- :: Tudo o que há de corajoso, livre, luminoso no tropicalismo é como o espírito de Nara Leão. Por Caetano Veloso (*)
É muito por causa de Nara que eu desejo dissuadir os dirigintes da Odebrecht de manter o nome Tropicália no projeto de condomínio que eles estão construindo em Salvador. Dizem-me até que este seria nas bordas da floresta que fica entre a Orla e a Paralela, na altura do Parque de Pituaçu. Ler Mais »
- :: Trinta anos depois, Fernando Brant se lembra do dia em que o mundo perdeu Elis Regina
Acordei naquele dia 19 de janeiro do ano de 1982 com duas tarefas, uma burocrática e outra, poética. Saí pela manhã em direção ao banco para tratar de assuntos tributários que já nos afligiam em todo o começo de ano. Ler Mais »
- :: Oito textos deste site falam sobre as duas grandes cantoras. Por Sérgio Vaz
As coincidências. Neste dia 19 de janeiro, quinta-feira, faz 30 anos que Elis Regina morreu, e completam-se 70 anos do nascimento de Nara Leão.

Ler Mais »
- :: Um texto vintage, amarelecido como a foto, sobre o show de Gal em 1982. Por Sérgio Vaz
Gal Costa já não precisa mais provar que é uma cantora maior, afinadíssima, versátil, que domina perfeitamente a técnica e possui uma das vozes mais belas da música brasileira: o reconhecimento de que ela é uma das duas melhores cantoras surgidas no País nas últimas duas décadas é praticamente unânime. Ler Mais »
- :: Ele traz algumas das maiores pérolas da MPB. Por Sérgio Vaz
Está sendo relançado o disco Onze Sambas e uma Capoeira. Que maravilha. Nem só de tristes notícias vive este país. Ler Mais »
- :: É absurdo usar a criação de compositores, cantores e músicos sem pagar por isso. Por Fernando Brant
A memória nos revela, como filme, pedaços esquecidos de nossa vida. Eu me vejo, calças curtas em Diamantina, saindo de um parque de diversões e o som da praça tocando uma canção de Luiz Vieira, “Menino de Braçanã”: “é tarde, eu já vou indo, preciso ir embora, té manhã; mamãe, quando eu saí, disse meu filho não demora em Braçanã”. Ler Mais »
- :: O mundo seria muito pior se não houvesse Natalie Merchant. Por Sérgio Vaz
“Motherland” é uma canção maravilhosa, belíssima, apaixonante, emocionante. É uma dessas pérolas raras num mundo de fibra de vidro, para tomar emprestado de Dylan a imagem extraordinária. Ler Mais »
- :: Cronista inspirado, ironizou os ridículos personagens de nossa sociedade. Por Fernando Brant
Cresci ouvindo músicas brasileiras que entraram definitivamente em minha alma de menino e me acompanham até hoje. Canções e pessoas, naturalmente. Ler Mais »
- :: Aqui vai um post à la Kassab: nem pró-um, nem pró-outro, nem nada. Por Sérgio Vaz
O disco novo de Madeleine Peryroux, Standing on the Rooftop, de 2011, abre com uma música dos Beatles. A moça (e põe moça nisso: ela nasceu em 1973, três anos depois da separação do grupo) escolheu para abrir seu novo disco “Martha, My Dear”, assinada por Lennon-McCartney. Ler Mais »
- :: Uma beleza de canção que rompe todas as fronteiras, combate todos os preconceitos. Por Sérgio Vaz
Existe apenas uma música que não de autoria de Bob Dylan que ele e Nina Simone gravaram. Só por isso – o fato de que esta exata música tenha sido a única gravada tanto pelo mais extraordinário compositor quanto pela mais extraordinária cantora do século XX – torna “Mr. Bojangles” uma canção absolutamente especial. Ler Mais »
- :: Uma cidade reage a uma provocação com arte, maestria. É de chorar. Por Sérgio Vaz
É emocionante, é de arrepiar, de fazer os olhos marejar. Há muito tempo eu não via uma coisa tão absolutamente emocionante. Ler Mais »
- :: Ana não contava com a ambição do PT. Por Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa
Quantos são os cantores e compositores no Brasil? Alguém sabe? Já foram cadastrados? Pergunto porque de vez em quando leio ou ouço afirmações como esta: “Cantores e compositores defendem criação de órgão para fiscalizar Ecad”. Ler Mais »
- :: Uma preciosidade: o disco Thelma canta Nelson Cavaquinho, de 1966. Por Fernando Brant
A internet, para quem sabe procurar, reserva surpresas, achados e lembranças. Mas é preciso ter muita ciência, para não cair nessa tsunami de informações excessivas, muitas vezes inúteis e mentirosas. Ler Mais »
- :: Os dois grandes artistas me impressionam desde sempre. Por Sérgio Vaz
Aquilo deve ter sido, sem dúvida, uma coisa louca, inimaginável, emocionante, de arrepiar, de dar taquicardia: no Maracanãzinho lotado, Yves Montand anuncia que vai apresentar “Les Bijoux”, de Baudelaire. Ler Mais »
- :: Os dois grandes artistas nos presenteiam com lucidez e coragem. Por Sérgio Vaz
O livro de Jorge Semprun sobre Yves Montand e o mundo – Yves Montand: A Vida Continua (*), publicado em 1983 – é absolutamente fascinante por uma série respeitável de razões. Ler Mais »