Somos, e não é de hoje, um berço esplêndido para Pachecos. De janeiro para cá, eles abundam ‘colocando’ coisas inacreditáveis. (Não pergunte colocando ‘onde’. Finja que sempre soube que colocar é sinônimo de falar. Não dê uma de desinformado!) Continue lendo “Descoberto: o Dilmês é a língua dos Pachecos!”
Um retrato na parede
Dois hamsters e três esquilos-da-Mongólia correndo soltos entre as pernas dos deputados abriram de maneira clamorosa o espetáculo do depoimento de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, à CPI da Petrobrás e ganharam fama internacional. Continue lendo “Um retrato na parede”
Gastam-se bilhões, cortam-se centavos
O Planalto nega. Talvez não aconteça. Mas parece que após conseguir adiar a votação do novo indicador da dívida dos estados – a primeira vitória de Dilma Rousseff no Congresso depois de reempossada -, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aventura-se a falar em cortes. Continue lendo “Gastam-se bilhões, cortam-se centavos”
A mulher autónoma
Éramos só homens, centenas, e apareceu a mulher autónoma, senhora de si. Descobri a mulher autónoma, a que decide sobre a sua vida e sobre a sua solidão, aos 16 anos. Continue lendo “A mulher autónoma”
Será que na Noruega gostam?
Joaquim Levy, em palestra a ex-alunos da Universidade de Chicago, disse que no Brasil a maioria das pessoas não gosta de pagar impostos. Quer dizer, não foi isso que ele disse. Suas palavras foram outras: “a maioria das empresas não gosta de pagar impostos no Brasil”. Continue lendo “Será que na Noruega gostam?”
Levei o PT ao psiquiatra
Em manifesto assinado pelos 27 diretórios estaduais do PT divulgado na semana passada, o partido se declara inocente de todas as acusações, vítima da perseguição dos inconformados com a inclusão social dos 36 milhões de pobres que ele teria promovido, e propõe uma volta à pureza e radicalidade de propósitos dos anos 80. Continue lendo “Levei o PT ao psiquiatra”
Um divã para Dilma
Não sabemos qual o grau de loucura maior, se a desastrada frase do ministro Joaquim Levy sobre a ineficiência de Dilma, ou o ato do Planalto de vazar a irritação e indignação da presidente com as palavras do seu ministro da Fazenda. Continue lendo “Um divã para Dilma”
Dilma, Lula e o diabo
Em abril de 2013, durante encontro com prefeitos na Paraíba, Dilma Rousseff surpreendeu a todos com sua sinceridade: “Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”. Confessou e fez, como é sabido. E o belzebu cobrou. Com juros e correção, sem carência ou parcelamento. Pior, encarnado em gente experiente nesse tipo de pacto. Continue lendo “Dilma, Lula e o diabo”
Não há beijos no rabo em Michelet
Não foi por ter ido a Copenhaga de propósito escolhê-lo, mas o mais bizarro “melhor filme” que já vi foi Heksen, um filme mudo dinamarquês, realizado pelo sueco Benjamin Christensen. Continue lendo “Não há beijos no rabo em Michelet”
Onde é a saída?
‘Sobre a nudez forte da verdade o manto diáfano da fantasia’, célebre frase de Eça de Queiroz que está gravada no monumento que o homenageia no Chiado, em pleno coração de Lisboa, se fosse usada em Brasília teria que ser substituída por ‘Rasgaram o véu diáfano da fantasia e a verdade apareceu em toda a sua feia nudez’. Continue lendo “Onde é a saída?”
Fabricando a própria mentira
É possível que esteja acontecendo alguma coisa que a nossa vista não alcança. Continue lendo “Fabricando a própria mentira”
Playboy
O mau feitio nasceu com ele, mas Francis Coppola emprestou-lhe as cores da lenda. Falo de James Caan, que foi, no The Godfather, o filho primogénito de Don Corleone, herdeiro de um império em que o crime e o amor à família se beijam na boca. Continue lendo “Playboy”
Governo na lona, oposição zonza
Cerca de dois milhões de brasileiros ocuparam as ruas no último domingo. Vestidos de verde e amarelo uniram-se em repúdio à corrupção, berraram fora Dilma, fora PT. Bateram panelas na mesma noite e na seguinte em protesto aos ditos patéticos de ministros e da própria presidente. Não foram ouvidos. Nem pelo governo nem pela oposição. Continue lendo “Governo na lona, oposição zonza”
O dilmês
Durante sua campanha para presidente em 2010 estranhei um pouco o modo de dona Dilma falar. Alguém me disse que eu estava estranhando o sotaque e o linguajar gaúcho da candidata, o que de pronto descartei. Tenho amigos gaúchos desde minha adolescência, acho um charme seu sotaque, amo e até adotei muitas de suas expressões. Continue lendo “O dilmês”
O governo em seu labirinto
A gigantesca manifestação de domingo deu um nó na cabeça do governo e desorientou a militância virtual do PT, que nunca antes na história deste país poderia imaginar a existência de uma tão enorme elite branca de olhos azuis, preconceituosa, racista e fascista. Continue lendo “O governo em seu labirinto”



