diacho: não me lembro direito o que são chucks. Continue lendo “Quando cheguei a São Paulo”
Não digo “nasci desse jeito”, porque quando cheguei ao mundo não havia televisão. Mas posso dizer “cada um é como é”. E reconhecer que sou um desajustado em relação ao que Stanislaw Ponte Preta chamava “máquina de fazer doido”. Continue lendo “Só dá abobrinha na TV”
Desde que a inflação começou a mostrar dentes cada vez mais afiados e o incômodo grito de descontentes tomou as ruas, tornou-se praticamente impossível manter os disfarces que encobriam o autoritarismo e a soberba da presidente Dilma Rousseff. Continue lendo “Fera ferida”
Sou um homem em busca da felicidade. Se não for possível, me contento com paz, harmonia e tranquilidade. Vocês dirão, mas esse cara é maluco, quem não quer esse ambiente em sua existência? Continue lendo “Quando o coração está deserto”
Eu quero bem que as vestais se lixem: a arte deve muito ao crime, à Mafia, a bandidos sórdidos que, de repente, têm os seus momentos de nonchalance. Pelo menos o cinema deve. O cinema americano como o cinema europeu. Exceptue-se o actual cinema alemão… mas quem, em nome de Cristo, quer saber alguma coisa do actual cinema alemão? Continue lendo “O improvável mecenas”
Shakespeare inicia seu pungente Ricardo III com os versos “Now is the winter of our discontent / Made glorious summer by this Sun of York“. Nossos jovens, poetando pelas ruas do Brasil, cantam outros versos: “Este é o inverno de nosso contentamento/ tornado glorioso pelo sol de nossa dor”. Continue lendo “Pelo nosso contentamento”
Não, senhores, vocês entenderam tudo errado. Ou fingiram que entenderam tudo errado.
O povo não foi às ruas incendiar ônibus, queimar cabines de pedágio, depredar lojas e nem cantar o Hino Nacional porque queria o voto distrital misto ou porque não pode viver sem o voto em lista ou porque quer cláusulas de barreira para que partidos políticos tenham existência legal. Continue lendo “Quem dá bola é o voto”
Nunca, ao longo de 106 semanas, houve tanta má notícia no Brasil como nesta última. Esta compilação aqui das notícias e análises que comprovam a incompetência do lulo-petismo como um todo e do governo de Dilma Rousseff em especial, a 106ª, é a maior de todas que já publiquei. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (106 – Parte Um)”
Enquanto a cortina de fumaça lançada pelo governo sobre reforma política fazia os jornais darem manchetes com uma quem sabe constituinte ou um talvez plebiscito, as más notícias da economia continuavam pipocando diariamente. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (106 – Parte Dois)”
Lula, ao comentar as manifestações, disse que elas são a consequência das mudanças sociais realizadas pelos governos do PT: “Isso é resultado do que foi feito nesses 10 anos”. Continue lendo “E não é que Lula acertou?”
É incrível, inacreditável, mas o PT, antes de ser golpeado pela pesquisa Datafolha deste fim de semana, parecia estar conseguindo verter a seu favor a repulsa das ruas aos seus métodos e modos. Continue lendo “Se essas ruas fossem minhas”
As ruas se enchem de jovens e todos pensávamos que eles estavam nos shoppings, nos bares e nas baladas, de costas para vida real. Meus olhos estão molhados e minha alma canta: estarei mesmo vendo o que eles me revelam? Continue lendo “O país está vivo”
Construíram a maior máquina de sonhos que a humanidade conheceu. Tecida a luz e sombras, cerzida a estrelas. Tudo projectado em milhões de gigantescos ecrãs que disseminaram uma diáfana ilusão sobre brancos e negros, indianos ou japoneses. Papuas, mesmo esquimós, terão tido a sua convulsão a chiaroscuro ou technicolor. Continue lendo “O dono dos sonhos”
Conheço todos: Maria foi à manifestação por causa do preço dos ônibus; Pedro foi porque é petista; João foi porque não gosta do PT; Antonio foi porque é contra a corrupção; Alfredo foi porque é contra a “cura gay”, embora não saiba o que vem a ser isso; Lúcio foi porque é contra a PEC 36, que não sabe distinguir da 37, ou da 99, ou de qualquer outra; Ricardo foi porque quer uma passarela mais próxima para cruzar a estrada; Lúcio foi porque adora futebol mas é contra o dinheiro público enterrado nos estádios da Copa. Continue lendo “A voz rouca do poder”
As atenções todas, nos sete últimos dias, ficaram voltadas para as manifestações nas ruas e para os shows midiáticos preparados pelos marqueteiros do Planalto para dar a impressão de que o governo federal estava respondendo aos protestos populares. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (105)”