Quem muito teme os fantasmas do passado devia rezar pela alma do Sobrenatural de Almeida, o fantasma que pode criar problemas para o Brasil em junho de 2014… Continue lendo “O Sobrenatural de Almeida”
Uma noite na ópera
Groucho Marx, num acesso hiperbólico de auto-ironia, dizia que não frequentava clubes que o aceitavam como sócio.
Groucho Marx era um comediante e a sua profissão não apenas lhe permitia como o obrigava a ser engraçado. Continue lendo “Uma noite na ópera”
Más notícias do país de Dilma (140)
O poço de escândalos e péssimos negócios em que os governos petistas enfiaram a maior empresa do país parece não ter fundo. Quando se pensa que já se viu de tudo, surge um novo absurdo no noticiário. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (140)”
Mariana
Foi numa madrugada fria de junho de 1978 que conheci o verdadeiro Hector Gulberti. Argentino, cara de cantor de tango, um dia viera pedir-me emprego na redação do Jornal da Cidade, de Jundiaí, do qual eu era o redator-chefe. Apresentou-me como única credencial a declaração verbal de que trabalhara na diagramação do El Clarín, diário de Buenos Aires. Continue lendo “Mariana”
E então Marina falou…
No dia 29 de abril agora, exatamente o dia dos 80 anos da Zibisa Lúcia, há menos de 15 dias, portanto, Marina começou a andar.
Hoje de manhã ela falou “vovô”. Continue lendo “E então Marina falou…”
Pega na mentira
Hábito ou vício, há tempos a mentira é classificada como doença – mitomania ou pseudolalia, o transtorno da mentira. Não são raros os políticos que sofrem desse mal ou que são treinados sob a regência desses distúrbios. Continue lendo “Pega na mentira”
Mickey, o rato que já não anda por aí
Anda por aí um Rato com o nome dele. Mickey Rooney nasceu atrás de um palco, nos bastidores de um teatro. A mãe era bailarina, ou melhor, e se não formos dos que têm a mania de andar sempre em pontas, era corista. O pai, um Homem Banana, cómico que, se queria que o público se risse, tinha de dar o corpo ao manifesto. Continue lendo “Mickey, o rato que já não anda por aí”
Myltainho
Myltainho não era propriamente um ser humano: era mais uma espécie de lenda.
Embora fosse mais novo que eles, era uma lenda assim como Ewaldo Dantas Ferreira, como Paulo Francis, como Alberto Dines, como Samuel Weiner. Isso, é claro, para mim – mas acredito que também para muita gente da minha geração, que começou no jornalismo em 1970, por aí. Continue lendo “Myltainho”
Está tudo certo, mas não bate
Leio aqui no Blog (do Noblat) um comentário que podia ser o slogan do Brasil DilmoLuloso: “Está tudo certo, mas não bate”. O autor? Um antigo leitor que usa um apelido simpático: Juca Leiteiro. Continue lendo “Está tudo certo, mas não bate”
Flaubert e os miasmas
“Os olhos de ambos erravam por sobre os montões de pedra das construções, sobre a água repugnante do canal, onde flutuava um molho de palha ,sobre a chaminé de uma fábrica, que se erguia um horizonte; os esgotos exalavam miasmas”. Continue lendo “Flaubert e os miasmas”
Más notícias do país de Dilma (139)
A semana que passou teve uma boa notícia: na segunda, dia 5, o IBGE anunciou que vai manter a divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua tal como anteriormente planejado. No dia 3 de junho, será divulgada normalmente a taxa de desemprego nacional no primeiro trimestre. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (139)”
Mas, senhor D, I’m so restless
Hoje me deu vontade de ouvir “I’m so restless”. Não uma vontadezinha: uma baita vontade, dessas irremediáveis.
Minha mãe dizia que vontade é coisa que dá e passa. A rigor, a rigor, é bem verdade. Continue lendo “Mas, senhor D, I’m so restless”
A besta, a fera, o mal
Nem Aécio Neves e o PSDB, nem Eduardo Campos e Marina Silva, mas a imprensa. Esse é o inimigo declarado do PT, a fera que tem de ser vencida, ou pelo menos domada, para que o partido se perpetue no poder. Isso dito com todos os efes e erres pelo ex-presidente Lula, líder maior do petismo. Continue lendo “A besta, a fera, o mal”
A mulher nua
Em convulsão metafísica ou embalo estético, o cinema gosta da mulher nua. Fruto de minuciosa investigação, deixo-vos uma lista de temas, situações e lugares que os filmes usaram como desculpa para a despir. Continue lendo “A mulher nua”
O homem que queria ser presidente
O tempo é o senhor da razão. A verdade é filha do tempo. A primeira máxima é de autoria desconhecida; a segunda é atribuída a Marco Tulio Cicero (106 aC, 43 aC). Mas quanto tempo é preciso que escoe para que a razão e a verdade se revelem mais precisas e despidas de equívocos grosseiros sobre acontecimentos relevantes e também sobre pessoas que deles participaram? Continue lendo “O homem que queria ser presidente”


