Estive na mansão de Hugh Heffner. Em Beverly Hills, colinas e floresta à volta, tocava-se jazz, playmates vestidinhas, sauna escavada na rocha, um jardim zoológico de araras, mirrados macacos, coelhos e suponho que coelhinhas, uns despardalados pink flamingos. Continue lendo “O chimpanzé da minha rua”
O Deus que dá e tira
“Muitos já disseram que o Google é Deus, o que talvez não seja verdade. Mas isto nós sabemos: o Google é benévolo e às vezes furioso. Em verdade, o Google dá e o Google tira”. Continue lendo “O Deus que dá e tira”
A lesson on humility and a dream
Last week it happened again.
Another fancy customer at the dry cleaners where she works doing alterations brought in some pants to be hemmed. Continue lendo “A lesson on humility and a dream”
Os tapumes de Dilma
Só insanos poderiam criticar a decisão do governo federal de reduzir o custo da energia elétrica em 16,2% para consumidores residenciais e em 28% para a indústria. Melhor seria, porém, se o anúncio não fosse usado como moeda eleitoral e as novas tarifas começassem a valer já. Continue lendo “Os tapumes de Dilma”
Dá-lhe beijos um cão
Dá-lhe beijos um cão e só a esse cão Boudu dá beijos. Como Édipo ou Hamlet, Boudu devia ser já um arquétipo estudado nas escolas. Isto supondo que, continuando a haver escolas, nelas se estude ainda Antígona, as terríveis Erínias, o velho bode dionisíaco. Continue lendo “Dá-lhe beijos um cão”
Uma aventura populista
Celso Russomano tem 35% das intenções de voto como candidato a prefeito em São Paulo e segundo os institutos de pesquisa vai subindo devagar e sempre. Continue lendo “Uma aventura populista”
Renúncia vazia
Poucas horas depois de ser condenado por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, o deputado João Paulo Cunha renunciou à candidatura a prefeito de Osasco, Região Metropolitana de São Paulo. Mas não abriu o bico quanto ao seu mandato parlamentar. Continua deputado. Continue lendo “Renúncia vazia”
O mais sonâmbulo dos filmes
Um dia, por falta de comparência do mundo tal como o conhecia, vi, como na estreia de um filme, reinaugurar-se a vida. Continue lendo “O mais sonâmbulo dos filmes”
Levando um jeito de nação
Osasco vai ter que arrumar outro prefeito, o ato de ofício não é prova indispensável para configurar delito de corrupção, o ministro Peluso aposentou-se deixando um límpido exemplo de clareza e honradez e a presidente Dilma fez o seu gesto de dama de ferro e colocou o sindicalismo chantagista do funcionalismo público em sua cadeira do dragão. Continue lendo “Levando um jeito de nação”
Tá tudo dominado
As transações entre o Banco do Brasil, seu ex-diretor Henrique Pizzolato, a Visanet e o publicitário Marcos Valério – incluindo os embaraçosos R$ 326 mil em espécie – colocaram o BB no olho do furacão. Continue lendo “Tá tudo dominado”
Quando um homem ama uma mulher
“Tu ama-la?” Vão no carro, Butch ao volante, Buzz enfiado no fato de Casper, o fantasminha feliz. Butch ainda tenta uma digressão distractiva: “Quem?” Mas a curiosidade de Buzz é obstinada e infantil: “A senhora que nos cozinhou os hamburgers…” E como é que se explica a uma criança quando é que um homem ama uma mulher. Continue lendo “Quando um homem ama uma mulher”
Meu Deus! (Ou: quanta inocência)
“Meu Deus”, murmurou num canto da sala o homem da capa preta. Algum microfone registrou a exclamação, que ficou para sempre pairando no ar. Continue lendo “Meu Deus! (Ou: quanta inocência)”
O fantasma de Celso Daniel
Na última quinta-feira, enquanto no STF o ministro relator Joaquim Barbosa votava pela condenação dos primeiros quatro dos 37 réus da Ação Penal 470, o quinto dos sete acusados pelo assassinato do então prefeito de Santo André Celso Daniel ouvia a sentença que lhe imputou 22 anos de prisão. Continue lendo “O fantasma de Celso Daniel”
Nosso Senhor de Hollywood
Gostos discutem-se. Mesmo que, por serem gostos, quase nunca e quase nada valha a pena discuti-los. Pode ganhar-se um debate, mas nunca se ganha a pessoa com quem se debateu. Continue lendo “Nosso Senhor de Hollywood”
A um passo da sucata
“O que uma pessoa sensata faz no começo, os tolos fazem no fim.” (Warren Buffet) Continue lendo “A um passo da sucata”





