A roda já tinha sido inventada e girava razoavelmente bem.
Na verdade, eram três rodas: inflação na meta, câmbio flutuante e superávit primário de 3,1% do PIB. Continue lendo “A roda quadrada”

Por Sérgio Vaz e Amigos
A roda já tinha sido inventada e girava razoavelmente bem.
Na verdade, eram três rodas: inflação na meta, câmbio flutuante e superávit primário de 3,1% do PIB. Continue lendo “A roda quadrada”
Saúde frequenta o discurso de 110% dos políticos. Durante o período eleitoral, então, falam tanto do tema que põem em risco a sanidade do eleitor. Até candidatos à Presidência da República abusam de coisas genéricas como “mais saúde”.
Mas, efetivamente, governos só se mexem quando muito pressionados. Continue lendo “A Saúde em coma”
Acabamos de perder um brasileiro que se rebelava contra a Teoria de Darwin e argumentava, com um pregador de roupas na mão, que nem em cinco milhões de anos um macaco faria um objeto tão simples e tão útil. Ariano dizia que nem se a mãe do Papa lhe pedisse ele concordaria que descendemos dos macacos. Continue lendo “Era só o que nos faltava…”
A palavra esquizofrenia vem do grego e, simplificadamente, significa “dividir a mente em dois”.
Ela define um transtorno da mente que pode ser tratado farmacologicamente ou, dependendo do diagnóstico, por terapias psicanalíticas. Continue lendo “Mistérios da mente”
Um ano e meio depois da façanha de eleger o prefeito de São Paulo, com 55,5% dos votos, o ex-presidente Lula assiste à queda livre de Fernando Haddad, rejeitado por 47% dos paulistanos, segundo pesquisa Datafolha. Continue lendo “Falta luz nos postes”
Os guerreiros do “Tóis” aposentaram as suas lanças, os alemães destruíram sua reputação politicamente correta com uma “dança dos gaúchos” que ofendeu os argentinos, e os grandes estádios voltaram a exibir a sua imponência, vazios de público e de futebol. Continue lendo “É “Tois” no banco”
Na absoluta falta de realizações concretas para apresentar ao distinto público, a marquetagem lulo-petista sopra no ouvido de Dilma Rousseff que ela deve atacar. E então ela ataca – a oposição (o velho joguinho do nós x eles), a imprensa, os pessimistas, qualquer um que não rezar pela cartilha dos que estão no poder. Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (149)”
Na quarta-feira, 16, o TSE realiza audiência pública para debater as instruções sobre a propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV, que começa dia 19 de agosto e se estende até 2 de outubro. Hora mais do que propícia para colocar em xeque esse instrumento que deveria esclarecer o eleitor, mas que tem prestado enorme desserviço à democracia. Continue lendo “Por uns segundos a mais”
Em 30 de outubro de 2007, dia em que a Fifa anunciou oficialmente que o Brasil sediaria a Copa do Mundo de 2014, na presença do presidente da República do Brasil e 13 de nossos governadores, Lula, como sempre palavra fácil, disse o que hoje pesa como chumbo: Continue lendo “Sábias palavras”
Aprendi a amar o futebol quando tinha 9 anos e minha família morava em La Paz, na Bolívia.
Morávamos num hotel onde se hospedavam toureiros, vedetes de teatro e delegações de times de futebol estrangeiros. Continue lendo “Os vivos e os mortos”
Política é política, futebol é futebol. Eleição é eleição, Copa é Copa. São coisas distintas, diferentes, dessemelhantes, diversas.
Ou pelo menos deveriam ser.
Continue lendo “Más notícias do país de Dilma (148)”
A cada dia fica mais enrolada a farra de ingressos da Copa flagrada pela operação Jules Rimet da Polícia Federal. Gente graúda da Fifa envolvida em um esquema milionário que traficou centenas de entradas Vips e outras menos glamorosas. Continue lendo “Bolsa-ingresso”
Animação geral, bandeiras, emoção. Dentro de campo e nas ruas, tudo é festa só. Até a alegria coletiva a campanha de Dilma Rousseff tenta transformar em feito de seu governo. Continue lendo “A Copa não é dela”
Dois dias de folga sem bola rolando e eis que se manifestam as primeiras crises de abstinência na platéia mantida a tensão mil por uma Copa do Mundo cheia de reviravoltas, bolas na trave, pênaltis, surpresas, milagres no último minuto, sem falar em mordidas e cenas de choro provocadas pela vontade patológica de ganhar. Continue lendo “Festa de trapos coloridos”
Foram tantas as denúncias de irregularidades nas obras tocadas pelo Ministério dos Transportes – entregue como capitania hereditária ao Partido da República (PR) desde a ascensão de Lula, em 2003, – que, no primeiro ano de seu governo, 2011, a presidente Dilma Roussef demitiu o diretor-geral do Dnit e em seguida o próprio ministro. Continue lendo “Más notícias no pais de Dilma (147)”