Quem apostou suas fichas no mantra “governo novo, ideias novas”, pode perder as esperanças. Pelo andar da carruagem, o movimento do governo Dilma se dará no sentido contrário, ou seja, um mergulho no passado em busca do modelo que assegurou os anos de bonança do governo Lula. Continue lendo “De volta ao passado”
Paúra no “clube” dos políticos
Ainda que pelo avesso, Dilma Rousseff acertou uma. Depois da prisão de alguns dos donos do dinheiro – grandes empreiteiros que pagaram propinas a operadores da Petrobras –, o Brasil definitivamente não será o mesmo. Continue lendo “Paúra no “clube” dos políticos”
Em busca da agenda perdida
O governo Dilma não terminou o período velho e nem começou o novo. Para ocupar o vácuo, as escavações chegam ao pré-sal da corrupção petroleira, de onde jorram cifras espantosas de dinheiro desviado ou para bolsos particulares ou para siglas partidárias entre as quais os cargos diretivos da maior empresa brasileira foram loteados como sesmarias. Continue lendo “Em busca da agenda perdida”
Ao diabo não se diz amém
Não é a primeira e por certo não será a última vez que o governo Dilma Rousseff transfere para outros a tarefa de corrigir os males provocados por um dever de casa que ela não fez. Mas nunca antes da história deste país um governo foi tão longe: quer aprovar uma lei para descumprir a lei. Continue lendo “Ao diabo não se diz amém”
Água
É conhecido o que acontece quando enfileiramos as peças de um jogo de dominó e depois damos um piparote na primeira. Continue lendo “Água”
O diabo veio para ficar
Numa campanha eleitoral “a gente faz o diabo”, mas o que não contaram é que, depois da campanha, já eleitos, o diabo continuaria sendo feito. Continue lendo “O diabo veio para ficar”
Dias piores virão
Reajuste dos combustíveis e das tarifas de energia elétrica, alta de juros, suspensão de créditos subsidiados. Tudo feito de pronto. Até cortes em salvaguardas trabalhistas, que na campanha a presidente reeleita jurava de pés juntos que não faria e acusava seu adversário de querer fazer, estão por vir. Continue lendo “Dias piores virão”
Vai doer em quem?
O leitor leu a íntegra da resolução aprovada pela Executiva do PT em 3 de novembro? Não leu? Então leia, mas cuidado, vai doer. A reunião do Diretório será nos dias 28 e 29 de novembro, mas ansiosos para continuar em sua caminhada em direção a um governo sempiterno, o PT propõe que certas resoluções sejam tomadas de imediato. Continue lendo “Vai doer em quem?”
O poder e a sedução do monólogo
A presidente Dilma disse que é hora de desmontar os palanques e de “saber ganhar ou perder”. Continue lendo “O poder e a sedução do monólogo”
Combate à corrupção? Dilma adia
Quatro dias depois de ser reeleita, a presidente Dilma Rousseff adiou por seis meses a entrada em vigor da lei das ONGs, que estabelece regras mais rígidas para a contratação de entidades sem fins lucrativos. Continue lendo “Combate à corrupção? Dilma adia”
A quarta vitória de Lula
Numa campanha milionária e feia, indigna de um ex-presidente, dizendo tudo que lhe vinha à cabeça porque o importante era a vitória de dona Dilma, não por ela, nem pelo Brasil, mas por ele mesmo que, em 2018, quer de volta a faixa presidencial, Lula venceu mais uma vez. Continue lendo “A quarta vitória de Lula”
A vida curta da mentira eleitoral
Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia.
Bom esse Shakespeare. Sabia das coisas. Não votava nem no PT nem no PSDB mas era antenado na tal da alma humana. Continue lendo “A vida curta da mentira eleitoral”
Uma pausa – mas o murro em ponta de faca continua
Esta semana já não tem mais o “Más notícias do país de Dilma” naquele formato que virou até tradicional. Más notícias houve, é claro, e muitas, nos últimos sete dias, assim como ao longo dos quatro últimos anos. A pior de todas, é claro, foi aquela das 8 horas da noite do domingo, 26 de novembro. Continue lendo “Uma pausa – mas o murro em ponta de faca continua”
Não vamos nos dispersar
Dilma venceu. Pode-se – e devemos fazê-lo – discutir os métodos para se chegar à vitória: mentiras, agressões pessoais, desconstrução, a palavra-chave desta campanha. Muito ódio. Continue lendo “Não vamos nos dispersar”
Tivemos 51 milhões de votos
É assim: não dá para venezuelar, argentinizar, bolivarizar. Continue lendo “Tivemos 51 milhões de votos”
