Descoberto: o Dilmês é a língua dos Pachecos!

Somos, e não é de hoje, um berço esplêndido para Pachecos. De janeiro para cá, eles abundam ‘colocando’ coisas inacreditáveis. (Não pergunte colocando ‘onde’. Finja que sempre soube que colocar é sinônimo de falar. Não dê uma de desinformado!) Continue lendo “Descoberto: o Dilmês é a língua dos Pachecos!”

Gastam-se bilhões, cortam-se centavos

O Planalto nega. Talvez não aconteça. Mas parece que após conseguir adiar a votação do novo indicador da dívida dos estados – a primeira vitória de Dilma Rousseff no Congresso depois de reempossada -, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aventura-se a falar em cortes. Continue lendo “Gastam-se bilhões, cortam-se centavos”

Será que na Noruega gostam?

Joaquim Levy, em palestra a ex-alunos da Universidade de Chicago, disse que no Brasil a maioria das pessoas não gosta de pagar impostos. Quer dizer, não foi isso que ele disse. Suas palavras foram outras: “a maioria das empresas não gosta de pagar impostos no Brasil”. Continue lendo “Será que na Noruega gostam?”

Levei o PT ao psiquiatra

Em manifesto assinado pelos 27 diretórios estaduais do PT divulgado na semana passada, o partido se declara inocente de todas as acusações, vítima da perseguição dos inconformados com a inclusão social dos 36 milhões de pobres que ele teria promovido, e propõe uma volta à pureza e radicalidade de propósitos dos anos 80. Continue lendo “Levei o PT ao psiquiatra”

Dilma, Lula e o diabo

Em abril de 2013, durante encontro com prefeitos na Paraíba, Dilma Rousseff surpreendeu a todos com sua sinceridade: “Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”.  Confessou e fez, como é sabido. E o belzebu cobrou. Com juros e correção, sem carência ou parcelamento. Pior, encarnado em gente experiente nesse tipo de pacto. Continue lendo “Dilma, Lula e o diabo”

Onde é a saída?

‘Sobre a nudez forte da verdade o manto diáfano da fantasia’, célebre frase de Eça de Queiroz que está gravada no monumento que o homenageia no Chiado, em pleno coração de Lisboa,  se fosse usada em Brasília teria que ser substituída por ‘Rasgaram o véu diáfano da fantasia e a verdade apareceu em toda a sua feia nudez’. Continue lendo “Onde é a saída?”

Playboy

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O mau fei­tio nas­ceu com ele, mas Fran­cis Cop­pola emprestou-lhe as cores da lenda. Falo de James Caan, que foi, no The God­father, o filho pri­mo­gé­nito de Don Cor­le­one, her­deiro de um impé­rio em que o crime e o amor à famí­lia se bei­jam na boca. Continue lendo “Playboy”

Governo na lona, oposição zonza

Cerca de dois milhões de brasileiros ocuparam as ruas no último domingo. Vestidos de verde e amarelo uniram-se em repúdio à corrupção, berraram fora Dilma, fora PT. Bateram panelas na mesma noite e na seguinte em protesto aos ditos patéticos de ministros e da própria presidente. Não foram ouvidos. Nem pelo governo nem pela oposição. Continue lendo “Governo na lona, oposição zonza”

O dilmês

Durante sua campanha para presidente em 2010 estranhei um pouco o modo de dona Dilma falar. Alguém me disse que eu estava estranhando o sotaque e o linguajar gaúcho da candidata, o que de pronto descartei. Tenho amigos gaúchos desde minha adolescência, acho um charme seu sotaque, amo e até adotei muitas de suas expressões. Continue lendo “O dilmês”