O Planalto nega. Talvez não aconteça. Mas parece que após conseguir adiar a votação do novo indicador da dívida dos estados – a primeira vitória de Dilma Rousseff no Congresso depois de reempossada -, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aventura-se a falar em cortes. Continue lendo “Gastam-se bilhões, cortam-se centavos”
A mulher autónoma
Éramos só homens, centenas, e apareceu a mulher autónoma, senhora de si. Descobri a mulher autónoma, a que decide sobre a sua vida e sobre a sua solidão, aos 16 anos. Continue lendo “A mulher autónoma”
Vambora
Deu um branco, e eu não sabia de quem era a música. Continue lendo “Vambora”
Será que na Noruega gostam?
Joaquim Levy, em palestra a ex-alunos da Universidade de Chicago, disse que no Brasil a maioria das pessoas não gosta de pagar impostos. Quer dizer, não foi isso que ele disse. Suas palavras foram outras: “a maioria das empresas não gosta de pagar impostos no Brasil”. Continue lendo “Será que na Noruega gostam?”
Levei o PT ao psiquiatra
Em manifesto assinado pelos 27 diretórios estaduais do PT divulgado na semana passada, o partido se declara inocente de todas as acusações, vítima da perseguição dos inconformados com a inclusão social dos 36 milhões de pobres que ele teria promovido, e propõe uma volta à pureza e radicalidade de propósitos dos anos 80. Continue lendo “Levei o PT ao psiquiatra”
Um divã para Dilma
Não sabemos qual o grau de loucura maior, se a desastrada frase do ministro Joaquim Levy sobre a ineficiência de Dilma, ou o ato do Planalto de vazar a irritação e indignação da presidente com as palavras do seu ministro da Fazenda. Continue lendo “Um divã para Dilma”
Nunca houve governo tão incompetente (9)
Uma das muitas características que impressionam demais nestes quatro anos e agora três meses de Dilma Rousseff é, sem dúvida, a incompetência. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (9)”
Dilma, Lula e o diabo
Em abril de 2013, durante encontro com prefeitos na Paraíba, Dilma Rousseff surpreendeu a todos com sua sinceridade: “Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”. Confessou e fez, como é sabido. E o belzebu cobrou. Com juros e correção, sem carência ou parcelamento. Pior, encarnado em gente experiente nesse tipo de pacto. Continue lendo “Dilma, Lula e o diabo”
Não há beijos no rabo em Michelet
Não foi por ter ido a Copenhaga de propósito escolhê-lo, mas o mais bizarro “melhor filme” que já vi foi Heksen, um filme mudo dinamarquês, realizado pelo sueco Benjamin Christensen. Continue lendo “Não há beijos no rabo em Michelet”
Onde é a saída?
‘Sobre a nudez forte da verdade o manto diáfano da fantasia’, célebre frase de Eça de Queiroz que está gravada no monumento que o homenageia no Chiado, em pleno coração de Lisboa, se fosse usada em Brasília teria que ser substituída por ‘Rasgaram o véu diáfano da fantasia e a verdade apareceu em toda a sua feia nudez’. Continue lendo “Onde é a saída?”
Fabricando a própria mentira
É possível que esteja acontecendo alguma coisa que a nossa vista não alcança. Continue lendo “Fabricando a própria mentira”
Regina Dias corre o risco
Em seu primeiro show em Sampa, Regina Dias, cantora veterana, mais de 30 anos de carreira, correu o risco de misturar Michel Legrand com Bia Mestriner. Stevie Wonder com João Pernambuco e Marco Araújo. Kurt Weill, o parceiro de Bertold Brech, com a dupla Clarisse Grava-Felipe Radicetti. Continue lendo “Regina Dias corre o risco”
Nunca houve governo tão incompetente (8)
Um editorial e dois artigos publicados hoje – quinta-feira, 26 de março – no jornal O Globo explicam, de forma claríssima, quase didática, o imenso imbróglio em que o governo Dilma se meteu ao mexer populistamente, eleitoralmente, com as dívidas dos Estados e municípios. Continue lendo “Nunca houve governo tão incompetente (8)”
Disponibilizaram um equipamento. Peremptoriamente
Se, além da minha mulher, alguém achar que me tornei um velho implicante, posso, com certas ressalvas, dar razão. Um velho implicante jornalista, pior ainda. Mas veja este release que recebi (entre dezenas de outros que chegam por e-mail). Continue lendo “Disponibilizaram um equipamento. Peremptoriamente”
Playboy
O mau feitio nasceu com ele, mas Francis Coppola emprestou-lhe as cores da lenda. Falo de James Caan, que foi, no The Godfather, o filho primogénito de Don Corleone, herdeiro de um império em que o crime e o amor à família se beijam na boca. Continue lendo “Playboy”



