Os Poderes são três, mas só um tem a força das armas e o controle efetivo da execução orçamentária. Será esta a origem da surpresa pública ao um deles se pronunciar de forma independente nos dias de hoje? Continue lendo “Supremo forte”
Eterna Mestra
Impossível escrever sobre a Magda sem voltar a 1962, em Belo Horizonte. À Rua Carangola, que abrigava o prédio grande e moderno da FAFICH e, pertinho, o pequeno e antigo, do Colégio de Aplicação. Continue lendo “Eterna Mestra”
Candidatos demais, idéias de menos
A 21 meses da eleição presidencial, a disputa de 2014 já turva o debate político. Chega antes da hora e, de novo, com viés atravessado. Seja qual partido for, fala-se de candidatos e candidaturas, mas não há uma citação sobre ideias, ou, minimamente, sobre o que pensam para o País, se é que pensam. Continue lendo “Candidatos demais, idéias de menos”
A esplêndida luz do mal
Jurei que John Wayne era o meu único herói. Protestos de fidelidade cheiram sempre a mentira. Tenho tantos, mais heróis, que imagino só meus. Como Lord Jim que se refez herói carregando às costas um fardo de negra culpa. Continue lendo “A esplêndida luz do mal”
No 130º aniversário do filho de Gepetto
É injustiça não haver em todo o Brasil nem uma estátua em homenagem a Pinóquio. Ele é, queiramos ou não, um de nossos Pais da Pátria. Continue lendo “No 130º aniversário do filho de Gepetto”
A sombra no pé de Dilma
Enquanto a oposição pisava nos astros distraída e a presidente ia à televisão anunciar uma redução mágica nas contas de energia que pagaremos do mesmo jeito via impostos, era dada a largada da luta sucessória de 2014. Continue lendo “A sombra no pé de Dilma”
Inimigos da Pátria
Incapaz de olhar além do próprio umbigo, reconhecer erros e buscar correção de rumos, o PT tenta fazer com a economia o que fez com os seus malfeitos na política: gerar versões fantasiosas sobre a realidade e culpar o mensageiro pelo conteúdo desagradável da missiva. Continue lendo “Inimigos da Pátria”
Uma deliciosa simetria
Todo o turista é negligente. Mesmo visitando a mais perfeita catedral, o prosaico turista sai, sem uma genuflexão, oferecendo ao sacrário o rotundo traseiro. Continue lendo “Uma deliciosa simetria”
Sarney e a fome no Socorrão
“O Maranhão não suportava mais nem queria o contraste de suas terras férteis, seus vales úmidos, seus babaçuais ondulantes , de suas fabulosas riquezas (…) com a miséria, com a angústia, com a fome, com o desespero…” Continue lendo “Sarney e a fome no Socorrão”
É o bicho
André Luis Vargas Ilário, deputado federal pelo Paraná e secretário de Comunicação do PT, tem sido um leão na defesa dos mensaleiros condenados pela Suprema Corte. Notabiliza-se pela fartura de declarações de efeito contra a mídia e o que ele chama de elites conservadoras; um besteirol sem tamanho feito sob medida para ecoar na militância petista mais radical. Continue lendo “É o bicho”
Os meus heróis caminham para o ocaso
Os meus melhores heróis são crepusculares. Vêm das sombras do cinema e nessas sombras se consomem, caminhando para o ocaso. Dá-lhes corpo, aos dois melhores, o mesmo, tão diferente, John Wayne. Continue lendo “Os meus heróis caminham para o ocaso”
O Itamaraty bolivariano
O movimento bolivariano, seja lá o que isso signifique, teve neste dia 10 de janeiro o seu ápice de surrealismo, com a oficialização do mandato de um presidente que já governa há 14 anos e tomou – mas não tomou – posse, de corpo ausente, de um cargo conquistado em eleições recentes. Continue lendo “O Itamaraty bolivariano”
Portugal precisa abandonar o acordo. Urgentemente
Há uma semana, escrevi nesta coluna sobre o adiamento de aplicação do Acordo Ortográfico no Brasil, por decisão da presidente Dilma Rousseff, que atendeu uma série de protestos e manifestações pedindo a suspensão e revisão do documento. Continue lendo “Portugal precisa abandonar o acordo. Urgentemente”
Nem gregos nem troianos: assim-assim
Há dias, a Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, adiou a obrigatoriedade de implementação do “Acordo” Ortográfico para 2016. Fê-lo com base numa petição que reuniu 20.000 assinaturas. Em Portugal, uma igual petição reuniu mais de 130.000, e não teve qualquer eco. 130.000 assinaturas num país cuja população é incomparavelmente menor do que no Brasil. Continue lendo “Nem gregos nem troianos: assim-assim”
Os signos de Dilma
Administradora competente, gerente imbatível. Essa era a combinação projetada no tubo de ensaio dos marqueteiros para a presidente Dilma Rousseff. Mas algo saiu do esquadro e, ainda que goze de índices de popularidade recordes, a mítica figura de gestora de primeira de nada valerá para destravar a economia. Continue lendo “Os signos de Dilma”


