Entra ano, sai ano, e o estoque de más notícias parece inesgotável.
Nos últimos sete dias, o país ficou sabendo que: Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (127)”

Por Sérgio Vaz e Amigos
Entra ano, sai ano, e o estoque de más notícias parece inesgotável.
Nos últimos sete dias, o país ficou sabendo que: Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (127)”
A política provoca sentimentos antagônicos: acirramento de ânimos e desalento, conformismo e ativismo desenfreado, desinteresse de muitos, indignação de alguns. Seja como for, sem ela não há saída. Continue lendo “Tristes feudos”
“O Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum.”
Mais uma definição do gênio da raça, o atual ex-presidente em exercício Luiz Inácio da Silva, o Lula. Continue lendo “Não é que Lula tem razão?”
Abaixa que aí vem lama.
Mal os reis magos terminaram a sua tarefa de entregar ouro, incenso e mirra ao menino recém-nascido, o que marca para o calendário gregoriano de nossas atribulações o início efetivo de um longo ano de trabalho, futebol e eleições, a pax natalina dá lugar às primeiras escaramuças de guerra. Continue lendo “Fortes emoções”
Depois de um rápido intervalo durante o período de Natal e das festas de fim de ano, a compilação semanal de notícias e análises que comprovam os malefícios e a incompetência do lulo-petismo como um todo e do governo Dilma Rousseff em especial volta na próxima quinta-feira, 16, no final da noite, como sempre. Continue lendo “As Más Notícias voltam semana que vem”
Era para ser o ano do Brasil. De o País ir além de suas belezas naturais e da ginga da bola. De se exibir ao mundo como gente grande, maduro. Mas a chance disso já foi perdida. Continue lendo “Dá-lhe Maracugina”
Para um político no poder não existe nada mais aprazível do que um inimigo. Ele dá conforto, segurança e aconchego. Por isso, muitas vezes, quando ele não existe de verdade, trata-se de inventá-lo. Continue lendo “Guerra fantasma”
Entra ano, sai ano, seja no final de um ou no início do outro, as chuvas de verão matam gente e impõem o desabrigo a milhares. Em 2010, o País contabilizou 473 mortos em enchentes. No ano seguinte, 918 só na região serrana do Rio de Janeiro. Continue lendo “Bolsa enchente”
Todo fim de ano é a mesma coisa. Tenho por hábito fazer um balancete do ano que se vai. Lembranças tristes, alegres, tem de tudo nos 365 dias que formam cada ano. Continue lendo “2013”
Sonho de uma noite de inverno: os jornalistas chineses terão que ler 700 páginas de um manual que ensina como devem comportar-se perante o governo e o partido. Ocioso dizer que lá partido e governo são a mesma coisa. Continue lendo “Sonhos de uma noite de inverno”
Derrotado por três vezes, no Tribunal de Justiça de São Paulo, no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal, o prefeito Fernando Haddad (PT) desistiu de aumentar o IPTU da capital paulista. Continue lendo “A política Alzheimer”
Vocês naturalmente conhecem o livro Pollyana, um dos maiores sucessos da literatura infanto-juvenil de todos os tempos. A heroína é uma menina que sofreu muito na primeira infância e aprendeu com seu pai, pobre e sofredor como Jó, a procurar ver o lado bom das coisas e a jogar, sempre que possível, o Jogo do Contente, que faz do limão uma fruta bem doce. Continue lendo “O Jogo do Contente”
“O paradoxo de Abilene” é uma fábula clássica usada pelas consultorias de gestão de empresas que mostra como as circunstâncias podem levar um grupo de pessoas a agir de uma forma oposta às suas preferências. Continue lendo “O paradoxo de Abilene”
Animada pela pesquisa CNI/Ibope que lhe conferiu 43% de aprovação, cinco pontos percentuais acima do levantamento de setembro, a presidente Dilma Rousseff comemorou no estilo que lhe ensinaram: em cima do palanque. Continue lendo “Muquifo”
Penso na fisioterapia. O paciente está com dores, dificuldade de se movimentar, incômodos musculares ou na coluna vertebral. Posturas inadequadas ou aflições afins. O profissional lhe ensina pequenos exercícios, curtos e localizados, gestos que aparentemente nada têm a ver com seu padecer. Continue lendo “Pouco pode ser muito”