Arquivos da Categoria: Valdir Sanches

O casal no restaurante

Não havia aviso, como o comum “você está sendo filmado”. No entanto, o casal que, na segunda-feira, entrou em um restaurante japonês do meu bairro não escapou ileso. Não me perguntem como fui parar em um “rodízio japonês”, essa criação que deve ter deixado de cabelo em pé os antigos donos das tradicionais casas da Liberdade. Ler Mais »

Antes, e hoje

Nota de esclarecimento.

Não é sempre que o artigo para uma publicação começa com um aviso desses. Mas explico. O que segue abaixo não deve ser levado a sério, é um misto de humor com besteirol e uma pitada de nonsense.  Ler Mais »

Duas estações

Inverno

Ninguém desejaria nada do que aconteceu a Bolsonaro e a Ciro. Mas, já que aconteceu, a verdade é que a facada e a próstata projetaram os candidatos no noticiário. Ler Mais »

A cabeça do bolsonarista

Quando disse, cheio de convicção, que a Globo é comunista, classifiquei o tipo como uma curiosidade. Estou falando do treinador da academia de ginástica do meu prédio, onde, a contragosto, lido com pesos e ando na esteira. Ler Mais »

O teste do trem

Este morador de Guarulhos resolveu testar o trem. Como sabem, criado para bem servir os viajantes de avião, ele chega perto do aeroporto internacional que leva o nome da cidade. Ler Mais »

Em dia com a informática

Recentemente, jactei-me… Jactei-me?

Recomeçando: ufanei-me… Safa! Ler Mais »

Canções em Brasileiro

Sessenta anos de bossa-nova! Invejo os amigos pelas boas lembranças que devem ter daquela época. Pena que eu era muito jovenzito, não vivi aquele tempo. Ler Mais »

O galo canta para lembrar que é quem manda

Está na Wikipédia. Quando nasce o dia, “o galo canta para avisar ao galinheiro que continua vivo e no comando”. De sobra, aqui na Vila Augusta, Guarulhos, acorda quem não tem nada a ver com isso, caso da minha cunhada Dena. Ler Mais »

A Folha de camionete, o Globo e o JB de Rural Willys

A Folha tinha uma frota de modernas camionetes Ford, para entregar os jornais. Mas algumas delas ficavam para a reportagem, com este nome pintado na lataria. Ler Mais »

Idéia de Jerico, a Saga

Idéia de Jerico, a Saga – Parte 2. No último texto, contei sobre o prato de bateria que transformei em um cinzeiro de meio metro de diâmetro. Confesso, no entanto, que não acabou aí. Ler Mais »

Cadernos de receitas

Velhos cadernos de receitas fazem bem ao paladar, ao afeto e à memória de uma família. Em nossa casa temos dois; um para salgados, outro para doces. Estão bem velhos, um deles sem a capa. As receitas, lançadas à mão, mostram caligrafias diferentes. Ler Mais »

Coroa prafrentex

Coroa prafrentex. Chamar alguém de coroa ainda pode acontecer nos dias de hoje. Um sujeito… idoso. Agora, prafrentex está sepultado desde que a televisão passou a ser transmitida em cores, calculo. Um cara determinado, avançado. Ler Mais »

Como na hora do gol

A cada gol, muita comemoração, muita barulheira. Pergunto: por que só no futebol, nos esportes? Por que não para os simples mortais? Vamos imaginar Sérgio Vaz tentando uma manchete de página no Jornal da Tarde daqueles bons tempos. Ler Mais »

Complô familiar

Descobri há pouco uma trama familiar contra objeto de uso profissional que me era caro. A peça, é verdade, tinha algum tempinho de uso, hã… duas décadas. Tratava-se de uma bolsa de lona verde, com duas divisões, e, costurados fora, dois bolsos. Como as que se vendiam em lojas de artigos para pesca e caça, quando esta não era proibida. Ler Mais »

Viagem sem sair da sala

O que vejo todas as noites, a partir do sofá onde sento. Primeiro plano, a mesinha de centro com o copo de bebida e o pratinho com tira-gosto. Ao fundo, encostados na parede, a velha (antiga) cristaleira com seus copos, e o etager, peça menor, de quatro gavetas. Ler Mais »