A ex-ministra da Casa Civil e senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) merece entrar para a História do Brasil. Ela foi o estopim da mais séria crise do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, uma instituição que, com 80 anos de existência, adquiriu imenso respeito por sua idoneidade, seriedade, capacidade de não se contaminar pelos humores dos governos de plantão. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (136 – Parte Um)”
Más notícias do país de Dilma (136 – Parte Dois)
Na tentativa de impedir a criação de uma CPI para investigar a escandalosa compra da refinaria sucateada em Pasadena, no Texas, e várias outras irregularidades na Petrobrás, a bancada governista levou para prestar depoimentos no Congresso a atual presidente da estatal, Graça Forster, e o ex-diretor da área internacional, Nestor Cerveró. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (136 – Parte Dois)”
No inverno daquele junho
Andou pé-ante-pé no silêncio da madrugada, fios de claridade vazando pelas frestas da janela. Cuidou de não acordar a mãe, rosto marcado pela dor que povoava seu sono. Parou ao lado da cômoda onde uma solitária rosa, temporã florescida no inverno daquele junho, consumia um resto de vida alimentada pela água fria na caneca de ágata. Continue lendo “No inverno daquele junho”
A tragédia é que Dilma se acha a maior economista do país
Só li hoje o texto “Vou-me embora pra Bruzundanga”, do historiador Marco Antonio Villa. Vi no Facebook que o texto – publicado na Coluna do Augusto Nunes no site da Veja em 11/2 – foi tido como algo que humilhou a presidente Dilma Rousseff. Continue lendo “A tragédia é que Dilma se acha a maior economista do país”
Grace Kelly de volta aos holofotes
Por que o diretor Gregory Ratoff gostava dela? Nas palavras dele: “Ela é perfeita! O que eu amo nesta garota é que ela não é bonita”. Continue lendo “Grace Kelly de volta aos holofotes”
Escracho
Aos gritos de “fascista”, “projeto de ditador” e “tucano”, três militantes da juventude petista hostilizaram o ministro Joaquim Barbosa, na saída de um restaurante em Brasília. Continue lendo “Escracho”
O dono da luz
Já uma vez aqui contei que Orson Welles, convidado para realizador, desconhecia a gramática cinematográfica e não teve vergonha de ir falar com os velhos cineastas. E disse que Welles foi ter com o melhor director de fotografia de Hollywood, uma competência técnica e artística que, fosse ele marujo, salvaria o Titanic. Disse e menti. Continue lendo “O dono da luz”
Uma entrevista para arquivar
Lula, tão econômico em entrevistas durante seus oito anos de governo, nesta terça-feira 8 de abril resolveu falar – não foi propriamente uma entrevista, foi mais um papo que durou 3h32m10s, segundo o You Tube. Continue lendo “Uma entrevista para arquivar”
O rio da minha aldeia
O problema não é fazer ou deixar de fazer. O problema é noticiar. Continue lendo “O rio da minha aldeia”
Más notícias do país de Dilma (135 – Parte Um)
A inflação medida pelo IPCA, o índice oficial do governo, foi de 0,92%, mesmo resultado de dezembro passado e o maior desde abril de 2003. O acumulado em 12 meses subiu para 6,15%, bem perto do teto máximo da meta, que é de 6,5%. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (135 – Parte Um)”
Más notícias do país de Dilma (135 – Parte Dois)
Mais uma vez, ficou gigantesca demais esta compilação semanal de notícias e análises que comprovam os malefícios e a incompetência do lulo-petismo como um todo e do governo Dilma Rousseff em especial, a de número 135. Como aconteceu duas semanas atrás, vou ter que dividir em duas partes. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (135 – Parte Dois)”
“Sonhei um sonho que me deixou triste”
“Viajando num trem rumo ao Oeste, dormi e sonhei um sonho que me deixou triste, sobre mim mesmo e os primeiros poucos amigos que tive. Com os olhos meio úmidos observei a sala em que eu e meus amigos passamos muitas tardes, onde juntos nos protegemos de muitas tempestades, rindo e cantando até as primeiras horas da manhã.” Continue lendo ““Sonhei um sonho que me deixou triste””
Um quê de Vietnã
Quem não conhecia Roraima lá pelos idos dos anos 80 e chegava pela primeira vez a Boa Vista surpreendia-se com a cidade. Mas se nela havia uma face bela, que encantava, também havia outra, horrenda, que assustava. Continue lendo “Um quê de Vietnã”
PAC, PAC, PAC
As obras dos PAC 1 e 2 continuam empacadas, boa parte delas só existe no papel. Ainda assim, sem qualquer constrangimento, nem mesmo um leve rubor, a presidente Dilma Rousseff anunciou que lançará o PAC 3 em agosto, dois meses antes da eleição. Cumprindo à risca o cardápio dos marqueteiros de sua campanha, insiste na troça. Continue lendo “PAC, PAC, PAC”
É Robert Altman e são cinco da manhã
MASH, o filme que me faz aqui falar de Altman, é de 1970. E foi nesse ano que eu o vi em Luanda, no cinema São Paulo, apesar do IMDB o dar como estreado em Portugal apenas em Setembro de 74. Que se lixe, em Angola estreou antes. Estreou logo. E eu vi-o, com o puto Toninho, que recebia bilhetes à borla do “Província de Angola”, e os partilhava com os amigos — e nesse dia tocou-me a mim. Continue lendo “É Robert Altman e são cinco da manhã”




