Arquivos da Categoria: Valdir Sanches

O repórter vai atrás do diamante puro

Falo por mim, mas sei que repórteres adoram quando acham (ou lhes cai no colo) um personagem sob medida para sua matéria. Agora, esse personagem é como diamante. A menor imperfeição compromete a qualidade. Ler Mais »

O avô e o neto

Mandei mensagem à minha filha, que estava fora de casa: “Não conte para o César, mas estou usando a caneca do Batman”. Não vejo problema em um avô usar a caneca do neto, às escondidas. Ler Mais »

Edmundo, brasileiro Prêmio Nobel, conta sua saga

Em sua casa, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, Edmundo Manzini de Souza, Prêmio Nobel da Paz, recorda a noite em que, comandando um grupo de combate, no Deserto do Sinai, sentiu que o solo por onde caminhavam havia ficado diferente. Ler Mais »

Os 15 minutos de glória

O sucesso surge em nossa vida de repente. Digo, aqueles 15 minutos não necessariamente de fama, mas com gosto de glória. Vejam, amigos. Minha casa tem a proposta de ser morada rústica, desprovida dos brilhos do acabamento moderno. Ler Mais »

Historinhas da redação (3): A matéria que o editor matou

Era Sexta-Feira da Paixão, feriado. Este que vos escreve perfilava-se entre os repórteres de plantão na redação do Jornal da Tarde. O Zé Maria, no comando da redação, nessa manhã, me vem com uma pauta. Ler Mais »

O pianista da máquina de escrever

Jorge Sabongi foi ao escritório de uma metalúrgica pedir emprego. Com um pouco de má vontade, é verdade. Não estava interessado em trabalhar. Contava 14 anos. Seu bisavô e seu avô tinham tido escolas de datilografia. Seu pai também tinha uma. Ler Mais »

Historinhas de redação (2): O Cafa e a lista telefônica

O Inajar de Souza morreu jovem e hoje é nome de avenida da zona norte de São Paulo. Era pessoa amável, e se divertia fazendo o gênero cafajeste. Na redação, havia uma repórter bonita, que vestia com sobriedade, mas, obediente à moda, com a saia acima do joelho. Ler Mais »

O Kindle, os livros de papel e a Catherine

Em artigo para esta página, Anélio Barreto demonstra o gosto pelo livro impresso, e o desencanto com o virtual. Ora, imaginemos que uma pessoa, um amigo da gente, vá passar duas semanas em uma ilha sem recursos. Vem a pergunta clássica: “O que você levaria para uma ilha?”. Ler Mais »

Ah, o glamour

Pequenas crônicas que escrevi para meus amigos, em julho de 2009, acrescidas das duas que vão no pé. Ler Mais »

The best of the worst

Para não servir gato por lebre, informo que este artigo resulta de experiências vividas em restaurantes médios da cidade, e em viagens. Aos freqüentadores dos Jardins, serve apenas como curiosidade. Ler Mais »

Dificilmente algo no mundo se parecerá com a Vila Itororó

Seria um absurdo alguém, em pleno centro de São Paulo, ter a sensação de que chegou a uma civilização perdida do fim do mundo. Mas dificilmente, em qualquer parte do planeta, algo se parecerá com o palacete da Vila Itororó. Ler Mais »

1.100 livros da biblioteca de Mindlin, no seu computador

Há duas bibliotecas em construção na USP para abrigar 17 mil títulos doados pelo empresário e bibliófilo José Mindlin, morto aos 95 anos, no dia 28 de fevereiro de 2010. A primeira, de concreto, pode demorar um ano para ficar pronta. A outra, virtual, está funcionando. Já tem disponíveis cerca de 3.500 documentos, dos quais 1.100 livros. Ler Mais »

O trem que não existiu, mas existiu

Em julho, comemoram-se cem anos de nascimento do criador de um trem que não existiu. Embora tenha existido… Falamos de João Rubinato, nascido em Valinhos, em 1910, de família pobre. É ele o autor do grande sucesso do repertório nacional “Trem das Onze”. Embora, na verdade, o autor seja Adoniran Barbosa, morto em São Paulo, em 1982. Ler Mais »

Kits: da tesoura à camisinha

Esta semana lembrei do Código de Trânsito Brasileiro, sancionado pelo Fernando Henrique Cardoso em fins da década de 1990. O presidente vetou inúmeros penduricalhos e exigências plantados por lobbies. Mas ficou um, inesquecível: o kit de primeiros socorros. Ler Mais »

Vítimas de intervalos dentais

O mecânico que me serve há anos virou reparador automotivo. Vendedor de loja agora é agente de negócios. O que há de mal com o nome próprio de honestas profissões? Ler Mais »